Acompanhe via RSS
Pesquisa personalizada

Planeta Money

Ajudando você a sair do vermelho

Arquivo de agosto, 2011

IDEIAS – 100 TÉCNICAS DE CRIATIVIDADE

PUBLICADO POR Editor EM 24 agosto 2011

Numa época de profundas mudanças econômicas e sociais, incentivar a criatividade e a inovação em todos os setores é fundamental. Porém, não basta que as ideias que surgem sejam originais: elas precisam ser aplicáveis à realidade, concretizáveis. Escrita por um experiente e renomado consultor, o livro Ideias – 100 técnicas de criatividade (256 p., R$ 63,90), lançamento da Summus Editorial, apresenta diferentes escolas de criatividade e mostra como escolher as práticas mais adequadas a cada novo desafio.

Na primeira parte do livro, Aznar explica como sair em busca de ideias, seja individual, seja coletivamente. De início, ele descreve – com exemplos claros e objetivos – técnicas como as de desvio, as analógicas e o brainstorming. Em seguida, aborda os grupos de criatividade e detalha seu funcionamento, oferecendo exemplos de como tirar o melhor proveito dos mecanismos criativos em diversas situações. Outro ponto abordado pelo autor são alguns métodos racionais que podem ser utilizados para aumentar a produtividade e o sucesso.

Na segunda parte, Aznar esclarece ao leitor maneiras de gerenciar as ideias, explicando como avaliar sua real viabilidade, como integrá-las e de que forma organizá-las. Nesse ponto, ele oferece dez propostas para criar um clima criativo. Entre tais propostas estão organizar seminários, treinar mediadores, estimular a criatividade individual e coletar ideias espontâneas. Ao longo das páginas, quadros com temas de interesse e gráficos ajudam a aprofundar os pontos de vista do autor.
Ao final, o leitor encontra um resumo histórico das principais escolas de criatividade do mundo – como a americana, a japonesa e a inglesa – e um breve bate-papo com Roland Moreno, famoso inventor francês que criou o cartão magnético (afinal, como imaginar a vida hoje sem ele?).

Verdadeiro compêndio sobre o assunto, o livro é uma preciosa ferramenta para transformar as limitações, os medos e as incertezas em boas ideias. E, acima de tudo, não toma partido de uma ou outra corrente da criatividade. “Um dos objetivos deste livro é facilitar o diálogo entre as escolas, apresentando-as lado a lado, em pé de igualdade”, afirma o autor.

De acordo com Renata Di Nizo, consultora de comunicação e criatividade e autora de vários livros na área, a obra de Aznar “reúne com maestria teoria e prática – ferramentas imprescindíveis para profissionais de marketing e executivos antenados, mas também para estudantes e interessados em descobrir soluções inovadoras e criativas”.

O autor

Pioneiro em sua área de atuação, Guy Aznar fundou a primeira organização francesa de criatividade, nos anos 1970. Enriqueceu a prática com diversas contribuições, em especial com técnicas projetivas e gráficas, com a reflexão sobre os mecanismos criativos e com a experimentação de métodos que favorecem tanto a expressão imaginária e a intuição quanto a emergência de ideias realistas. Tem se dedicado à implantação de células de criatividade nas empresas e ao treinamento de mediadores. É presidente da Associação Francesa para o Desenvolvimento da Criatividade (www.crea-france.com).

Adquira este livro on-line

Popularity: 9% [?]

EXCESSO DE OTIMISMO PREJUDICA A CARREIRA

PUBLICADO POR Editor EM 24 agosto 2011

Profissionais não se aprimoram por acreditarem em um futuro cor-de-rosa na carreira. Para consultor, contar com a sorte é uma das principais causas da atual falta de mão-de-obra qualificada

São Paulo, agosto de 2011 – Você é daquelas pessoas que só se preocupam em ter um plano de saúde quando adoecem? Ou, então, pensa em poupar depois que passa por apuros financeiros e, logo depois, esquece? Se você sempre acha que não há nada com que se preocupar, cuidado: otimismo demais pode bloquear a percepção da realidade e ser a causa de muitos problemas. O consultor em Gestão de Pessoas com foco na Neurociência Comportamental, Eduardo Ferraz, explica que muitos profissionais se julgam mais competentes que realmente o são, diminuindo assim a preocupação com a constante atualização profissional.

Nesse contexto, em julho deste ano o IEF (Índice de Expectativas das Famílias), estudo mensal realizado em mais de 200 municípios pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), apontou que 78% dos chefes de famílias participantes da pesquisa se sentem seguros com os atuais cargos e, destes, 35,8% estimam um crescimento profissional nos próximos seis meses. Mas os dados não conferem. Segundo a CNI (Confederação Nacional da Indústria), a falta de mão-de-obra qualificada afeta 69% das empresas e, para driblar isso, 78% das organizações investem na capacitação necessária no próprio local de trabalho.

“O fato é que muitos profissionais deixam de se aprimorar em suas carreiras, por terem uma autoavaliação distorcida”, reafirma o consultor. Essa dificuldade em encarar a realidade de maneira mais coerente foi estudada pelo psicólogo Daniel Kahneman, ganhador do Prêmio Nobel de Economia em 2002. Sua tese, baseada em análises sobre como as pessoas tomam decisões, concluiu que as falhas e distorções nos processos decisórios são regra, não exceção, e que todos têm uma clara tendência, ou “viés”, de se achar mais qualificado do que realmente é.

O consultor alerta: “esperar que o melhor aconteça em sua carreira, sem o devido esforço, é mera ilusão. Ninguém é promovido ou recebe uma proposta de trabalho maravilhosa apenas por sorte. Pensamentos positivos são importantes, mas ter atitudes realistas é essencial”. Segundo Eduardo Ferraz, a Neurociência Comportamental aponta que a maioria das pessoas se julga mais honestas, capazes, inteligentes, educadas e justas que as demais. “O ser humano é condicionado, instintivamente, a buscar o caminho mais fácil e toma decisões baseadas no prazer imediato. Por isso tantas pessoas se endividam, cuidam pouco da saúde e deixam a carreira seguir por inércia”, conclui Ferraz.

O que fazer com tanto otimismo e pouca qualificação?

Se ter um otimismo exacerbado é ruim para o profissional, para as empresas pode ser encarado como a pior das características. “Baixo autoconhecimento e uma auto-percepção irrealista custam muito caro. Por se julgarem mais competentes do que realmente são, muitos profissionais esperam por uma promoção, oportunidade de trabalho ou aumento de salário que não acontecem, gerando sentimentos de angústia, raiva e insatisfação”, diz o consultor.

Eduardo é enfático: “investir no autoconhecimento e ter uma análise clara de seus reais talentos faz uma enorme diferença. Aprimorar continuamente seus pontos fortes deveria ser a maior prioridade na vida de quem quer evoluir profissionalmente”. Acreditar que coisas boas vão acontecer na carreira é apenas uma pequena parte do caminho, que tende a levar o profissional a lutar para estar sempre à frente de outros candidatos. “Se você estuda, faz cursos de qualificação, aprimora seus talentos e é reconhecido por isso, seu otimismo na verdade é puro bom senso”, finaliza Eduardo.

Popularity: 2% [?]

Global Risk Meeting com 50% de desconto

PUBLICADO POR Editor EM 23 agosto 2011

Curta a página da DARYUS no Facebook e GANHE 50% de desconto na 6ª Edição do Global Risk Meeting.

Popularity: 3% [?]

O renomado consultor empresarial Dino Mocsányi ministrará, nos dias 26 e 27 de agosto, em São Paulo, mais uma turma do curso “Capacitação e aperfeiçoamento de consultores”. Realizado desde 1996, o treinamento chega agora a 104ª edição.

Durante os dois dias, os participantes terão acesso a conceitos e instrumentos para realizar marketing, vender e executar trabalhos de consultoria. Serão, também, capacitados para estruturar a própria atividade e prestar assessoria estratégica, técnica e metodológica a empresas de qualquer ramo e porte.

“Ser consultor é muito mais do que simplesmente ‘dar umas consultorias por aí’, como se ouve popularmente. É preciso preparo para prestar serviços de qualidade e ter sucesso na carreira”, afirma Dino Mocsányi, autor do recém-lançado livro “Consultoria: O Caminho das Pedras” (ed. Nelpa – 262 páginas).

O programa do curso tem três tópicos centrais: Consultoria – Uma decisão e um projeto de vida; Como vender trabalhos de consultoria; e Como consultores de empresas trabalham.

O treinamento é destinado a profissionais que já atuam ou que desejam ingressar no ramo de consultoria, além de empresas que trabalham com consultores externos e estudantes.

O facilitador, Dino Mocsányi, é mentor do Portal Consultores, maior comunidade de consultores em países de idioma português, com mais de 55.000 membros. Tem sua carreira como executivo e consultor focada na estruturação e desenvolvimento de negócios, gestão de processos de mudança e transição organizacional. Ao todo, já esteve à frente de mais de 180 projetos em empresas nacionais e multinacionais.

O especialista também foi diretor de grandes empresas, como COOPERS & LYBRAND, SIEMENS, MANGELS, GR Alimentação e presidente do INMETRO. Além de consultor, palestrante e conferencista internacional, também é professor da Escola de Pós-Graduação da FGV. É autor dos livros Consultoria: “O Que Fazer, Como Vender“, “Socorro: Mudanças em Minha Vida… Outra vez!” e o recém-lançado “Consultoria – O Caminho das Pedras“.

Serviço

. Curso: Capacitação e aperfeiçoamento de consultores
. Data e horário: 26/08/2011 (9h às 18h) e 27/08/2011 (8h30 às 17h30)
. Local: Ninety Convention, na Al. Lorena, 521, em São Paulo-SP
. Valor: R$ 790,00 (ou R$ 774,00 para pagamentos até 24/08/2011)
. Incluso: Certificado de participação, coffee-breaks, um exemplar do livro Consultoria: O Caminho das Pedras, apostila, materiais para exercícios em sala, cópias de artigos de interesse e e-mail com seu nome.sobrenome@consultores.com.br com uso gratuito durante 45 dias.
. Informações e inscrições: site www.consultores.com.br, e-mail treinamento@consultores.com.br e/ou fone (11) 7162-4008, com Elaine.

Popularity: 2% [?]

Psicologia Econômica por R$ 9,90?

PUBLICADO POR Editor EM 15 agosto 2011

Navegando hoje pela seção de livros me deparei com esta oferta no submarino. O livro Psicologia Econômica – Estudo do comportamento Econômico e da Tomada de Decisão da VERA RITA FERREIRA, por R$ 9,90.

Por via das dúvidas, fui até o site da editora Campus para confererir o valor original para ver se de fato se tratava de uma promoção ou não quando me deparei com o preço de R$ 79,90.

Se alguém pretente se aprofundar um pouco mais neste universo, está é uma excelente oportunidade de adquirir um bom livro com um baixo investimento.

Popularity: 4% [?]

Dívidas no cartão podem crescer 75.000% em 4 anos

PUBLICADO POR Editor EM 5 agosto 2011

Você compra uma televisão de 42 polegadas por algo ao redor de R$ 2.000,00 e resolve usar seu cartão de crédito. Se você não conseguir pagar nada em quatro anos, considerando os juros cobrados pelas administradoras de cartões, sua dívida se tornaria espetaculares R$ 1.539.281,00, com uma alta de 75.000%. Segundo Marcelo Maron, consultor em finanças pessoais, professor da UniEuro e Diretor Executivo do Grupo PAR, o crescimento monumental das dívidas com cartões de crédito se explica apenas pela cobrança de juros sobre juros:

“Neste tempo de crédito fácil, tornou-se parte do cotidiano encontrar pessoas do nosso convívio em situações de absoluto desespero por conta de dívidas com cartões de crédito e cheques especiais. Quando se soma os cartões, parcelas de empréstimos e todas as obrigações do nosso dia a dia, a falta de controle pode levar à insolvência, e a situação torna-se muito complicada de resolver”, assinala.
As despesas pagas com cartão de crédito se tornam um monstro impagável em pouco tempo. Prático e seguro, esse meio de pagamento, explica Maron, amplia de maneira considerável a ilusão de aumento de poder de consumo, levando a exageros:
“As pessoas se esquecem que cartão não é dinheiro, mas crédito. Toda vez que usamos um cartão estamos, na verdade, obtendo um empréstimo. Quando pagamos com um cartão para quitação da fatura em 30 dias estamos, na verdade, pedindo um empréstimo que precisa ser pago em 30 dias, ou começará a cobrar juros sobre juros. As facilidades dos parcelamentos podem levar o consumidor à insolvência se ele descasar seu nível de gastos de sua renda. Toda vez que você disser a você mesmo que pagou com o cartão e no mês que vem você vê como vai pagar, pode estar praticando um suicídio financeiro”, alerta Maron.
Voltando ao exemplo do endividamento monstro que pode resultar da compra de uma simples TV, Maron assinala que o crescimento de uma dívida de R$ 2.000,00 feita com cartão de crédito alcança crescimento em progressão geométrica no Brasil:

“Uma dívida de R$ 2.000,00 no cartão de crédito, hoje, que não esteja sendo amortizada, transforma-se em R$ 10.534,00 em um ano; R$ 55.485,00 em 2 anos; R$ 292.244,00 em 3 anos e estratosféricos R$ 1.539.281,00 em 4 anos. Esses inocentes R$ 2.000,00, que mal compram uma TV de 42 polegadas, transformam-se, de uma Copa do Mundo para outra, na quantia fantástica de mais de um milhão e meio de reais de dívida, dinheiro suficiente para se comprar uma boa cobertura com piscina”, enfatiza Maron.
Para o consultor, os artifícios dos juros compostos tornam rapidamente uma dívida no cartão impagável, levando seu dono a ter seu nome comprometido na praça. Mas é talvez o absurdo de um endividamento tão exponencial que, segundo Maron, leva os bancos e as administradoras de cartões a oferecerem descontos de 80% ou 90% para aqueles que desejem quitar as dívidas:
“O consumidor precisa entender que essa oferta de descontos não é nenhuma demonstração de piedade ou benevolência. Uma dívida de R$ 2.000,00 que se transforma em R$ 11.000,00 no primeiro ano, fica do tamanho de R$ 2.100,00 com um desconto de 80%. Mesmo neste caso, o banco limita consideravelmente sua perda, ainda que oferecendo um desconto aparentemente alto”, explica Maron.
De acordo com o consultor, a negociação sempre é um bom caminho, especialmente quando os endividados percebem que a execução de uma dívida na esfera judicial pode criar um transtorno imenso na vida do cidadão e impedir o crédito por longos anos, ou mesmo décadas, uma vez que a dívida ajuizada não tem prazo para prescrever, ameaçando até mesmo um patrimônio, se houver.

“Por isso, quando o pagamento de uma dívida está se tornando difícil de ser suportado, o melhor caminho é tentar mudar a qualidade dessa dívida”, recomenda Maron.
Cartões de crédito e cheques especiais são uma dívida ruim, de baixa qualidade e verdadeira armadilha para o consumidor, alerta ele. Joias em penhor, por exemplo, são uma dívida de melhor qualidade, que podem proporcionar uma taxa de juros de cerca de 6,5% ao mês ao invés dos 15% do cartão.

“Está longe do ideal, mas já é bem melhor. Além disso, no caso de inadimplência, as joias são a garantia da dívida e, por isso, os juros são mais baixos. Neste caso, a perda se restringirá somente às peças penhoradas. Sem dizer que, antes de se tornar totalmente inadimplente, você ainda tem a opção de vender as cautelas e sair com algum dinheirinho”, orienta.
Maron explica que o crédito direto ao consumidor pode, ainda, proporcionar juros ainda mais baixos que o penhor. Mas as pessoas só podem se candidatar a essa modalidade de crédito se estiverem com o nome limpo.

Popularity: 2% [?]

Editora LeYa Brasil lança CRASH, de Alexandre Versignassi

PUBLICADO POR Editor EM 2 agosto 2011

Obra mostra a história da economia traçando paralelos inusitados entre o presente e o passado. E traduz os assuntos mais complexos dessa seara para uma língua inédita na literatura financeira: o português.

Couro, peixe seco, sal grosso, pinga, tabaco. Tudo isso já foi moeda. Mas a que deu certo mesmo foi outra: o dinheiro falso – uma criação da Grécia Antiga que você carrega na carteira até hoje. Já o fenômeno que rouba a sua carteira, a inflação, é mais recente: cortesia dos romanos. As estratégias para enfrentá-la também vêm de lá: um César instituiu um congelamento de preços. Outro, um plano real.
Mas se inflação é ruim, deflação é pior. Quedas exageradas de preço destroem a grande propriedade do dinheiro: a incrível capacidade que ele tem de gerar mais dinheiro. É o que houve na Grande Depressão. E que quase aconteceu em 2008.
Crises econômicas, por sinal, não têm nada de novas. Elas existem desde antes da criação do dinheiro. Mesmo coisas que parecem absurdamente contemporâneas, como bolsa de valores, mercado de derivativos ou “títulos podres” têm uma história longa: nasceram nos becos das capitais europeias do século XXVII. Uma história longa e que teima em se repetir: quanto maior a euforia econômica, quanto mais possibilidades de dinheiro fácil aparecem, maior a chance de queda. As bolhas financeiras são como uma lei da natureza: elas vão continuar aparecendo, vão enriquecer muita gente e fazer outros tantos perderem tudo. Não tem jeito: e a culpa é do nosso cérebro. Ele vem com um grande erro de fabricação: a incapacidade de pensar racionalmente quando o assunto é dinheiro.
É isso, enfim, que você encontra em Crash – um panorama da história do dinheiro, das crises financeiras e da especulação. Você vai saber:
- Como a crise das tulipas, da Holanda do século XVII, explicam a subida de 400% em cinco anos que a Bovespa viveu no início do século 21
- Como moedas falsas salvaram a Grécia antiga de uma tragédia e deram origem ao papel que você carrega na carteira
- Como um congelamento de preços arrasou o Império Romano e, dois mil anos depois, faria o mesmo no Brasil
- Como funcionam os Bancos Centrais, as bolsas de valores, a política monetária… Os assuntos mas áridos na linguagem mais acessível – e 100% livre de jargões.
CRASH, lançado em julho pela editora LeYa Brasil.

Ficha técnica
Título: CRA$H! Uma breve história da economia – Da Grécia antiga ao século XXI. Como o dinheiro, a falta de dinheiro, da insanidade e da safadeza construíram o mundo mais prospero de todos os tempos.
Autor: Alexandre Versignassi
Formato: 16 x 23 cm
Brochura
Nº de páginas: 320
Preço: R$39,90

Sobre o autor
Alexandre Versignassi, 34 anos, é jornalista e editor das revistas Superinteressante e Aventuras na História, ambas da Editora Abril. Foi finalista do Prêmio Esso em 2010 e ganhou duas vezes o Prêmio Abril de Jornalismo. Especializado em jornalismo científico, iniciou a carreira como repórter e colunista da Folha de S. Paulo e foi editor das revistas Sapiens e Flashback, também da Abril. Nos últimos anos, passou a aplicar o maior conceito que aprendeu com a divulgação científica ao jornalismo econômico: tornar interessante aquilo que é relevante e mostrar a relevância do que parece meramente interessante. CRA$H! segue essa premissa. E busca levá-la ao extremo.

Popularity: 7% [?]

Descontrole interno e des-governança de TI

PUBLICADO POR Editor EM 2 agosto 2011

É muito interessante saber que muitos especialistas vêm escrevendo sobre governança de TI, mas quando visitamos as empresas ou até mesmo em sala de aula, apresentamos alguns fatos, possibilidades de controles, riscos e gestão de TI, mas ainda me surpreendo, e negativamente com os problemas apresentados.
O mais engraçado, se é que podemos achar graça, é que muitos dizem: “professor, mas isso é lógico…”, mas aprendi a duras penas, que esta “tal lógica” não é tão simples assim.
Os profissionais até têm boa intenção na implementação de uma gestão de TI com maior segurança, eficiencia e efetividade, mas emperram na “gestão financeira de caixa”, e as palavras custos e despesas estão a todo o momento em qualquer reunião de comitê ou de diretoria sobre o assunto TI, mas basta um apagão, uma enchente, uma greve de transportes coletivos, para cobrarem ações de contingência, sejam da TI, compliance, gestores, gerentes, entre outras áreas, não é mesmo?
Mas a TI é custo ou investimento? Eu entendo como investimento, mas mal planejado e aplicado vira custo sim, e ainda pode causar inúmeras despesas indesejadas e inesperadas.
Portanto, Compliance, Controles Internos, Governança Corporativa, Segurança da Informação, Gestão de Riscos, Governança de TI, Gestão Financeira, Gestão de Continuidade de Negócios, tem alguma coisa em comum? Depende da empresa e da cultura de gestão implementada, muitas empresas querem fazer, as emperram na falta de profissionais, mas quando têm os profissionais, não dão recursos, e acham que todos somos alunos da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, portanto somos da Ordem da Fenix liderados pelo Harry Potter.
Necessitamos mudar nosso foco na forma de apresentar as soluções para evitar a tal dês-governança corporativa ou de TI, ou até o descontrole interno ou mesmo a in-segurança da informação, mas de que forma podemos atingir a consciência dos gestores? Apresentar fatos terriveis, parece que não causa mais o mesmo efeito. E isso serve para qualquer atividade na empresa, pois são inúmeros profissionais exercendo varias atividades que a cada dia necessitam de mais conhecimento, de mais especialização e de mais apoio daqueles que nos cobram quando alguma coisa dá errado, sejam paradas das atividades, perdas da dados, fraudes, erros “não intencionais”m entre outras inúmeras possibilidades.
Pense nisso e identifique onde você está inserido neste processo.
Descontrole interno e des-governança de TI será o tema abordado por Marcos Assi na 6ª. Ediçãod GRM 2011.

6ª Edição Global Risk Meeting
Data : 12 de Setembro
Local : Fábrica de Negócios
Av. Monsenhor Tabosa, 740 – Praia de Iracema – Fortaleza – CE
Inscrições: www.globalriskmeeting.com.br
Tel.: (11) 3285.6539

Sobre o Global Risk Meeting
O evento foi idealizado em 2005 pela DARYUS como um tributo a todas as vítimas do fatídico 11 de Setembro de 2001(EUA). A idéia original, além de prestar uma homenagem, era utilizar este marco histórico como uma data para se estudar e rediscutir amplamente a Gestão de Riscos entre os profissionais e empresas no Brasil.
O foco do evento está na apresentação de aspectos estratégicos, mercadológicos e tendenciais em relação aos domínios de: Continuidade de Negócios, Governança Corporativa, Segurança da Informação, Responsabilidade Social Corporativa, Gestão de Crises, Segurança, Saúde e Meio Ambiente e Leis e regulamentações.

Com o objetivo de fomentar no mercado nacional cada vez mais as melhores práticas internacionais o evento reunirá nesta edição as maiores organizações para discutir demandas atuais e tendências mundiais relacionadas às melhores práticas sobre os temas de: Gestão de Riscos, Segurança da Informação, e Controles Internos.

Popularity: 3% [?]

Receba nosso RSS em seu e-mail:

Submarino.com.br
<

Switch to our mobile site