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Planeta Money

Ajudando você a sair do vermelho

Arquivo de maio, 2010

Maio/2010 – Saber lidar com o dinheiro é indispensável para o bem estar de cada pessoa. Ter acesso à educação financeira nos possibilita consumir com inteligência e sem exageros, nos ensina a programar despesas e investir adequadamente independente da classe social, basta ter renda. Através da educação financeira, as pessoas passam a ter um novo olhar sobre si, reveem valores, questões éticas e cuidado com o próximo, pois passam a entender que todas as pessoas estão interligadas e que se não adquirirmos comportamentos responsáveis, através de escolhas financeiras inteligentes, do consumo consciente, estaremos promovendo o pensamento e o modelo de escassez pelo mundo. Mas, muitos brasileiros, independente de sua faixa salarial não estão acostumados a planejar, a identificar o que é necessidade, a se preparar para um possível período de crise financeira e a consumir com responsabilidade. O endividamento pessoal e até familiar no que diz respeito ao uso desenfreado do cartão de crédito, empréstimos financeiros e inadimplência generalizada, são alguns dos grandes problemas que estamos acostumados a enfrentar.

Então, a questão se torna ainda mais profunda e complexa, pois é preciso educar uma nova sociedade para que os diversos aspectos da educação financeira sejam disseminados, iniciativa que deve ser coordenada através de parcerias, entre governo, ONGs, instituições financeiras e escolas.

Dessa forma, a ideia da educação financeira nas escolas poderá ser colocada em prática beneficiando muitas crianças e jovens em todo o País, através da capacitação adequada de professores e do desenvolvimento de material educativo dinâmico e informativo. Essa é a opinião de Silvia Alambert, educadora financeira e fundadora da The Money Camp no Brasil.

Ela explica que muito se fala sobre a importância da educação financeira para crianças nos dias atuais e que a mesma deve iniciar desde cedo. Acontece, porém, que a percepção que muitos têm é que se deve ensinar os princípios sobre como ganhar dinheiro, planejar (sonhar), gastar dinheiro sobre poupança e investimento e a importância de compartilhar. “ Existem muitos mais fatores envolvidos na educação financeira do que somente a visão simplista dos pilares da administração do dinheiro”, destaca Silvia Alambert.

Silvia Alambert explica que para trabalhar o desenvolvimento de um Ser Sustentável é preciso fazer com que as pessoas compreendam que é possível realizar seus sonhos e manter suas conquistas ao longo do tempo, que compreendam que fazem parte de uma relação de interconectividade com as outras pessoas e com o mundo à sua volta e a educação financeira pode ajudar na promoção do equilíbrio entre o SER-FAZER-TER. “Quando estes valores são invertidos, o ser se desequilibra emocionalmente e se sente em um vazio que parece somente ser suprido quando ele possui bens materiais no presente, sem se preocupar com o seu próprio futuro e o futuro da humanidade. É como se a pessoa vivesse somente no “aqui e agora”, sem se preocupar ou cuidar de nada e de ninguém, nem consigo próprio”, finaliza Silvia Alambert.

Silvia Alambert considera que ainda é preciso muita mobilização das pessoas envolvidas com a educação financeira, mas, ao mesmo tempo, informa que o conceito já mostra sinais de aceitação na sociedade. No próximo mês de agosto, por meio de uma parceria entre The Money Camp e ITESA (Instituto de Tecnologia Social Aplicada), o projeto “Educação Financeira para Todos”, será aplicado para 250 crianças em situação de vulnerabilidade socioeconômica, entre 6 e 17 anos, na região Metropolitana do Estado de São Paulo. As duas entidades envolvidas nesta iniciativa levarão os benefícios da educação financeira por todo o País, nos próximos meses, também, por meio de parcerias com órgãos governamentais, ONGs, escolas e empresas.

Perfil – Silvia Alambert – Silvia Alambert, empresária, sócia-diretora da The Money Camp Brasil, programa de educação financeira para crianças, jovens e adultos. Formada em Secretariado Executivo Bilíngue , professora de inglês certificada pela Cambridge University, Londres, membro da Associação Internacional para a Cidadania e Educação Econômica e Social (IACSEE), única educadora financeira licenciada no Brasil pela Creative Wealth International para transmitir os conceitos e metodologia do programa The Money Camp e certificar multiplicadores no país.

Perfil – The Money Camp – The Money Camp é um programa de educação financeira que surgiu nos Estados Unidos em 2002. Após ler uma reportagem em um jornal de grande circulação em São Paulo, a empresária Silvia Alambert se interessou pelo assunto e viajou para os Estados Unidos para conhecer o trabalho e participar do curso para treinamento de professores, ministrado por Elisabeth Donati , fundadora do curso The Money Camp. Desta forma, Silvia foi treinada e certificada para coordenar o programa Money Camp no Brasil, cuja iniciativa foi lançada oficialmente no dia 20 de dezembro de 2006, em um evento promovido para profissionais da área de educação.

Através de um método inovador, conhecido no Brasil como Emotopedia (método que tem como objetivo mobilizar as potencialidades humanas para alcançar objetivos e desenvolvido pelo Prof. Dr. Luiz Machado) alinhada a Aprendizagem Acelerativa, cada aluno participante do curso passa a ter um novo olhar com relação ao seu planejamento de vida futuro e recebe conhecimentos necessários para que passe a realizar escolhas financeiras de forma inteligente e saudável. Os cinco pilares da administração do dinheiro – fazer dinheiro, poupar, investir com sabedoria, gastar com inteligência e compartilhar – são tratados dentro do universo dos alunos que aprendem, entre outras coisas, a administrar seus recursos para viverem um futuro de forma planejada e tranquila. ‘A educação financeira deve servir como ferramenta para a formação consciente do cidadão com relação à linguagem do dinheiro e tipos e formas de investimento’, ressalta Silvia.

A metodologia utilizada no programa The Money Camp’ está alinhada com as modernas descobertas no campo cognitivo (Ensino para a Compreensão, Teoria das Múltiplas Inteligências) com as diretrizes da UNESCO em seus quatro pilares da educação no século XXI: Aprender a SER, Aprender a APRENDER, Aprender a FAZER e Aprender a CONVIVER. A transmissão de todo o conteúdo financeiro é realizada de forma simples e divertida, tornando o curso envolvente e dinâmico, a fim de tornar a linguagem densa do mundo financeiro em um processo natural de aprendizagem.

É importante ressaltar que o programa The Money Camp foi adaptado à realidade brasileira e dispõe de profissionais altamente qualificados nas áreas de economia, psicopedagogia e matemática. O programa único em educação financeira para crianças e jovens da Money Camp vem se expandindo pelo território brasileiro e, em breve, crianças e jovens de mais dois importantes centros urbanos terão a oportunidade de receber os conhecimentos do programa de educação financeira The Money Camp. www.themoneycamp.com.br

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Publicado pelo terceiro ano consecutivo, o relatório “Global Enabling Trade Report 2010” fornece dados qualitativos a respeito das instituições e do ambiente de negócios nos países além de indicadores relacionados ao comércio exterior.

No Brasil, a pesquisa é desenvolvida em parceria com o Movimento Brasil Competitivo (MBC) e Fundação Dom Cabral.

O World Economic Forum divulga hoje (19/05) relatório inédito com o ranking de Viabilidade Comercial Global de 125 países pesquisados. O documento, no Brasil elaborado em parceria com o Movimento Brasil Competitivo (MBC), traz a visão de empresários com relação às práticas de comércio internacional adotadas em seus países em 2009. O Brasil se manteve estável, na 87ª posição no ranking.

“O Brasil conseguiu bom resultado com a manutenção da posição no ranking. Isso evidencia a força da economia brasileira, que não apenas recuperou-se muito rapidamente da maior crise internacional desde 1929, como também o fez sem necessitar de quaisquer medidas protecionistas sobre nossas atividades de comércio exterior”, afirma Erik Camarano, diretor presidente do Movimento Brasil Competitivo.

O “The Global Enabling Trade Report” disponibiliza informações capazes de nortear discussões e aponta uma série de atributos a serem desenvolvidos para facilitar o comércio entre nações. O principal indicador apresentado, o IVC, incorpora instituições e políticas públicas que facilitam o livre fluxo de bens entre os países. Para se chegar ao resultado, o WEF combina dados estatísticos de fontes públicas e resultados da Executive Opinion Survey (EOS) – pesquisa desenvolvida em parceria com sua rede de organizações ao redor do mundo.

Por meio da identificação de obstáculos e elementos básicos do comércio exterior, o relatório contribui para o fortalecimento da recuperação financeira. Para viabilizar as negociações, os países concedem uma série de benefícios a seus parceiros comerciais, promovendo crescimento econômico.

De acordo com os resultados obtidos, as economias asiáticas (Singapura e Hong Kong) continuam a ocupar as primeiras posições, seguidas pela Dinamarca, Suécia e Suíça. A Nova Zelândia sobe cinco posições, para o sexto lugar. Noruega, Canadá, Luxemburgo e Holanda completam a lista dos 10 países mais bem colocados. A Islândia entra pela primeira vez para o ranking, na 11ª posição, e a Finlândia cai para a 12ª posição.

Do grupo das maiores economias mundiais, a Alemanha apresenta o melhor desempenho, na 13ª posição, à frente dos Estados Unidos, que caíram três posições, para 19º lugar. China (48º) e Brasil (87º) permanecem estáveis enquanto a Turquia (62º), Índia (84º) e Rússia (114º) caem no ranking.

Com relação aos temores à adoção de barreiras protecionistas no período de crise e incertezas em relação à economia mundial, o documento confirma que a maioria dos países não aplicou medidas comerciais para proteger seus mercados internos.

Camarano disse ainda que o fato de estar em 87º lugar não deve ser visto como um negativo. Isso demonstra, segundo ele, que o Brasil também é uma economia voltada ao mercado interno, que tem crescido de forma sistemática. “Não faz sentido a comparação da posição brasileira com países extremamente pequenos, como Singapura e Hong Kong, nos quais o fluxo de comércio supera em muitas vezes o Produto Interno Bruto destas regiões”, afirmou.

“O dado positivo da manutenção do Brasil no ranking fica evidente quando verificamos que outros países emergentes, não só na América Latina, perderam posições. É o caso de Venezuela, Bolívia, Guatemala, Índia e África do Sul”, completou o executivo.

A leitura do relatório na integra pode ser feita na página do MBC, no seguinte endereço: www.mbc.org.br.

Sobre o Movimento Brasil Competitivo

O Movimento Brasil Competitivo foi criado em 2001 para incentivar o desenvolvimento contínuo das organizações públicas e privadas, tornando-as ainda mais competitivas no cenário nacional e mundial. Seu propósito, como uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), sem fins lucrativos, é elevar a qualidade de vida dos brasileiros, otimizando a produtividade de empresas e órgãos públicos de maneira sustentável.

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Nestra tradução lançada pela Novatec, o livro “Art of Community” de Jono Bacon, gerente do Ubuntu – maior comunidade de software aberto do mundo – ensina como as Comunidades Virtuais funcionam e como torná-las produtivas e colaborativas.
Destinado a gerentes de comunidades profissionais, voluntários e líderes comunitários, organizações comerciais, desenvolvedores de código aberto, profissionais de marketing e ativistas, este livro é uma fonte valiosa de novas ideias e uma ferramenta de marketing poderosa.

Sobre o autor
Jono Bacon é um gerente de comunidades premiado, consultor e autor de quatro livros. Também mantém um dos mais populares blogs sobre software de código aberto.

Compre este livro diretamente no site da Editora

Dados do livro:
Autor: Jono Bacon
ISBN: 978-85-7522-223-2
Páginas: 432
Ano: 2010
Valor: R$ 89,00

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Nova ferramenta para ganhar dinheiro na Web

PUBLICADO POR Editor EM 19 maio 2010

Uma nova ferramenta promete novos ganhos para quem trabalha com Monetização em blogs, trata-se do Click-on que oferece R$ 10,00 para cada venda efetuada através do seu relacionamento, seja ele no Twitter, Orkut, Facebook ou indicação direta via e-mail.

É um portal de ofertas instantâneas que o usuário tem um determinado período para adquirir os produtos com preços com grandes descontos, por exemplo, hoje pela manhã eles estavam oferecendo ingressos do Cinemark de R$ 18,00 por R$ 3,60 válidos por 6 meses em qualquer sessão.

Além da divulgação em Blogs o usuário pode também indicar as promoções no Facebook, Orkut, Twitter ou e-mails com links personalizados.

Veja o release do lançamento do Click-on na integra:

Investidor do Skype e Facebook, o alemão Klaus Hommels captou R$ 17 milhões e decidiu apostar no potencial da Internet brasileira. Aliou-se ao também alemão, Oliver Jung e à A5 Investimentos do veterano do e-commerce brasileiro, Paulo Humberg, para juntos viabilizarem a criação do ClickOn (www.clickon.com.br), site que já está sendo visto como a segunda geração do comércio eletrônico. O serviço reúne ofertas únicas diárias, com até 80% de desconto, em restaurantes, clínicas de beleza e estética, academias, shows, teatros, atividades esportivas e muito mais.

A equipe do ClickOn ainda inclui os sócios Marcelo Macedo, vindo do Morgan Stanley, como  CEO, e João Ramirez, que co-fundou o Migux – a maior rede social construída no Brasil – e foi gerente geral de conteúdo do UOL, como diretor de marketing. “Montamos um time de peso, com os melhores profissionais das mais diferentes áreas, e nos estruturamos para ter no Brasil o mesmo sucesso do Groupon, que virou referência mundial”, diz Macedo.

O segredo para garantir preços atraentes está no modelo: a oferta é efetivada quando um número mínimo de compradores é atingido. E o próprio usuário pode ajudar a divulgá-la por meio de mídias sociais como Orkut, MSN, Facebook e Twitter. Após a compra, o ClickOn (comprovante de compra) a ser apresentado ao estabelecimento é enviado por email.

O objetivo do ClickOn é oferecer o melhor de cada cidade, sempre com preços atraentes, de forma simples, segura e divertida. Os paulistanos são os primeiros a desfrutar do novo modelo de vendas e até o final deste ano o serviço também estará disponível nas principais cidades brasileiras, incluindo Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador, Recife e Fortaleza. “Para isso, em um ano de operação, a nossa equipe já estará com mais de 60 pessoas”, prevê Macedo.

Visite o site Clickon e cadastre-se

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Brasileiros aumentam o consumo e as dívidas

PUBLICADO POR Editor EM 18 maio 2010

A retomada do crédito no período pós-crise elevou em 40% o número de brasileiros com dívidas acima de R$ 5 mil. Além disso, 25,7 milhões de consumidores brasileiros recorreram a empréstimos com valores acima desse valor, ou seja, cerca de 20% dos brasileiros com mais de 16 anos têm dívidas que equivalem a, pelo menos, quatro vezes a renda média nacional mensal, segundo dados divulgados pelo Banco Central nesta terça-feira, 18.

De acordo com o professor de finanças da FGV-EAESP, Fabio Gallo Garcia, a compra de bens duráveis é um dos motivos para esse endividamento dos consumidores brasileiros.

“Atualmente, os consumidores têm grande propensão ao consumo de bens duráveis como carros, motos, TVs de tela plana e computadores, que custam mais de R$ 5 mil. Somando-se a isso, há também a falta de planejamento financeiro, que contribui ainda mais para o aumento do  endividamento.”

Segundo Garcia, a tendência para os próximos meses é que o governo adote medidas para inibir a aceleração do consumo. “As autoridades monetárias já começaram a lançar mão de instrumentos para segurar o crescimento do consumo e, potencialmente, reduzir o endividamento. Um exemplo dessas ferramentas é o aumento da taxa Selic, que acarreta a alta dos juros.”

Para finalizar, o professor aconselha que é preciso fazer um planejamento financeiro familiar rigoroso. “É necessário construir o orçamento familiar, considerando todas as receitas e despesas da casa. Com base nessa organização, deve ser verificado em que itens é possível economizar e só fazer novas dívidas que de fato caibam no bolso”, explica Garcia. E exemplifica: “Se você está pensando em comprar a casa própria, não pode comprometer mais do que 30% da renda mensal para o pagamento das prestações. Para a compra do carro, apenas o que couber no orçamento, já descontando todos os gastos que o carro traz como combustível, seguro, estacionamento, revisão mecânica”.

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Livro da editora Campus-Elsevier Sob a Lupa do Economista dos autores Carlos Eduardo Gonçalves e Mauro Rodrigues.

Neste livro, os autores usam o instrumental do economista para tratar de uma gama variada de temas que vão desde questões cotidianas, como o alto preço da pipoca no cinema, até outras ligadas a políticas públicas, como a conseqüência do voto feminino para o tamanho dos gastos do governo.
Os autores procuraram, assim, inserir questões curiosas como a relação entre desenvolvimento econômico e a presença de mosquitos nas colônias da América; associações divertidas como a disputa por carne entre as feras da savana africana; a dificuldade de se vencer a inflação; entre outros.
Sob a Lupa do Economista pretende ensinar o leitor leigo a ver e pensar os eventos do dia-a-dia com o arcabouço de raciocínio do economista, de modo que ele aprenda e se divirta ao mesmo tempo.

Sobre os Autores:
Carlos Gonçalves é graduado em Engenharia pela Universidade de São Paulo, mestre em Economia pela Universidade de São Paulo e doutor em Economia pela Universidade de São Paulo com sandwich na Universidade de Boston. Atualmente, é professor da Universidade de São Paulo e subsecretário da ANPEC. Atua como pesquisador nas áreas de Política Monetária, Economia Política e Desenvolvimento Econômico.

Mauro Rodrigues, PhD em economia pela University of California, Los Angeles, é pesquisador e professor do curso de economia da FEA-USP, onde também exerce o cargo de vice-coordenador de pós-graduação. Como docente, atua principalmente em cursos na área de macroeconomia, tanto na graduação como na pós-graduação. Suas áreas de pesquisa são economia internacional, crescimento e desenvolvimento econômico, com enfoque especial sobre a economia da América Latina.

Vale a pena conferir.

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Acontece amanhã, dia 15, a segunda edição do Investcamp

PUBLICADO POR Editor EM 14 maio 2010

Aqui vai meu apoio para o Investcamp, uma iniciativa do Blog Dinheirama e que eu acredito ser muito importante para o desenvolvimento do conhecimento em investimentos. Parabéns a Polvora e ao Dinheirama.

O InvestCamp é uma iniciativa do blog Dinheirama, em parceria com a Polvora! Comunicação e o home broker Link Trade. Projetado na mesma estrutura livre e gratuita dos BlogCamps e BarCamps, o evento reuniu no ano passado pessoas de todo o país. No mês de maio acontece a segunda edição do evento, reunindo blogueiros que escrevem sobre investimentos, especialistas do mercado financeiro em diversas áreas e qualquer pessoa que tenha interesse em conhecer mais ou debater sobre finanças em geral.

O evento acontece no dia 15 de maio, das 13h às 18h e a programação inclui debates sobre planejamento, economia, negócios e investimentos. O foco do evento é na educação financeira, tanto para o público iniciante quanto para o avançado no tema. Dessa vez, além de espaços livres para debates, teremos uma mesa de especialistas para responder aos questionamentos dos participantes.

Acompanhe mais informações no site www.investcamp.com.br. A entrada é gratuita, com inscrições antecipadas. As vagas, porém, são limitadas.

Adriano Trotta – Polvora! Comunicação

Fone: (11) 2244-5928 – trotta@polvoracomunicacao.com.br

www.polvoracomunicacao.com.br

Na mediação dos debates, contaremos novamente com Conrado Navarro, bacharel em Ciência da Computação, MBA em Finanças e autor do blog Dinheirama: dinheirama.com/blog.

Onde e quando?

Dia 15 de maio de 2010

Espaço The Hub – R. Bela Cintra, 409

São Paulo – SP

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Em nosso país 1,7 milhão de pessoas economicamente ativas estão desempregadas nas regiões metropolitanas, onde o IBGE faz a medição de seus índices. Com tantos concorrentes assim, a pergunta que fica no ar é como destacar-se no mercado para conseguir a tão almejada oportunidade de emprego?

Uma vez em que grande parte dos candidatos possui as condições mínimas e obrigatórias, o que leva o gestor a escolher entre um e outro? Para essa tarefa, geralmente, o recrutador vai além da seleção objetiva e passa a analisar os diferenciais de cada pessoa. Isso implica dizer que a empresa está interessada também nas características comportamentais deste futuro profissional, buscando encontrar no processo seletivo atos que revelem detalhes sobre sua maneira de agir e pensar.

Entre os aspectos mais avaliados em uma seletiva estão a capacidade de desenvolver trabalhos em equipe, o interesse em manter relacionamentos interpessoais harmoniosos, autoconfiança, competências para ser um bom líder e promover ações que demonstrem proatividade.

Se você possui todas essas características, além outras positivas, parabéns! Provavelmente, estará um passo à frente dos demais interessados na vaga, mas precisa saber comunicar isso ao avaliador. Caso se considere frágil em um determinado ponto importante para o desenvolvimento de sua carreira, não entre em crise. Nunca é tarde para promover o crescimento pessoal e reconhecer seus pontos fracos é o primeiro passo para a criação de um bom planejamento de recuperação.

Esse tipo de análise pode ser feita de diversas maneiras. Uma delas é o método de perguntas e respostas, comum na grande maioria das entrevistas, para que você diga quais são suas características positivas e as que precisa melhorar. Neste caso, não será avaliado apenas a sua resposta, mas a sinceridade transmitida e sua explicação. Outro forma de desvendar o comportamento do candidato é a dinâmica de grupo, muito utilizada para avaliar a maneira de agir das pessoas em uma determinada situação. É neste momento que sua personalidade virá à tona e, por isso, mantenha a calma e saiba mostrar o melhor de si.

Os projetos pessoais também servem como fonte para a conclusão do recrutador. A realização de trabalhos temporários ou voluntários é um importante indicador sobre o perfil do candidato. Mas lembre-se: caso esse tema não faça parte da entrevista, ele poderá passar despercebido. Sendo assim, aproveite a melhor oportunidade e apresente suas ações em prol do outro e da sociedade.

Atualmente, ao contrário do que muitos pensam, as experiências anteriores não são o ponto mais importante para a tomada de decisão. Muitas vezes, dependendo do cargo e das tarefas a serem cumpridas, é mais válido contratar alguém que não tenha tido contato com a área, mas que, por exemplo, demonstre vontade de trabalhar e boa capacidade de aprender, ou seja, que apresente as características comportamentais desejadas pela empresa.

Caso queira conquistar uma nova oportunidade de emprego, avalie todas essas questões e reflita quais são seus pontos positivos e o que ainda precisa desenvolver. Como qualquer empresa que deseja se manter bem sucedida no mercado onde atua jamais deixa de buscar a excelência para continuar na frente da concorrência, você também deve sempre buscar seu aprimoramento pessoal e profissional.

Renato Grinberg é diretor Geral do portal de empregos Trabalhando.com.br e especialista em carreiras e mercado de trabalho.

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