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Planeta Money

Ajudando você a sair do vermelho

Arquivo de fevereiro, 2010

FAMÍLIAS PAULISTAS REDUZEM ENDIVIDAMENTO

PUBLICADO POR Editor EM 26 fevereiro 2010

O número de famílias de São Paulo endividadas em fevereiro sofreu uma ligeira queda em comparação ao mês anterior. Além do menor volume de endividados, também foi reduzido o total de famílias com contas em atraso ou inadimplentes. As constatações constam da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio).

A PEIC registra, em fevereiro, os melhores resultados nos seus indicadores de endividamento (desde outubro de 2009), contas em atraso (desde fevereiro de 2009) e inadimplência (desde junho de 2009), indicando que os consumidores procuram colocar suas dívidas em dia, seja em função do aumento da renda, da redução das taxas de juros ou mesmo devido à renegociação com seus credores.
Em fevereiro, 43% das famílias de São Paulo estavam endividadas, enquanto em janeiro o índice era de 44%. Isso representa, em números absolutos, que o total de famílias endividadas caiu de 1,589 milhão para 1,538 milhão.
O levantamento identificou que 12% das famílias paulistas têm contas em atraso, recuo de 2 pontos porcentuais em relação a janeiro, o que representa, segundo a Fecomercio, que cerca de 441 mil famílias efetuaram pagamentos das contas em atraso em fevereiro, ante 501 mil, em janeiro.
Depois de permanecer estabilizado em 6% desde novembro, houve redução para 5% em fevereiro no total de famílias inadimplentes, aquelas que acreditam não ter condições de pagar total ou parcialmente suas contas nos próximos meses. Com isso, mais de 34 mil famílias deixaram a condição de inadimplência em fevereiro.
Na avaliação de Adelaide Reis, economista da Fecomercio, os bons resultados observados na economia brasileira, sobretudo nos indicadores de emprego e de renda, ambos em crescimento, refletiram positivamente no bolso do consumidor, que está aproveitando o início do ano para quitar dívidas e pagar contas em atraso, ao mesmo tempo em que mantém elevado o consumo. ” A expansão da massa salarial nos últimos meses, o aumento na oferta de crédito ao consumidor e a queda nas taxas de juros certamente contribuem para o equilíbrio financeiro das famílias neste início de ano”, afirma Adelaide. “Cabe ressaltar ainda, entre os fatores que podem explicar os bons resultados da PEIC em fevereiro, o aumento do salário mínimo e a alta no Índice de Confiança do Consumidor (ICC da Fecomercio), que atingiu 159 pontos este mês, além da elevada propensão ao consumo”, acrescenta.
Perfil da dívida
O cartão de crédito, endividamento mais utilizado pelas famílias de São Paulo, lidera o ranking com 68% das dívidas assumidas em fevereiro, ante 65% em janeiro. Entre as demais modalidades de financiamento do consumidor, destacam-se os carnês (31%), o crédito consignado (10%), o cheque especial (10%) e o financiamento de veículos (10%).
No que diz respeito ao tempo que as famílias estão com contas em atraso, a Pesquisa mostra que, do total de 1,538 milhão de famílias endividadas em fevereiro, 45% têm pagamentos atrasados há mais de 90 dias, frente os 54% registrados em janeiro. Outros 53%, entre as famílias endividadas, têm contas em atraso por um período de até três meses. O tempo médio em dias de atraso, em fevereiro, é de 64 dias.
O comprometimento da renda familiar para pagamento de dívidas também melhorou em fevereiro, relata a PEIC. Mais da metade das famílias endividadas asseguram ter entre 11% e 50% da sua renda comprometida com dívidas em fevereiro, ante 63% verificados em janeiro.
“Para os próximos meses, os resultados da PEIC tendem a apresentar elevação do endividamento familiar, fruto do aumento dos gastos que incidem no bolso do consumidor no início de ano, entre os quais destacam-se as matrícula escolares, os uniformes e o material escolar, além do pagamento de impostos como o IPVA e IPTU”, conclui Adelaide.
Nota Metodológica
A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) é apurada mensalmente pela Fecomercio desde fevereiro de 2004. Os dados são coletados junto a cerca de 1.360 consumidores no município de São Paulo. O objetivo da PEIC é diagnosticar o nível de endividamento e inadimplência do consumidor. Das informações coletadas são apurados importantes indicadores: nível de endividamento, percentual de inadimplentes, intenção de pagar dívidas em atraso e nível de comprometimento da renda. Tais indicadores são observados considerando-se três faixas de rendas, duas faixas de idade, distinguindo-se entre homens e mulheres. A pesquisa permite o acompanhamento do nível de comprometimento do consumidor com dívidas e sua percepção em relação à capacidade de pagamento, fatores fundamentais para o processo de decisão dos empresários do comércio e demais agentes econômicos.
Sobre a Fecomercio
A Fecomercio (Federação do Comercio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo) é a principal entidade sindical paulista dos setores de comércio e serviços. Representa 152 sindicatos patronais, que abrangem mais de 600 mil empresas e respondem por 11% do PIB paulista – cerca de 4% do PIB brasileiro – gerando em torno de cinco milhões de empregos.

Fonte: FECOMERCIO

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Competência – A essência da liderança pessoal

PUBLICADO POR Editor EM 24 fevereiro 2010

Em um mercado de trabalho cada vez mais exigente é comum escutar sobre empresas que não encontram profissionais para preencher as suas vagas, ou pessoas que não conseguem se colocar no mercado de trabalho, ou ainda aqueles que terminaram o curso da faculdade e continuam com o mesmo tipo de emprego ou atividade.
Hoje vivemos um “apagão de talentos”, no qual faltam pessoas com novas habilidades para um novo contexto de vida, trabalho, relacionamento, novos acontecimentos, para milhões de vagas e ocupações que buscam esse novo perfil.
Hoje é necessário aprender a transformar a capacidade em oportunidade e suas limitações em projetos pessoais para alinhamento às exigências desse novo contexto de sociedade. Os dados mostram que o mercado sofre de falta de profissionais que possam verdadeiramente atuar como gestores e executivos, assumindo responsabilidades em atividades táticas e/ou estratégicas nas mais diversas áreas de atuação.
O mundo das competências sinaliza mudanças que ocorrerão cada vez mais por conta de cada indivíduo, utilizando, para isso, a lapidação do perfil pessoal e profissional.
O livro Competência – A essência da liderança pessoal aborda os aspectos importantes sobre as competências individuais e traz as regras essenciais dessa competição para participar do “jogo do mundo das competências”, alem de identificar suas habilidades e escolha em qual área atuar, onde e com quem trabalhar. Ao descobrir o melhor com o melhor do seu talento, você ganhará mais em sua atividade profissional, agregando valor para a empresa e para a sua vida social e familiar.

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Sobre as autoras:

Isabel Macarenco é graduada em Ciências Sociais pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (FFLCH – USP), doutora pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA – USP), e mestre em Educação pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Atualmente, é professora titular na graduação, pós-graduação e MBA dos cursos de Administração, Comunicação Social e Ciências Contábeis pela Fecap.

Maria de Lurdes Zamora Damião é mestre em Administração, área de Gestão de Organizações pela Universidade Metodista de São Paulo Umesp, especialista em Consultoria de Recursos Humanos e graduada em Psicologia e Pedagogia.

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Aprenda a investir com inteligência

PUBLICADO POR Editor EM 22 fevereiro 2010

Investindo com InteligênciaAprenda a montar e gerir sua própria carteira de ações utilizando Análise Técnica

Voltado para quem deseja aumentar seus rendimentos e adquirir a independência financeira, este livro explica como a análise técnica pode ser um instrumento prático e objetivo de compreensão do mercado de ações.
As táticas operacionais apresentadas neste livro são baseadas em exemplos de casos reais, com ênfase, principalmente, no controle de risco das operações, o que é fundamental para um operador.
Quebrar tabus e preconceitos, como o de que investir em ações é “coisa para aventureiros”, é um dos objetivos que o conhecimento sobre o assunto pode proporcionar. Este é, sem dúvida, o grande objetivo deste livro.

Saiba mais em http://www.novatec.com.br/livros/investindo/.

Sobre os autores

Leonardo Cavalcante atua no mercado desde 2001, em estratégias de longo e médio prazo e formação de carteira. É Agente Autônomo de Investimento credenciado pela CVM, Certificado CPA-20 pela ANBID e sócio da Fractal Agente Autônomo de Investimentos (www.fractalinvestimentos.com.br). Atua como instrutor do curso Análise técnica: aprenda a montar e gerir sua própria carteira de ações.

Daniel Santos Costa atua no mercado financeiro desde 2004, em estratégias envolvendo ações e opções. É Procurador do Estado de Minas Gerais e instrutor do curso Análise Técnica: aprenda a montar e gerir sua própria carteira de ações.

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Empresa inativa também deve prestar contas à Receita Federal

PUBLICADO POR Editor EM 18 fevereiro 2010

As empresas (pessoas jurídicas) que permaneceram inativas durante o ano de 2009 devem apresentar, até o dia 31/3, a Declaração Simplificada de Pessoa Juridica (DSPJ) – Inativa 2010, por meio do formulário online disponível no site da Receita Federal (http://www.receita.fazenda.gov.br).

Segundo Glauco Pinheiro da Cruz, diretor do Grupo Candinho Assessoria Contábil e também presidente do Sesconapi (Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas do Grande ABC), é preciso atenção por parte dos empresários para que chequem como anda a contabilidade da empresa inativa. “É comum o empresário abandonar a empresa e também esquecer da entrega de declarações inerentes à inatividade do negócio. Ele só se dará conta de que está irregular quando fizer um negócio ou for adquirir um bem, porque o seu CPF constará irregular e ele não poderá efetuar as negociações desejadas”, explica.

É considerada pessoa jurídica inativa aquela que não tenha efetuado qualquer atividade operacional, não-operacional, patrimonial ou financeira, inclusive aplicação no mercado financeiro ou de capitais, durante todo o ano-calendário referente à declaração. A DSPJ – Inativa 2010 deve ser apresentada também pelas pessoas jurídicas que forem extintas, cindidas parcialmente, cindidas totalmente, fusionadas ou incorporadas, durante o ano-calendário de 2010, e que permanecerem inativas durante o período de 1º de janeiro de 2010 até a data do evento.

A multa pela não apresentação da Declaração é de R$ 200,00 (duzentos reais), que será informada automaticamente ao contribuinte no momento do envio da declaração em atraso.

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SEU FUNCIONÁRIO SABE ADMINISTRAR O SALÁRIO?

PUBLICADO POR Editor EM 15 fevereiro 2010

Por: Dora Ramos
Dinheiro no bolso é um dos sinônimos de felicidade. Que funcionário feliz é mais produtivo e eficiente, tomo mundo sabe. Pensando nisso, porque não instruir seu colaborador a administrar o salário de forma congruente?
Muitas vezes, ao receber o salário, achamos que o melhor a se fazer é pagar todas as dívidas de uma vez, nos esquecendo do resto do mês. Para arcar com as despesas ao decorrer deste período, precisamos pensar nos gastos essenciais a curto, médio e longo prazo. É claro que as pessoas não podem deixar de quitar suas contas. Para tanto, pode-se avaliar, antecipadamente, datas de vencimentos, taxas de juros e possibilidades de descontos no pagamento total da fatura. São dicas que podem ser úteis para sua empresa e também para seus colaboradores.
Na indicação de pontos indispensáveis você pode, por exemplo, procurar saber como seu funcionário gastou o 13º salário. Leve em conta que o ideal para ele seria se conscientizar que o décimo terceiro é um dinheiro extra, e não parte do orçamento do mês, por isso, deve ser direcionado ao pagamento de despesas ou para algum tipo de investimento, como a poupança, e não para pagar contar do orçamento mensal.
Nesse sentido, também é apropriado indicar a utilização do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), caso o empregado não tenha imóvel próprio, para a compra de um. O FGTS é constituído por depósitos realizados pelas empresas em nome dos seus colaboradores contratados com carteira assinada e administrado pela Caixa Econômica Federal (CEF). O empréstimo disponibiliza pagamento parcial ou total do valor na aquisição de imóvel residencial urbano e também financiamento na construção de um imóvel residencial.
Investir em algo concreto, como a compra de um imóvel; saber administrar os pagamentos mensais ou mesmo o recebimento do 13º salário, e ter dinheiro para as necessidades extras, são fatores que tranquilizam a vida de qualquer pessoa. Trabalhar despreocupado e confiante qualifica a produção e o ambiente de trabalho. Como empregador, transmitir informações úteis e didáticas para seus colaboradores, como gerenciamento do salário, é uma forma simples de criar um relacionamento sólido. Para o empregado, nada melhor do que ter um chefe preocupado e engajado a lhe ajudar com as dificuldades contábeis.
Dora Ramos atua no mercado contábil-administrativo há mais de vinte anos

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Conclusão é de estudo da GfK sobre o dia-a-dia do consumidor europeu
Nuremberg, 8 de fevereiro de 2010 – um estudo da GfK, com 10.200 consumidores de nove países da Europa, aponta que, tendo a crise financeira mundial como pano de fundo, os europeus alteraram hábitos de consumo em diversas frentes com o objetivo de economizar no orçamento familiar. Mais de quatro em cada dez consumidores da Alemanha, Holanda, Áustria e Itália buscaram comprar produtos alimentares e bebidas a preços mais baixos. Para russos e italianos os cortes prioritários foram com roupas e calçados (49% e 43% respectivamente).
Reduzir as despesas com lazer para economizar dinheiro durante a crise foi uma das maneiras mais utilizadas pelos europeus: diminuir refeições em bares ou restaurantes foi a alternativa encontrada por alemães (48%), franceses (45%), austríacos (41%) e italianos (42%); deixar de ir a cafés ou bares foi a opção de quatro em cada dez respondentes na França e Alemanha; diminuir passeios à cinemas ou shows foi igualmente utilizada por franceses e alemães. Além disso, cerca de um em cada três consumidores da Alemanha, Áustria, França, Holanda e Reino Unido optaram por conter gastos com férias.
Postergar a compra de bens duráveis também foi uma medida importante na avaliação dos europeus. A compra de um carro, móveis ou eletrodomésticos, por exemplo, foi declarada como intenção adiadas especialmente para os russos (45%) e alemães (42%).
Também houve menção para: redução do uso de energia no aquecimento e ar condicionado (pouco menos de 40% dos britânicos e 27% dos holandeses) e busca por ofertas no transporte ferroviário ou aquisição de bilhetes aéreos mais baratos (forma utilizada para mais de um em cada quatro pessoas no Reino Unido, Alemanha e Áustria).
Na contramão
Consumidores da Espanha e Polônia declararam não terem as mesmas preocupações que seus vizinhos europeus. Quase um em cada três respondentes espanhois e poloneses disseram que nada foi modificado em seus hábitos diários de consumo para reduzir o orçamento familiar.
Mulheres são mais cautelosas
Reconhecidas como mais cautelosas, as mulheres europeias apontaram mudança em despesas com a compra de alimentos e bebidas (42% contra 34% entre os homens), roupas e calçados (43% contra 36%) e diminuição na compra de jornais e revistas (24% contra 18%).
Em média as donas-de-casa européias de classe média estão economizando dinheiro principalmente com: compras de alimentos e bebidas (48%); limitando despesas com roupas e calçados (47%); saindo menos a cafés (43%), restaurantes (46%) e cinemas (45%). Já o grupo de consumidoras mais velhas da classe média europeia tem menos necessidade de economizar, diminuindo os gastos somente com alimentos e bebidas (37%) e calçados e roupas (40%).
Os resultados apresentados foram extraídos do “Estudo do Consumidor Europeu 2010″. Como parte deste compilado, a GfK entrevistou cerca de 10.200 consumidores da Alemanha, França, Reino Unido, Itália, Holanda, Áustria, Espanha, Polônia e Rússia, em dezembro de 2009. A pesquisa é representativa da população com faixa etária acima dos 14 anos.

Consumidor europeu altera hábitos de consumo para economizar orçamentoConclusão é de estudo da GfK sobre o dia-a-dia do consumidor europeu Nuremberg, 8 de fevereiro de 2010 – um estudo da GfK, com 10.200 consumidores de nove países da Europa, aponta que, tendo a crise financeira mundial como pano de fundo, os europeus alteraram hábitos de consumo em diversas frentes com o objetivo de economizar no orçamento familiar. Mais de quatro em cada dez consumidores da Alemanha, Holanda, Áustria e Itália buscaram comprar produtos alimentares e bebidas a preços mais baixos. Para russos e italianos os cortes prioritários foram com roupas e calçados (49% e 43% respectivamente). Reduzir as despesas com lazer para economizar dinheiro durante a crise foi uma das maneiras mais utilizadas pelos europeus: diminuir refeições em bares ou restaurantes foi a alternativa encontrada por alemães (48%), franceses (45%), austríacos (41%) e italianos (42%); deixar de ir a cafés ou bares foi a opção de quatro em cada dez respondentes na França e Alemanha; diminuir passeios à cinemas ou shows foi igualmente utilizada por franceses e alemães. Além disso, cerca de um em cada três consumidores da Alemanha, Áustria, França, Holanda e Reino Unido optaram por conter gastos com férias. Postergar a compra de bens duráveis também foi uma medida importante na avaliação dos europeus. A compra de um carro, móveis ou eletrodomésticos, por exemplo, foi declarada como intenção adiadas especialmente para os russos (45%) e alemães (42%). Também houve menção para: redução do uso de energia no aquecimento e ar condicionado (pouco menos de 40% dos britânicos e 27% dos holandeses) e busca por ofertas no transporte ferroviário ou aquisição de bilhetes aéreos mais baratos (forma utilizada para mais de um em cada quatro pessoas no Reino Unido, Alemanha e Áustria). Na contramãoConsumidores da Espanha e Polônia declararam não terem as mesmas preocupações que seus vizinhos europeus. Quase um em cada três respondentes espanhois e poloneses disseram que nada foi modificado em seus hábitos diários de consumo para reduzir o orçamento familiar. Mulheres são mais cautelosasReconhecidas como mais cautelosas, as mulheres europeias apontaram mudança em despesas com a compra de alimentos e bebidas (42% contra 34% entre os homens), roupas e calçados (43% contra 36%) e diminuição na compra de jornais e revistas (24% contra 18%).Em média as donas-de-casa européias de classe média estão economizando dinheiro principalmente com: compras de alimentos e bebidas (48%); limitando despesas com roupas e calçados (47%); saindo menos a cafés (43%), restaurantes (46%) e cinemas (45%). Já o grupo de consumidoras mais velhas da classe média europeia tem menos necessidade de economizar, diminuindo os gastos somente com alimentos e bebidas (37%) e calçados e roupas (40%). Os resultados apresentados foram extraídos do “Estudo do Consumidor Europeu 2010″. Como parte deste compilado, a GfK entrevistou cerca de 10.200 consumidores da Alemanha, França, Reino Unido, Itália, Holanda, Áustria, Espanha, Polônia e Rússia, em dezembro de 2009. A pesquisa é representativa da população com faixa etária acima dos 14 anos.

Fonte: GfK

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