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Arquivo de julho, 2011

EMPREGADOS DOMÉSTICOS DEVEM TER DIREITO AO FGTS

PUBLICADO POR Editor EM 15 julho 2011

Os empregadores que têm interesse em pagar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) dos empregados domésticos encontram pela frente muitas dificuldades, já que o benefício ainda não é obrigatório, mas opcional, conforme determina o artigo 1º da Lei nº 10.208, de 23 de março de 2001. Por isso, muitos acabam desistindo e quem sai prejudicado são os faxineiros, cozinheiros, jardineiros e babás de todo o Brasil. No entanto, caso o empregador decida fazê-lo, os recolhimentos posteriores devem ser feitos mensalmente, e não poderão ser interrompidos, salvo se houver rescisão contratual.

De acordo com informações da Caixa Econômica Federal, apenas 4,65% de um universo de 1,99 milhão de trabalhadores domésticos com carteira assinada no país recebem o pagamento. “No entanto, o número poderia ser bem maior”, comenta o presidente da União Mundial das Profissões Liberais (UMPL) e da Confederação Nacional das Profissões Liberais (CNPL) Francisco Antonio Feijó. “Essa discussão a respeito do FGTS se tornar obrigatório ganhou força após a Organização Internacional do Trabalho (OIT) ter aprovado em junho, durante a 100ª Conferência Internacional do Trabalho, em Genebra, na Suíça, uma Convenção que garante aos trabalhadores domésticos os mesmos direitos dos profissionais de outros segmentos”, declara Feijó, que participou do encontro.

O Ministério do Trabalho já está preparando uma proposta que visa garantir as domésticas os mesmos direitos trabalhistas dos profissionais de outros segmentos. O projeto será enviado para avaliação da presidenta Dilma Roussef até o fim do ano. Feijó explica que o governo tem que facilitar, ao máximo, o pagamento do benefício, para que o mesmo se torne acessível, uma vez que “o empregador não tem um departamento, como as empresas possuem, voltado para realizar essa operação”, explica.

O presidente da UMPL e da CNPL explica os procedimentos para aqueles que querem iniciar o depósito: o primeiro passo é inscrever o contratante no Cadastro Específico do INSS. Para isso, ele deve ir a qualquer agência do Instituto ou solicitar a matrícula pela Internet. “O empregador deve baixar uma guia, denominada GFIP Avulsa, para realizar o pagamento, um documento que possui mais de 40 campos. É imprescindível que o empregado tenha o número do PIS/Pasep. Caso ele não possua esse dado, é necessário fazer essa inscrição”, afirma, salientando que somente o primeiro procedimento é complicado. “Depois, vira rotina. É tudo muito simples. O empregador deve recolher o depósito de FGTS na conta vinculada do empregado doméstico com o percentual de 8% a ser calculado sobre a remuneração do empregado, valor o qual não pode ser descontado do salário do empregado”.

Para Feijó, os domésticos precisam ter os mesmos benefícios do que os trabalhadores de outros segmentos. “Esperamos que além do FGTS, eles tenham direito a abono salarial, seguro-desemprego, salário-família, pagamento de horas extra e jornada de trabalho fixa. Hoje, a Lei não garante a metade dos benefícios que constam na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)”, sinaliza. “Demos um importante passo em Genebra, onde ficou definido os parâmetros para a segurança social dos trabalhadores domésticos e para a concessão de direitos trabalhistas básicos. Por não terem os mesmos direitos que um trabalhador comum, muitos domésticos preferem ficar na informalidade. É necessário, o quanto antes, reverter essa situação”.

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, divulgou no fim de 2010 que existe um contingente de 7, 2 milhões de trabalhadores domésticos no Brasil, em sua expressiva maioria mulheres. Trata-se de uma categoria profissional extremamente ativa e significativa, afinal o número representa 7,8% da População Economicamente Ativa.

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O banco de investimentos Geração Futuro promove hoje, dia 14 - às 19h, a palestra “Como fazer um portfólio equilibrado e defensivo nos investimentos”. O consultor de investimentos Mercelo Pires dará noções de finanças e investimentos e apresentará o case do fundo GF Dividendos FIA, que, com um ano de vida, alcançou rentabilidade de 24,1%, contra 2,5% do Ibovespa e já conta com patrimônio liquido de R$ 73,7 milhões. O evento é gratuito e acontece na Livraria Saraiva, do Botafogo Praia Shopping (Praia de Botafogo, 400). Mais informações pelos contatos (21) 2169-9999 ou eventos.rj@gerafuturo.com.br .

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Obra inédita no Brasil desvenda os mistérios do tema mais atual no mercado corporativo: a inovação

Muito do que se publicou até agora sobre inovação esteve relacionado com produtos, tecnologias, ou tratava de proposições teóricas sem relação alguma com atividades práticas. Foi pensando nisso que os autores Philip Kotler e Fernando Trias De Bes desenvolveram “A Bíblia da Inovação”, lançamento da editora Lua de Papel.
A Bíblia da Inovação” unifica todas as teorias contemporâneas e suas práticas com foco na reinvenção dos processos e a criação de mercados inteiramente novos, que atendam as necessidades dos clientes inexplorados. Os autores desenvolveram um caminho inédito de gestão, conhecido como A-F, demonstrando desde como atender a todos os clientes de uma empresa a selecionar e executar as ideias que promovem resultados e como trazê-las para o mercado em tempo recorde.
“A Bíblia da inovação” é um livro que veio modificar a forma de pensar a inovação nas empresas. Prático e direto,  trata-se de uma ferramenta imprescindível para os profissionais de todos os níveis de gestão de uma empresa.

“Este é um livro magnífico, que capta o modo de preparar o terreno e criar um clima positivo para inovação em toda corporação. A descrição das seis funções que devem ser desempenhadas pelas equipes representam uma contribuição sem igual.” – Robert G. Cooper, Professor da McMaster University/ Canadá e Presidente do Product Development Institute, Inc.

“Este é o livro definitivo sobre inovação, escrito por dois dos mais brilhantes autores do campo do marketing e da inovação de todo o mundo. Será útil para leitores com todos os níveis. É um livro que nos faz rever “verdades inquestionáveis”, e também é um arcabouço muito útil para gerenciar a inovação, neste momento em que inovar está no centro da estratégia empresarial.” – Carlos Losada, ESADE Business School
Ficha Técnica
Título: A Bíblia da Inovação
Autores: Philip Kotler e Fernando Trias De Bes
Formato: 17,5 x 23 cm
Nº de páginas: 352

Sobre os autores
Philip Kotler, com dezenas de publicações em seu nome, é a personalidade mais reconhecida no mundo quando o assunto é marketing. Philip Kotler é professor de Marketing Internacional na Kellogg School of Management e Northwestern University, Evanston, Illinois.
Fernando Trías de Bes, é um economista com MBA pela ESADE,Universidade de Michigan. Desde 1992 e também atua como Professor de Gestão de Marketing em Barcelona.
Juntos escreveram o clássico livro Marketing lateral.

PRE-LANÇAMENTO DO LIVRO NO SITE SUBMARINO

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Nunca se falou tanto em apagão de talentos no Brasil como nos últimos anos. Este tem sido um efeito colateral negativo do crescimento econômico brasileiro. A falta de profissionais qualificados é a maior preocupação dos CEOS, revela a pesquisa “Global CEO Sudy 2010, realizada pela IBM.

A pesquisa apontou que no Brasil, a falta de mão de obra especializada e competente é o maior problema de 71% dos presidentes de empresas entrevistados. Um percentual superior à média mundial que é de 58%. Ricardo Gomez, diretor da consultoria da IBM América Latina revela: “Com o investimento das empresas aumentando, a competição pelos profissionais mais capacitados aumenta e há dificuldade para preencher vagas”.

Segundo Gomez o déficit de profissionais não ocorre apenas no nível tecnológico sendo que a preocupação com as competências dos funcionários é apontada por 50% dos CEOs brasileiros como principal fator externo que irá impactar o crescimento das empresas nos próximos três anos.

Agora a boa notícia.

Para mim o profissional talentoso é aquele que possui habilidades técnicas e comportamentais excepcionais, isto é, totalmente fora da curva, destacando-se da maioria dos outros funcionários da empresa. O mais interessante é que estas habilidades podem ser natas ou adquiridas, isto é, qualquer pessoa pode desenvolver-se e entrar neste rol de pessoas tão requisitadas no mundo corporativo.

Veja a seguir uma pesquisa, apresentada pela revista VOCÊ SA, da consultoria McKinsey realizada com 140 presidentes, onde foram mapeadas as aptidões comportamentais que fazem a diferença para tornar-se um profissional talentoso:

·       Comunicação oral e escrita: 70% dos CEOs apontam que esta é a principal competência a ser desenvolvida

·       Automotivação: profissionais que tem um motivo pessoal para o trabalho são 5 vezes mais produtivos do que os que trabalham apenas pelo salário no final do mês.

·       Poder de análise /pensamento crítico: 81% dos CEOs entendem que esta será a habilidade mais requerida nos próximos 5 anos.

·       Conexão com o mundo: “profissionais que circulam em grupos diferentes desenvolvem um olhar inovador para antigos problemas “ diz Regina Camargo, diretora da Across.

·       Ser otimista: O pessimismo faz com que o cérebro crie apenas condições de desenvolvimento e pare de enxergar possibilidades reais para resolver situações adversas.

·       Disposição total: 98% dos CEOs contratariam ou promoveriam um profissional de alta energia no lugar de um com energia baixa.

·       Liderança em atividades coletivas: independentemente da sua posição, conseguir fazer com que a equipe se sinta motivada para cumprir um objetivo ou resolver uma situação problemática, é valorizado pela alta liderança.

 Minha sugestão é que você faça uma autocrítica em relação aos pontos destacados acima e perceba o quanto você está conectado a estas habilidades dos profissionais de alta performance. Disponibilizo a você também um teste que ajudará você neste processo de avaliação.

Caso você não esteja no patamar dos profissionais talentosos, saiba que nunca é tarde para iniciar o desenvolvimento, pois através de muita leitura, palestras e treinamentos você conquista estas habilidades, pois como vimos o talento pode ser nato ou adquirido, dependendo apenas do esforço pessoal de cada um.

Fonte: Ricardo Piovan é palestrante e consultor organizacional, fundador do Portal Fox e autor de “O Livro do Líder Completo

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