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Planeta Money

Ajudando você a sair do vermelho

Arquivo de agosto, 2010

Money Jornal completa um ano

PUBLICADO POR Editor EM 26 agosto 2010

Jornal gratuito idealizado pelos criadores da Expo Money chega à 12ª edição com muito energia

O Money Jornal, primeiro jornal de educação financeira e investimentos, completa um ano em agosto, conferindo a credibilidade da marca Expo Money.  São 50 eventos, 50 newsletters, 2.200 palestras, e 13 edições do Money Jornal, que comemora seu primeiro aniversário desdobrando o tema “energia” nas editorias que compõem o jornal, sempre com foco nas finanças pessoais e investimentos. Do ciclo que faz a economia girar até aos bons dividendos pagos pelas empresas do setor.

A comemorativa edição 12 lança uma promoção inédita. Uma Coleção Expo Money de livros será o prêmio para incentivar o leitor a contar como a Expo Money entrou em sua vida e conhecer as variadas histórias de participantes do circuito de eventos.

Lançado em agosto de 2009, quando o mercado sinalizava otimismo, a publicação chegou para suprir uma lacuna – oferecer informação mensal direcionada com foco no investidor individual. Com doses de assuntos técnicos, educativos e notícias relevantes, com apoio de consultores, escritores e experientes profissionais do mercado, o Money Jornal trata o tema investimento de forma leve, acessível e útil.

A publicação mensal é distribuída gratuitamente nos principais cruzamentos de São Paulo, roda o Brasil com o circuito de eventos Expo Money e é enviado a um mailing dirigido. São 20 mil exemplares percorrendo as mãos de leitores interessados em organizar suas finanças e aprender sobre investimentos. Atinge variados perfis, mas a maioria dos leitores é de homens (67%) entre 26 e 34 anos (36%). Está disponível também em www.moneyjornal.com.br

O que é Expo Money?

É um evento de educação financeira e investimentos, voltado para todas as pessoas interessadas em administrar as próprias finanças  e investir. Totalmente gratuita, a Expo Money percorre 11 capitais do Brasil, levando palestras educacionais e didáticas com diversos especialistas, além das empresas do mercado financeiro. Em 2007, o evento também lançou a Coleção Expo Money, uma série de livros com os palestrantes do evento. São 26 títulos e cinco deles serão lançados em setembro 50ª edição do evento que acontece em São Paulo.

8ª Expo Money – São Paulo

Local: Centro de Convenções Transamérica

Av. Dr. Mario Vilas Boas Rodrigues, 387

Datas e horários:

23 e 24 de setembro de 2010 – 13h às 22h

25 (sábado) de setembro de 2010 – 12h às 20h

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Reinventar-se é preciso

PUBLICADO POR Editor EM 5 agosto 2010

Ter a coragem de se reinventar não é para qualquer um. A simples ideia de mudar radicalmente o ramo de atuação, ou de operar uma profunda transformação nos métodos de uma empresa, pode assustar até o mais arrojado dos investidores. Ainda assim, há aqueles que ousam – e suas histórias de sucesso são inspiradoras.

Quem vai ao cinema e se diverte com desenhos animados como Toy Story e Wall-e talvez nem imagine que, quando começou, a Pixar nem sonhava ser um estúdio de animação. Comprada por Steve Jobs (o todo-poderoso co-fundador da Apple) em 1986, por apenas 5 milhões de dólares, o negócio da Pixar era desenvolver hardware: seu carro-chefe era o Pixar Image Computer.

Apesar de conquistar um importante cliente – a Walt Disney Pictures –, a máquina não fazia grande sucesso. Para tentar alavancar as vendas, um dos funcionários da empresas, John Lasseter, produzia curtas animados que procuravam mostrar o potencial do aparelho. Além disso, a Pixar entrou para o ramo de softwares em parceria com a Walt Disney, desenvolvendo o CAPS, programa de colorização de animações tradicionais.

Em 1991, a Pixar assinou um contrato de 26 milhões de dólares com a Disney, pelo qual se comprometia a realizar três longas animados. O primeiro foi Toy Story, lançado em 1995.

O sucesso estrondoso da animação fez a empresa mudar de vez seu ramo de atuação. Os projetos de hardware foram definitivamente substituídos pela missão de fazer longas animados inovadores. Em 2006, a Disney comprou a Pixar por 7,4 bilhões de dólares, e Jobs se tornou o maior acionista individual  da gigante de entretenimento.

Outra empresa que se reinventou para melhor foi a Hewlet-Packard. Fundada em 1939 por Bill Hewlett e Dave Packard, dois estudantes da Universidade Stanford, a empresa teve um investimento inicial de 538 dólares – o suficiente para montar, numa garagem, o oscilador de áudio que foi o primeiro produto da marca. Na década de 50, os contadores de frequência da HP responderam pelo faturamento de bilhões de dólares.

A primeira revolução aconteceu em 1968, com o lançamento da HP 9100A, uma calculadora de mesa que permitia armazenar programas em cartões magnéticos e efetuar complexos cálculos científicos. Em 1972, mais uma inovação marcante chacoalhou o mercado: nascia a primeira calculadora de mão da marca.

Em 1980, a HP tornou a se reinventar e colocou no mercado seu primeiro computador pessoal, o HP-85, e a primeira impressora a laser. Com as inovações acontecendo em ritmo cada vez mais acelerado, a empresa acompanhou cada nova demanda de mercado sem medo de ousar. Em 2002, fundiu-se com a Compaq, o que lhe permitiu agregar uma equipe especializada em soluções computacionais.

A exemplo dessas duas multinacionais, muitas outras empresas expandem ou simplesmente mudam de área conforme o mercado evolui. No Brasil, temos casos bem-sucedidos de mudanças de foco, de abordagem do público e também de linhas de produtos, que permitiram a companhias aparentemente falidas se reerguerem mais fortes do que nunca. Afinal, progredir e mudar são atitudes infinitamente mais inteligentes do que estacionar no tempo e tornar-se obsoleto. Numa época de grandes e rápidas transformações, reinventar-se é preciso – e o empresário de hoje pode e deve estar atento a essa necessidade.

*Texto: Eduardo Pocetti é CEO da BDO, quinta maior rede do mundo em auditoria, tributos e advisory services.

Fonte: Camila Del Nero – Oficina de Comunicação

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A Soft Trade – Soluções para Recursos Humanos, tradicional empresa especialista em tecnologia para gestão de RH, lançará no CONARH ABRH 2010 a versão 2.0 do FatoR H/Web – reconhecido como uma das melhores soluções para administração de Recursos Humanos do mercado.

A versão 2.0 do FatoR H/web muda substancialmente a forma como o produto será gerido e atualizado a partir de agora. Atualizações e correções poderão ser aplicadas individualmente e por um processo mais simples. Isso dará mais dinamismo às atualizações de versão e mais segurança aos usuários.

Além disso, em uma parceria exclusiva da Soft Trade com a Microsoft, com versão 2.0 do FatoR H/web será possível atualizar a compatibilidade do banco de dados Microsoft SQL Server de 6.5 para 8.0 (compatível com SQL 2000 em diante).

No evento, a Soft Trade também vai apresentar ao mercado novos produtos em duas linhas inovadoras. Em joint-venture com a empresa canadense Operitel, lança o LMS LearnFlex, e por meio de sua nova unidade de negócios Essence uma linha de produtos na área de desenvolvimento organizacional, com softwares para Gestão de Competências, Avaliação, Feedback 360º, Pesquisa de Clima Organizacional e Coaching.

Um dos objetivos da empresa no CONARH ABRH 2010 é encontrar e desenvolver parceiros para integração de seus produtos em projetos de consultoria.

Sobre FatoR H/Web

O carro-chefe da Soft Trade é a plataforma para gestão de RH o FatoR H/web que funciona, na prática, como um ERP (Enterprise Resource Planning) – também conhecido como Sistema de Gestão Integrada para Recursos Humanos, dado o grande número de funcionalidades. Sua comercialização é feita por licença de uso ou no modelo ASP (Application Service Provider), com hospedagem na própria Soft Trade ou em data centers.

O FatoR H/web é resultado da experiência e das parcerias que a Soft Trade desenvolveu, desde 1987, a partir do contato com usuários das áreas de Recursos Humanos.

As principais características que diferenciam o FatoR H/web, além da sua abrangência, são: integração, descentralização, acesso à informação e tecnologia.

Sobre a Soft Trade

Com sede em São Paulo, a Soft Trade Soluções para Recursos Humanos está no mercado há 23 anos e orgulha-se de ser uma empresa com foco em atender seus clientes com eficiência e padrão de qualidade.

Conhecida por oferecer as mais inovadoras e práticas ferramentas de RH do mercado, a Soft Trade está empenhada em ouvir e atender seus clientes, desenvolvendo a solução adequada para cada necessidade.

Sobre o CONARH ABRH 2010
Em sua 36ª edição, o CONARH (Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas) é o maior e mais importante Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas da América Latina.
Com seu formato inovador, único e exclusivo, o evento sempre traz as mais novas tendências em Gestão de Pessoas, proporcionando às empresas, aos líderes e aos profissionais da área de Recursos Humanos atividades e palestras com abordagens claras, atuais e diferenciadas.

Data: 17 a 20 de agosto
Local: Transamerica Expo Center
Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro – São Paulo–SP
Horários:

Congresso:
17/08 – das 13h às 20h30
18 e 19/08 – das 8h às 21h
20/08 – das 8h às 13h30

EXPO ABRH:
17 a 19/08 – das 10h às 20h

20/08 – das 10h às 17h

Informações e contato:

Soft Trade Soluções para Recursos Humanos
www.softtrade.com.br
Valéria Graziano Gazzara
valeria.gazzara@softtrade.com.br
(11) 5503.3600

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Cumprindo compromissos (financeiros) consigo mesmo

PUBLICADO POR Editor EM 2 agosto 2010

Na prática diária como consultor financeiro, sou frequentemente procurado por pessoas que acabam tomando decisões financeiras que parecem perfeitamente compreensíveis e justificáveis quando consideramos o mundo em que vivemos e as pressões a que estamos sujeitos, mas que não fazem nenhum sentido do ponto de vista financeiro. Um exemplo típico é quando a pessoa adquire um consórcio, um plano de aposentadoria privada, um título de capitalização ou seja lá o que for, por que ela precisa ser “obrigada” a direcionar dinheiro para aquele compromisso, e assim fazer uma poupança ou patrimônio (ou pelo menos algo que ela acredita ser poupança ou patrimônio).

Se não houver um boleto para pagar, um banco cobrando ou uma ameaça de multa, a pessoa seria incapaz de fazer aquela “poupança” por si mesma. Pessoas que agem dessa forma me procuram dizendo que tem um problema financeiro. E eu sou obrigado a dizer: “não, você não tem um problema financeiro, você tem um problema de outra natureza”.

Problemas financeiros, acreditem se quiserem, costumam ser relativamente fáceis de resolver. Problemas financeiros são, em última instância, problemas matemáticos. Resolvem-se fazendo contas, analisando custos, cortando gastos desnecessários, negociando com credores e buscando outras fontes de renda, nada além disso.

Mas a pessoa que precisa ser obrigada, por um terceiro, a fazer sua poupança, não tem um problema financeiro. Ela tem um problema de natureza psíquica, que a impede de estabelecer e cumprir compromissos com a pessoa mais importante (ou que ao menos deveria ser) da vida dela: ELA MESMA. Ela tem dificuldade, por exemplo, em estabelecer um compromisso como “todo dia 15 do mês comprarei 200 reais em títulos de renda fixa ou ações para minha aposentadoria”. Ela pode fazer isso por dois ou três meses, mas logo depois a disciplina vai embora e aqueles 200 reais começam a ser direcionados para outras coisas, como consumo, outras dívidas, “baladas” ou algo do gênero. Ela acaba recorrendo a um plano de aposentadoria privada, que a “obrigará” a fazer um depósito mensal (e cobrará também um monte de taxas…) para fazer EXATAMENTE A MESMA COISA que ela poderia fazer sozinha, que é aplicar em títulos financeiros.

Se não houver um boleto para pagar, a coisa simplesmente “não anda”. Essa pessoa, na verdade, está transformando o banco, a seguradora, ou seja lá quem for na sua “figura paterna”, que manda, estabelece regras e pune quando falhar. Como ela mesma não se pune, também não consegue cumprir o compromisso consigo mesma.Pessoas assim também são vítimas de um fenômeno identificado pelos estudiosos de finanças comportamentais conhecido como “contabilidade mental”, que, resumidamente, é o nosso hábito de separar os “dinheiros” como se fossem coisas diferentes. É o caso da pessoa que contrai dívidas caras quando tem aplicações financeiras, mas não quer “mexer” nas aplicações. A única explicação lógica para isso é que a pessoa não confia em sua própria capacidade de “recolocar” o dinheiro das aplicações devidamente corrigido, caso faça um “empréstimo para si mesma”.

Uma saída para isso, já que essa pessoa “necessita” de uma ameaça de punição, é ela estabelecer essa punição dentro de casa, durante um período de “dessensibilização” até que ela consiga ganhar o hábito de cumprir obrigações consigo mesma. Por exemplo, fazer um contrato consigo mesma (assinado), se comprometendo a poupar “X” por mês e aplicar em um fundo de investimentos, por exemplo, e pedir a outra pessoa (parente ou amigo) que assuma o papel de “fiscal”, aplicando uma punição previamente combinada caso haja algum deslize no acordo.E, obviamente, aproveitar e fazer um último contrato consigo mesma, estabelecendo que, após determinado período, não serão necessárias mais punições, pois ela já saberá quem é a pessoa mais importante da vida dela e a quem deve pagar primeiro, sempre.

Andre Massaro é especialista em finanças pessoais e autor do livro MoneyFit (Matrix Editota) – www.moneyfit.com.br

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