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Planeta Money

Ajudando você a sair do vermelho

Arquivo de abril, 2010

Guia Para Investir em Ações – Walter Furtado

PUBLICADO POR Editor EM 29 abril 2010

Chega ao mercado pela Campus-Elsevier mais um livro da consagrada série de finanças pessoais – Coleção Expo Money, assinado desta vez pelo economista Walter Furtado.   Em Guia para investir em ações, o autor revela um roteiro das regras, limitações e oportunidades existentes por trás das apostas neste tipo de  investimento. O livro se propõe a tornar os investidores mais conscientes de suas escolhas e consistentes em suas estratégias.

Atualmente, mais de 500 mil pessoas estão cadastradas na Bolsa de Valores de São Paulo, que pretende atrair cerca de 5 milhões de investidores nos próximos anos. Independentemente de gênero, profissão e idade, agora ou no futuro, a maioria das pessoas vai querer investir em ações. Este livro foi escrito para quem deseja se transformar num investidor da Bolsa com um mínimo de conhecimento sólido acerca do seu funcionamento e da forma de operar do mercado acionário como um todo, ao invés de sair por aí apostando somente na sorte. “Bolsa de Valores não é cassino. Se você for aquele tipo de pessoa que pretende apostar em Bolsa como quem aposta em cassino, é mais inteligente, sensato e prazeroso gastar (e muito provavelmente perder) seu dinheiro comprando uma passagem para Las Vegas e se divertir naqueles cassinos suntuosos”, afirma o autor.

Hoje, qualquer pessoa, de qualquer lugar do mundo, pode conhecer, acompanhar e operar nos mercados a um custo muito baixo. O guia criado por Walter Furtado se propõe a quebrar as barreiras iniciais do desconhecimento, oferecendo ampla gama de informações relevantes que farão o investidor se aventurar com desenvoltura e certa dose de segurança. Dentre os assuntos abordados estão os principais conceitos, procedimentos, entidades, livros, sistemas e sites relacionados com o mercado acionário. As informações foram reunidas a fim de apresentar uma visão do todo para o futuro investidor.

A Coleção Expo Money é coordenada pelo consultores Gustavo Cerbasi e Robert Dannenberg e já soma 20 livros, com lançamentos de 2007 a 2010 e obras inéditas voltadas para os leitores leigos e profissionais que desejam aprimorar seus conhecimentos em Finanças. Os títulos são: A Árvore do Dinheiro, de Jurandir Macedo; A Dieta do Bolso, de Eliana Bussinger; Investindo em Opções e Sobreviva na Bolsa de Valores, de Maurício “Bastter” Hissa; As Armadilhas do Consumo, de Márcia Tolloti; 500 Perguntas (e Respostas) Básicas de Finanças e 500 Perguntas (e Respostas) Avançadas de Finanças, de Hugo Azevedo; Educação Financeira, de Cássia D´Aquino; O Sovina e o Perdulário, de Raphael Cordeiro; Como Esticar Seu Dinheiro, de Ricardo Rocha; A Bolsa para Mulheres, de Sandra Blanco; Como Chegar ao seu Primeiro Milhão, de Marco Falcone e Regina Tesima; Brasil: 100 Comentários, de Rita Mundim; Suas Finanças.com, de Marcelo Ângulo; Psicologia Econômica, de Vera Rita de Mello; Finanças Comportamentais, de Aquiles Mosca; Títulos Públicos sem segredos, de Fábio Guelfi Pereira; Como organizar sua vida financeira de Gustavo Cerbasi; Relação com Investidores, de José Marcos Treigeer; e  Formação de Investidores, de Rodrigo Puga.

Este livro já está disponível para compra on-line no submarino

Walter Furtado é economista pela UFF com MBA Executivo em Finanças pelo IBMEC-RJ e professor de pós-graduação em Mercado de Capitais no Centro Universitário UNA.  Administrador de Carteira de Valores Mobiliários autorizado pela CVM, Walter é funcionário de carreira do Banco do Brasil desde 1981 e atua há mais de 20 anos no mercado de capitais. Atualmente ocupa o cargo de Assessor Técnico de Mercado de Capitais do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG).

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Juntando as peças – liderança na prática

PUBLICADO POR Editor EM 28 abril 2010

O executivo Maércio Rezende, (CEO Syngenta Brasil, Africa, América Latina e Oriente Médio) lançou no dia 26 de abril o livro “Juntando as peças – liderança na prática”.
A obra traz uma contribuição necessária à literatura de liderança e gerenciamento, como forma de referência extremamente valiosa tanto aos aspirantes a líderes empresariais, quanto aos gestores mais experientes que desejam aperfeiçoar suas habilidades. A idéia do livro é discutir liderança no contexto de CEOs e gerentes.

“Baseando-se em conhecimentos adquiridos ao longo de uma carreira notável na América Latina e Europa, Rezende capta a essência de como ser um líder de negócios de sucesso e a transmite de maneira atraente e de fácil entendimento. O livro é uma contribuição necessária à literatura de liderança e gerenciamento escrita recentemente na América Latina. É uma referência extremamente valiosa tanto aos aspirantes a líderes empresariais, quanto aos gestores mais experientes que desejam aperfeiçoar suas habilidades”, comenta John Atkin COO global da Syngenta CP.
A idéia do livro é discutir liderança no contexto de CEOs e gerentes gerais. “Minha intenção, ao escrever o livro, foi de contribuir, preservar e descrever o que aprendi e vivi em minha experiência como executivo de empresas no Brasil e no exterior, tanto no exercício do dia a dia quanto nos momentos ou períodos de decisões estratégicas e grandes transformações, atuando como ator ou espectador e exercendo papel de liderança ou papel de liderado”, explica o autor Maércio Rezende.
A obra foi estruturada em 11 capítulos e dividida em três partes. A primeira relata a importância da abordagem integrada e o impacto do líder.  Já a segunda é destinada à descrição do desenvolvimento de uma plataforma para uma liderança efetiva (perfil e práticas do líder; pessoas; cultura e estrutura organizacional). Por fim, a parte três explica como liderar para resultados, contando com gestão da estratégia; operações; clientes; inovação e transformações. Em todos os capítulos Maércio Rezende combina a descrição de conceitos com exemplo vividos por ele na prática.
O autor visita as principais disciplinas da área de administração de empresas sob a ótica dos CEOS. Ao definir a agenda do CEO em seu papel de liderança como sendo específica e intransferível, o livro fornece uma visão ampla a respeito do que se espera de um CEO.
“Muitas empresas morreram ou deixaram de existir porque seus líderes foram complacentes ou excessivamente otimistas. Outros criaram ou salvaram empresas porque acreditaram no poder da inovação e da mudança. Os verdadeiros líderes são os que sentem sobre os seus ombros a responsabilidade do futuro das organizações que dirigem e fazem disso uma de suas prioridades. E uma boa gestão da inovação já é um bom começo”, exemplifica.

Este livro já está disponível nas principais livrarias e para compra on-line no submarino

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O mercado de capitais é um sistema de distribuição de valores com a finalidade de proporcionar rápida compra e venda de ações de empresas e agilizar seu processo de obtenção de dinheiro. Os principais títulos representam o capital de empresas -as ações- ou de empréstimos obtidos no mercado- as debêntures, que são conversíveis em ações, bônus de subscrição,dentre outros.
A movimentação desses títulos permite uma circulação financeira que promove o desenvolvimento econômico de empresas e do país.

Se esse vocabulário faz parte de seu universo ou, muito pelo contrário, parece tratar-se de outro idioma, é neste livro que muitas das respostas sobre esse assunto serão encontradas.
O autor transmite, detalhadamente, os procedimentos experimentados para que o leitor encontre informações práticas e objetivas deste vasto e tão interessante mundo das finanças.

Sobre o autor
Richard Costa Torrezan é engenheiro mecânico, formado pela EESC-USP, com MBA em Marketing e especialização em Operações e Processos pela Fundação Getúlio Vargas. Atualmente cursa MBA em Finanças pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação Getúlio Vargas.

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Concurso para Empreendedores terá monitoria de Venture Capitalists para auxiliar startups nacionais
A Intel Brasil e a Fundação Getúlio Vargas anunciam o lançamento do Desafio Brasil 2010, uma competição onde empreendedores e pequenos empresários aprendem sobre os obstáculos e oportunidades na busca por investidores e aporte de capitais. Os vencedores do Desafio Brasil representarão o país na etapa America Latina do Desafio Intel, etapa classificatória para o Desafio Intel® + UC Berkeley Tecnologia e Empreendedorismo (IBTEC), que acontece na Califórnia, no final do ano, concorrendo a prêmios em dinheiro e assessoria de empreendedores e investidores do Vale do Silício.
A etapa nacional da competição é dividida em 03 fases, onde os inscritos apresentam e defendem seus projetos para venture capitalists, professores e profissionais da indústria. Os projetos são avaliados de acordo com uma série de fatores, tais como escalabilidade, habilidade de apresentação e vendas, grau de inovação e aplicação de tecnologia e atratividade para investimentos, entre outros. Pelo menos dois projetos brasileiros serão escalados para representar o Brasil na etapa América Latina da competição, que acontece entre setembro e outubro.
“Os pontos mais relevantes da competição são promover o empreendedorismo, colocar empreendedores inovadores do Brasil em contato com experts da área de investimento em novas empresas do Vale do Silício e também de outros empreendedores de outros países da America Latina” explica Nuno Simões, Diretor de Assuntos Corporativos para a América Latina da Intel. “Os participantes do Desafio Brasil poderão se beneficiar com a experiência de apresentarem projetos para investidores, dos treinamentos oferecidos durante a competição e também do contato direto com fundos de venture capital. Acreditamos que este tipo de iniciativa é vital para formar os empreendedores do futuro.”
O Desafio Brasil – que acontece desde 2006 – foi ampliado este ano e terá etapas regionais em seis praças – São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador e Florianópolis. A expectativa dos organizadores é de que mais de 200 projetos sejam inscritos na competição.
“Apesar do atrativo da premiação em dinheiro, o que os empreendedores mais valorizam são os outros prêmios que são dados, como as consultorias que professores e empreendedores da Universidade de Berkeley dão aos ganhadores, mas também aos participantes que chegam à final da competição” explicou Márcio de Oliveira Santos Filho, Coordenador do Desafio Brasil 2010.
Em 2009, os dois projetos premiados foram na área de desenvolvimento de microprocessadores e de e-commerce. A SiliconReef de Recife-PE, campeã do Desafio Brasil 2009, desenvolveu um microchip capaz de  aumentar a eficiência na captação e armazenamento de energia disponível no ambiente (térmica,solar,mecânica, etc.) de forma compacta. Já o projeto Ninui, de Niterói-RJ, que ficou em segundo lugar, é uma plataforma de negócios especializada em mercados de nicho, envolvendo empreendedorismo, comércio eletrônico e inclusão digital. Dos seis projetos semi finalistas da competição de 2009, todos foram procurados por fundos de Venture Capital e dois receberam aportes de capital.

Veja a materia original no site da Intel através do link: http://www.antecipandooamanha.com.br/antecipandooamanha/home/post_interna.aspx?id=182

Acompanhe novas noticias sobre o Desafio Brasil pelo twitter http://twitter.com/intelbrasil

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Como tornar a empresa de pequeno porte mais competitiva

PUBLICADO POR Editor EM 28 abril 2010

O universo do marketing moderno é extremamente complexo. A variedade de nomes, expressões e ferramentas utilizadas é um território muito falado, mas pouco conhecido na prática, inclusive pelos profissionais da área. Sempre visto como algo restrito às grandes empresas, o marketing costuma assustar e inibir empresário das pequenas e médias que assim, deixa de adotar ações simples em prol do crescimento de sua empresa.

Os profissionais de marketing e comunicação são, em grande parte, responsáveis por isso. Vangloriam-se de seu conhecimento teórico (o prático não é, com a licença da redundância, “praticado” pela grande maioria) e sempre utilizam expressões em um “dialeto próprio”, chamado “marquetês” quando decidem ilustrar determinados exemplos. Isso, claro, dificulta a compreensão daqueles, digamos, “não-iniciados” no assunto.

Experimente você, dono de uma empresa de pequeno porte, pedir algumas dicas a um profissional de MKT (como o marketing é usualmente abreviado). Certamente você ouvirá termos como “target”, “budget”, “deadline”, “benchmark”, “os 4 A´s”, “os 6 P´s”, “ROI”, ou seja, a mais simples das explicações poderá se tornar um pesadelo repleto de termos imponentes e, possivelmente, incompreensíveis a você que, na verdade, só deseja melhorar o desempenho de suas vendas, por exemplo.

Realmente conhecer a fundo e dominar as ferramentas do marketing demanda tempo, estudo e, claro, oportunidade reais de colocar tudo isso em prática, trabalho, enfim, para profissionais. Mas isso não significa que você não pode utilizar as ferramentas de marketing. Ao contrário, pode e deve. Vamos falar, então, sobre um desses termos, na realidade uma sigla, que pode ajudar muito você e sua empresa, qualquer que seja o porte dela: o PDCA.

O PDCA é algo extremamente simples, e talvez por isso mesmo, pouco falado pelos “marqueteiros”, sempre preocupados com expressões mais conhecidas e de maior impacto. Por ser simples, pode e deve ser usado por você em favor de sua empresa. Mas o que vem a ser isso?

PDCA é um termo em inglês formado pelas iniciais das palavras “PLANEJAR”, “FAZER” (D, do verbo inglês “to do”), “CHECAR” e “AGIR”. Trata-se de um importante fundamento da gestão pela qualidade total. É a forma mais simples de planejar ações para o futuro e implementar mudanças. Foi desenvolvido pelos japoneses após o término da 2º guerra mundial e hoje o Japão é uma potência graças à aplicação dos conceitos da qualidade em todos os tipos de empresa. Tudo se baseia no princípio de que pessoas, processos, produtos, formas de operação e as tarefas de uma organização sempre podem ser aprimorados. Vamos explicar melhor:

1º. “P” – Planeje detalhadamente suas atividades, estabeleça metas para tudo o que for realizar, além de como realizar;
2º. “D” – Faça de acordo com o que foi planejado, pois de nada adianta apenas planejar, sem colocar o planejamento em prática. Treine e habilite seu pessoal para executar corretamente as tarefas requeridas pelo planejamento;
3º. “C” – Cheque se o que foi realizado estava de acordo com o planejamento. A checagem necessita de acompanhamento e avaliação, ou seja, crie indicadores de medição e desempenho;
4º. “A” – Aja e corrija no caso de a checagem apresentar problemas ou diferenças entre o realizado e o planejado. Descubra porque suas metas não foram atingidas.

Após essa fase, reinicie o processo PDCA, replanejando suas ações de acordo com as ações corretivas devidas. O PDCA é uma ferramenta universal de grande utilidade para o gerenciamento de seu negócio. Quer um exemplo prático? Vamos então supor que você queira conseguir cinco novos clientes fixos para sua empresa. Use, então, o PDCA:
“P” – O quê: aumentar a carteira de clientes atual com cinco novas empresas no prazo de cinco meses. Como: com sua equipe de vendas nas ruas, conseguir um novo clienteo pela qualidade total, que pode ser aplicado a qualquer empresa, incluindo as pequenas e médias, como a sua. É aforma mais simples de planejar ações para o futuro e implementar mudanças. Foi desenvolvida pelos japoneses após o término da 2ª guerra mundial. Hoje o Japão é uma potência graças à aplicação dos conceitos de qualidade em todos os tipos de empresa. A qualidade total baseia-se no princípio de que pessoas, processos, produtos, as formas de operação e as tarefas de uma organização sempre podem e devem ser aprimoradas. Vamos, pois, ao PDCA. por mês, oferecendo produtos / serviços de qualidade. Visitar duas empresas potenciais todos os dias;
“D” – Fazer o que foi planejado, começando o novo ciclo de visitas imediatamente. Dar força a este novo ciclo de vendas;
“C” – Checar o realizado com o que foi planejado, marcando as empresas novas que foram visitadas e em quantos dias isso foi feito. Avaliar quantos clientes novos foram conseguidos;
“A” – Caso a meta de obtenção de clientes não tenha sido atingida, avaliar os motivos: Visitamos um bom número de empresas? Nossa apresentação foi adequada? Temos um bom folder ou catálogo? Preciso de vendedores mais capacitados?

No mês seguinte deve-se reiniciar o PDCA, replanejando suas ações em função dos resultados obtidos. Se, por exemplo, só foram conseguidos dois novos clientes, como conseguir os outros três? Visitando mais empresas por dia? É possível que após os cinco meses você não tenha conseguido os cinco novos clientes, mas estará muito melhor direcionado para atingir seus novos objetivos.

Portanto, dono de pequena e média empresa, utilize o PDCA. Não é necessário ser um expert em marketing para isso. Ele pode ser utilizado em toda e qualquer situação que demande aprimoramento, seja ele no trabalho, em casa ou até mesmo aprimoramento individual, e por ser assim, tão amplo e tão simples, utilize-o em sua empresa, os resultados serão gratificantes e não demorarão a serem percebidos.

Marcel Antunes é publicitário e diretor da Lusko Fusko Consultoria

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REDES SOCIAIS: POR QUE INVESTIR?

PUBLICADO POR Editor EM 23 abril 2010

Foi-se o tempo em que as empresas para divulgarem seus produtos ou serviços, ou até mesmo a sua filosofia, precisava utilizar a mídia tradicional, como: TV, rádio e veículos impressos. Hoje a internet tornou-se uma aliada primordial para a aproximação entre a organização e seu público-alvo. A utilização dos portais tradicionais, com informações institucionais, já não é mais diferencial para atender um público diversificado. Por isso, cada vez mais, a aposta são as redes sociais: Youtube, Flicker, Orkut, Facebook, Twitter, Messenger e Linkedin.

Pesquisa realizada pelo Ibope Nielsen Online em dezembro de 2009, aponta que no Brasil há mais de 66 milhões de usuários na internet. Desses 80% participam de alguma rede social. Com isso o País torna-se o primeiro no mundo em tempo na frente do computador, aproximadamente 44 horas mensais. A cota brasileira ultrapassa as dos Estados Unidos, França e Japão.

Estar presente na internet, porém, já não basta. É preciso traçar estratégias para atender o internauta. O diferencial das redes sociais em relação às outras mídias está justamente na interação, em tempo real, entre a empresa e o seu público, além de conter informações sobre o comportamento do consumidor. Por isso, para não perder a chance de realizar bons negócios, a participação nas novas mídias é fundamental, senão há o perigo das empresas brasileiras ficarem para trás.

Antes de aderir às novas ferramentas é preciso planejamento, pois com ele, a organização vai saber qual o melhor momento, local e que tipo de informação é útil para o seu público-alvo, além de saber a hora de interagir. Também a participação nas redes sociais exige pessoas treinadas, recursos tecnológicos, tempo e investimento na inovação e aprimoramento, seja no rosto da página disponibilizada na internet, seja na  qualidade da comunicação com seu público, entre outras estratégias.

Participar das redes sociais é a oportunidade para as empresas conhecer novos clientes, prospectar negócios, ver novas tendências, estabelecer canais de comunicação e compreender o comportamento dos consumidores. Para isso há a necessidade de ter profissionais que entendam desse ambiente, pois eles estarão aptos a estabelecer estratégias específicas às novas mídias digitais. Isto sem esquecer que os veículos de comunicação tradicionais também são úteis para atingir os objetivos pretendidos. O aparecimento de novas formas de interação nos indica que há outros recursos disponíveis para fazer a mensagem chegar ao receptor.     

Além se ser um ambiente bom para os negócios, a utilização de redes sociais é importante para incrementar o networking tanto profissional como pessoal. O que contribui para isso é a interação entre os usuários, a segmentação e a visibilidade para expor opiniões, gostos e objetivos. Mas, antes de fazer qualquer post, é preciso tomar várias precauções: pense no que vai ser publicado, porque depois será tarde para mudar; seja transparente, não conte mentiras, pois falsos testemunhos trarão danos à sua imagem; não seja inconveniente, por exemplo, ao colocar mensagens irrelevantes no Twitter aos seus seguidores, do tipo “o que está fazendo a todo instante”; não esqueça, erros podem acontecer, quando ocorrer, assuma.  

Outro ponto que contribui para o networking nos meios eletrônicos é a facilidade, a rapidez e a instantaneidade em que são construídas as redes de relacionamentos que atendem os interesses pessoais e profissionais. Mas não se esqueça que o seu uso é um facilitador para conhecer novos contatos e nunca deve substituir o contato pessoal. A utilização de meios, como: visitas, almoços, cartas e feiras de negócios, ainda são formas necessárias para conseguir para o relacionamento interpessoal.  

Antes de aderir à nova tecnologia, avalie se ela vai acrescentar valor à sua marca, defina objetivos claros, tenha uma equipe preparada. Em um ambiente novo e sem fronteiras como esse, é preciso estar preparado para enfrentar desgastes que podem ocorrer, além de estar pronto para atender seus novos cyber contatos.  A precaução assegura uma comunicação correta, decente, honesta e confiável com seu público-alvo.

Lembre-se que o homem é um ser social, criado para viver em grupos, portanto, neste contexto, faço minhas as palavras do filósofo grego Aristóteles: “uma andorinha só não faz verão!”
*Clarice Pereira é jornalista, formada pela USP – Universidade de São Paulo e especialista em marketing, pela ESPM – Escola Superior de Propaganda e Marketing. Atualmente comanda a LINK Portal da Comunicação (www.linkportal.com.br)

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Controle financeiro on-line

PUBLICADO POR Editor EM 23 abril 2010

Para se ter um bom controle financeiro e sair do vermelho, primeiramente você terá que fazer um diagnóstico da sua saude financeira, e um passo obrigatório é ter na ponta do lapis (ou há um clique do mouse) todas as suas dividas, entradas e saidas de dinheiro. Não importa se este controle será feito em um caderno, uma planilha eletrônica, ou como um amigo faz, comprou um legitimo livro caixa e anota diariamente tudo juntamente com sua esposa.

Existem diversos modelos de planilhas Excel disponíveis para download. Há também verdadeiros softwares que além dos dados estatisticos, apresentam o diagnóstico financeiro de forma gráfica o que ajuda muito na hora de identificar  o que está consumindo mais o seu orçamento.

Pretendo apresentar ao usuário vários destes sistemas, inclusive se você for usuário de algum outro sistema você pode comentar no formulário abaixo do post para que eu possa testa-lo também e fazer a divulgação.

O que eu vou citar hoje é o Minhas Ecônomias que após cadastro bem simples você já pode começar a lançar sem complicações todos os debitos e creditos.

Saiba um pouco mais:

O MinhasEconomias nasceu a partir dos pedidos de amigos e familiares que queriam não só dicas sobre finanças pessoais, como também aprender a controlar o dinheiro. Como os controles eram feitos em planilha Excel, e cada um dos sócios tinha a sua, havia uma certa dificuldade para repassá-los para a realidade de cada pessoa que pedia ajuda: alguns não sabiam trabalhar no Excel e outros sabiam apenas o básico, insuficiente para lidar com gráficos e relatórios. Com a experiência e conhecimentos conjuntos em tecnologia, controle e mercado financeiro, os três ex-colegas do ITA resolveram unir as forças.
O site é totalmente gratuito e baseado na web, o que faz com que não seja necessário instalá-lo, podendo ser acessado de qualquer lugar que tenha uma conexão com a internet. Não há o que temer em relação à segurança das informações pois os dados trafegam criptografados e o  cadastro é anônimo. Além da ferramenta de controle e planejamento financeiro, há também um blog com dicas e artigos de finanças pessoais, além de vídeos tutoriais, FAQ e mini-cursos que ensinam a usufruir do sistema da melhor maneira.

A maioria das ferramentas de controle financeiro é voltada apenas para o controle de gastos. No entanto, isto não é suficiente para que se possa organizar bem a vida financeira. Uma boa ferramenta deve oferecer também meios de se estabelecer e acompanhar metas de receitas e despesas, possibilitar um bom planejamento financeiro com a projeção de saldos de contas e ajudar o usuário a planejar suas conquistas e transformar sonhos em realidade.

No MinhasEconomias, pode-se estabelecer metas de despesas e acompanhar mês a mês, ou então no acumulado do ano, o “desempenho” no orçamento doméstico. Pode também verificar se sua conta-corrente ficará com o saldo negativo no futuro próximo ou então se o limite de seu cartão de crédito irá estourar. Além disso, para aqueles que misturam suas finanças pessoais com as de seu trabalho, a ferramenta permite que se gerencie tanto suas contas pessoais quanto profissionais.
Por fim, para que se possa compreender sua situação financeira, o MinhasEconomias disponibiliza diversos gráficos e relatórios, para que se possa analisar detalhadamente as finanças pessoais. E isto não é tudo, pois mais novidades estão vindo por aí.

Conheça o sistema no site www.minhaseconomias.com.br

Este espaço está aberto para colaboração de qualquer desenvolvedor de software gratuito ou pago, envie seu release.

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Oito Séculos de Delírios Financeiros

PUBLICADO POR Editor EM 16 abril 2010

O livro Oito séculos de delírios financeiros oferece a perspectiva do que se precisa saber sobre uma crise econômica mundial, trazendo uma história quantitativa das crises financeiras em suas várias manifestações.
Fundamentado em análises e em dados de amplo espectro, os autores Carmen Renhart e Kenneth Rogoff demonstram que as precipitações financeiras eclodem com freqüência, intensidade e duração surpreendentes e que se aglomeram com consistente regularidade. Além disso, examinam os padrões de choques cambiais, de surtos de alta inflação, de hiperinflação, de calotes e dívida pública externa e interna – assim como os ciclos de preços de imóveis e de ações, de fluxos de capital, de desemprego e de arrecadação tributária, em torno desses episódios. Embora países acabem transpondo suas tempestades financeiras, os autores advertem que a memória débil ou seletiva facilita em muito a reincidência das crises.
“Por mais diferente que sempre pareça o último delírio financeiro ou a mais recente crise financeira, sempre se constatam semelhanças impressionantes com as experiências passadas de outros países e da história” afirmam os autores.
Com uma abordagem completa e profunda, os autores demonstram total domínio da história, da teoria e da análise empírica de eventos econômicos e financeiros, abordando crises de todos os tipos. O tema é debatido de forma exaustiva e bem organizada e agrega valor mesmo àqueles que viveram ou conhecem bem os vários momentos de crise que tivemos no Brasil ao longo da nossa história.
O reconhecimento dessas analogias e precedentes é passo essencial para aprimorar nosso sistema financeiro global, com os objetivos tanto de reduzir o risco de crises futuras, quanto de lidar melhor com as catástrofes quando elas ocorrerem.

Editora: Campus-Elsevier
categoria: Educação / Referência – Sociedade e Política
Páginas: 504

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