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Planeta Money

Ajudando você a sair do vermelho

Categoria: ‘Artigos’

O Efeito Manada

PUBLICADO POR Editor EM 22 dezembro 2011

As crises na Europa e nos EUA têm afetado frequentemente os mercados financeiros mundiais durante todo o ano de 2011 e levado os investidores a uma série de dúvidas sobre como agir diante deste cenário. Isto faz com que a maior parte deles adote atitudes semelhantes, até mesmo no momento de comprar e vender ações. Trata-se do famoso “efeito manada”. Será possível resistir a ele, deixando de agir conforme a tendência de mercado, para racionalizar as estratégias de investimento?

Segundo Mariana Borges, diretora de Operações de Varejo da WinTrade, home broker da Alpes Corretora, para o acionista, é muito difícil conservar os investimentos e fazer novos aportes, enquanto o vê seu patrimônio se desvalorizando. Porém, a diretora de Operações da WinTrade acredita que o momento econômico atual pode ajudar a desenvolver uma boa estratégia, uma vez que os papéis das empresas estão com valores mais acessíveis. “A atitude principal que o investidor deve ter é a de racionalizar e evitar ao máximo a saída da Bolsa em momentos de crise, mesmo que tenha de ir contra a maioria. Na maior parte das vezes, isto traz muitas oportunidades de bons negócios, basta ter tranquilidade para enxergá-las”.

Mariana ainda acredita que, sabendo esperar, o investidor consegue bons retornos financeiros. ”Pode ser que ele tenha a impressão de estar “remando contra a maré”, mas certamente quando chegar a calmaria, os frutos colhidos serão ótimos”. Já Eli Borochovicius, conhecido como professor Boro, docente de finanças e licenciado pelo “The Money Camp”, explica que o “efeito manada”, estudado dentro da “psicologia das massas”, leva alguns investidores ao desespero porque agem por instinto, deixando de lado a razão.

“As pessoas acabam agindo iguais às outras. Entender o motivo da compra e da venda de uma ação é muito importante. O simples ato da ação cair não significa que as pessoas estejam perdendo dinheiro, mas reduzindo o seu patrimônio”. Para Boro, a perda financeira ocorrerá somente se o ativo for vendido. “As ações podem ser vendidas por grandes fundos para cobrir suas margens e garantias no mercado de derivativos quando estão na ponta de perdedor, por exemplo”.

De acordo com o docente, em finanças pessoais há dois momentos que afetam diretamente o investidor: durante o processo de bear market, quando as pessoas se desesperaram com a queda dos ativos, e no bull market, ocasião em que o acionista espera pela valorização de determinado título. Na análise de Boro, o “efeito manada” só é interessante para o especulador, que compra as ações após o período de pânico dos investidores e as vende no momento de euforia.

Boro ainda alerta para os excessos que afetam o comportamento do investidor. “Confiança em demasia ou pessimismo exagerado atrapalham as estratégias de investimento. Tal qual na vida, são os excessos que nos levam aos erros”.

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Livre-se da culpa e acredite na sua capacidade de mudar

PUBLICADO POR Editor EM 22 dezembro 2011
Quando cometemos um erro normalmente nos deparamos com um sentimento que pode atrapalhar muito as nossas vidas: a culpa.
“A culpa nada mais é do que um sofrimento gerado após a reavaliação de um comportamento passado tido como reprovável por si mesmo.” Afirma o psicólogo especialista em ciências cognitivas, Fernando Elias José.
Para o especialista, a culpa só pode prejudicar o andamento dos nossos projetos futuros. “Gastamos energia numa lamentação interior por aquilo que já ocorreu em vez de gastarmos em novas coisas, novas ações de novos comportamentos.” diz Fernando.
Na hora de combater este sentimento ruim, o psicólogo explica que o correto é responsabilizar-se e não se colocar como vítima da situação. “A responsabilidade faz com que acreditemos na capacidade de mudar”
É quase inevitável sentir esta emoção ao longo da vida, mas é totalmente possível combatê-la.
Fernando Elias José é psicólogo, mestrando em Cognição Humana na PUCRS, especialista em Psicoterapia Cognitivo-Comportamental pela WP Centro de Psicoterapia Cognitivo-Comportamental, com Curso de Extensão em Psicoterapia Cognitiva na UFRGS. Ministra palestras e é membro da Federação Brasileira de Terapias Cognitivas. Há doze anos dedica-se à pesquisa em Ciências Cognitivas e vem trabalhando com preparação para provas e concursos. Realiza também atividades como consultor comportamental em empresas.

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Quanto tempo de tranquilidade eu quero ter? – Por Isaac Pinski

PUBLICADO POR Editor EM 22 dezembro 2011
As manchetes do dia alardeiam que o brasileiro está direcionando seu 13o salário para o pagamento de dívidas. Isso é elogiável e seguramente representa uma evolução ao comportamento pouco responsável visto até bem pouco tempo atrás. Mas vale a pena ir além. Pagar suas dívidas reduz os pesadelos, mas será que teremos boas noites de sono à frente?
Uma gestão financeira competente considera que devemos reduzir os riscos de eventos desagradáveis em nosso futuro. Uma demissão inesperada para os assalariados ou um acidente – até mesmo uma doença – para os autônomos e empreendedores podem representar noites de pânico e dias de agonia se uma adequada provisão financeira não tiver sido providenciada.
Nossas reservas financeiras não têm por finalidade o acúmulo contínuo de riquezas, afinal, o personagem do Tio Patinhas não deve servir de modelo para ninguém. Elas devem representar a melhoria da qualidade de vida das pessoas e, dessa forma, servir a elas e não o contrário. Em outras palavras devemos fazer o nosso próprio seguro para os períodos de “vacas magras”.
Um cálculo simples para saber quanto tempo de “vacas magras” a pessoa pode agüentar é dividir suas reservas pelo menor gasto mensal necessário para a sua sobrevivência. Se esse resultado for inferior a 3, cuidado! Se suas reservas não lhe permitem procurar uma fonte de receita por mais de 90 dias, o que, mesmo em condições de economia aquecida é, no mínimo, perigoso.
Um dos grandes problemas de as pessoas serem pródigas em consumir, mas incompetentes para poupar é que na hora do desespero o profissional agarra a primeira oportunidade para ganhar um dinheirinho qualquer que mitigue seus sofrimentos, sem perceber que dessa forma está se distanciando, às vezes definitivamente, de seus objetivos, de suas convicções e de seus sonhos.
Sem ter tido uma educação financeira adequada e sem parâmetros saudáveis de consumo e de poupança o nosso herói passa a ser presa fácil da febre consumista e do emprego oportunista. Tudo aquilo que pode contribuir para que ele se torne mais um cidadão sem rumo e com baixa qualidade de vida.
Se, no entanto, a pessoa se submeter a um processo de coaching e tiver a ventura de ter um coach competente e comprometido com sua vida e carreira, ela poderá reequilibrar sua equação financeira, redefinir sua carreira e dar um norte aos seus projetos de vida. Em suma, poderá transformá-la para muito melhor.
E o tempo de tranqüilidade, decorrente de poupanças financeiras provisionadas, que atualmente é muito pequeno ou mesmo inexistente, poderá se transformar em vários anos de paz de espírito e de consistência profissional.
Isaac Pinski é sócio-diretor da Pinski Consultoria, empresa focada em gestão empresarial. Com mais de 30 anos de experiência em diagnóstico organizacional, análise de processos, planejamento estratégico, logística integrada e comunicação interna. O executivo é Mestre em Administração pela FEA-USP, certificado como Coach pela Sociedade Brasileira de Coaching e engenheiro aeronáutico formado pelo ITA.

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Como estabelecer metas para 2012

PUBLICADO POR Editor EM 22 dezembro 2011
O mundo corporativo já entrou em contagem regressiva, faltando menos de uma semana para as festas de final de ano. Grande parte das empresas costuma programar férias coletivas neste período, época em que quase nada se decide no campo dos negócios. Apesar do marasmo, aproveite para definir os principais objetivos a você e sua equipe para o próximo ano.
Praticamente todas as firmas utilizam metas para medir o desempenho de departamentos e colaboradores, independentemente do nível hierárquico e função. Ao topo da pirâmide temas mais abrangentes, estratégicos e de longo prazo. Já para a base, ações táticas e de curto prazo. Operacionalizá-las é função do corpo gerencial, localizados no meio da figura.
Apesar de simples, estabelecê-las esconde alguns segredos. Objetivos inalcançáveis, prazos exíguos, escopo amplo ou impossibilidade de medi-las podem desmotivar os colaboradores. Aprecio a técnica SMART, a qual menciona que as metas devem ser específicas, mensuráveis, atingíveis, realistas e tangíveis, já traduzidas para o português. Vejamos.
Específicas: aumentar o market share, reduzir a inadimplência ou penetrar um novo mercado são metas interessantes, porém muito gerais. Para torná-las menos genéricas é necessário um maior nível de detalhamento. Conquistar dois pontos de market share no mercado carioca, através da penetração na classe A da zona sul , por exemplo, seria algo bem mais específico.
Mensurável: ainda na mesma linha, é necessário medir os dois pontos de market share obtidos, sejam eles em unidades físicas, monetárias ou margens de contribuição. Caso contrário, um vendedor poderia conquistá-lo oferecendo grandes descontos, comprometendo a lucratividade.
Atingível: imagine um novo entrante no setor de bebidas, cuja meta seja obter metade do mercado da Coca-Cola. Apesar de desafiadora é na prática inatingível, mesmo que pertença a um grupo com grande poderio financeiro. O feitiço neste caso virará contra o feiticeiro, arrefecendo os ânimos dos envolvidos num curto período de tempo.
Realista: algumas multinacionais têm sofrido deste mal após 2008. Com os mercados maduros em queda, executivos globais recorrem aos emergentes para cobri-los. É comum aplicar taxas de crescimento chinesas à filiais brasileiras, ao mesmo tempo em que se solicitam margens de lucro cada vez mais elevadas. São as conhecidas metas para inglês ver.
Tangíveis: aqui entra o critério tempo, em meu ponto de vista o corolário de todos os anteriores. Um prazo muito curto pode desmotivar os envolvidos pela impossibilidade de cumprimento, enquanto sua falta pode levar a acomodação. O governo brasileiro é mestre neste quesito, aplicando-os em suas duas vertentes.
Em minha experiência pude verificar que alguns gestores têm dificuldade em utilizar o critério SMART, criando metas muito amplas, fracas ou inatingíveis, as quais não contribuem para o resultado da empresa. Sugiro que comece aplicando-o ainda neste ano, revisando as metas estabelecidas. Talvez seja um bom programa aos que ficarão de castigo, nesta época de telefones mudos.
Marcos Morita é mestre em Administração de Empresas, professor da Universidade Mackenzie e professor tutor da FGV-RJ. Especialista em estratégias empresariais, é colunista, palestrante e consultor de negócios. Há mais de quinze anos atua como executivo em empresas multinacionais.
Contato: professor@marcosmorita.com.br / www.marcosmorita.com.br

O mundo corporativo já entrou em contagem regressiva, faltando menos de uma semana para as festas de final de ano. Grande parte das empresas costuma programar férias coletivas neste período, época em que quase nada se decide no campo dos negócios. Apesar do marasmo, aproveite para definir os principais objetivos a você e sua equipe para o próximo ano. Praticamente todas as firmas utilizam metas para medir o desempenho de departamentos e colaboradores, independentemente do nível hierárquico e função. Ao topo da pirâmide temas mais abrangentes, estratégicos e de longo prazo. Já para a base, ações táticas e de curto prazo. Operacionalizá-las é função do corpo gerencial, localizados no meio da figura.
Apesar de simples, estabelecê-las esconde alguns segredos. Objetivos inalcançáveis, prazos exíguos, escopo amplo ou impossibilidade de medi-las podem desmotivar os colaboradores. Aprecio a técnica SMART, a qual menciona que as metas devem ser específicas, mensuráveis, atingíveis, realistas e tangíveis, já traduzidas para o português. Vejamos.
Específicas: aumentar o market share, reduzir a inadimplência ou penetrar um novo mercado são metas interessantes, porém muito gerais. Para torná-las menos genéricas é necessário um maior nível de detalhamento. Conquistar dois pontos de market share no mercado carioca, através da penetração na classe A da zona sul , por exemplo, seria algo bem mais específico.
Mensurável: ainda na mesma linha, é necessário medir os dois pontos de market share obtidos, sejam eles em unidades físicas, monetárias ou margens de contribuição. Caso contrário, um vendedor poderia conquistá-lo oferecendo grandes descontos, comprometendo a lucratividade.
Atingível: imagine um novo entrante no setor de bebidas, cuja meta seja obter metade do mercado da Coca-Cola. Apesar de desafiadora é na prática inatingível, mesmo que pertença a um grupo com grande poderio financeiro. O feitiço neste caso virará contra o feiticeiro, arrefecendo os ânimos dos envolvidos num curto período de tempo.
Realista: algumas multinacionais têm sofrido deste mal após 2008. Com os mercados maduros em queda, executivos globais recorrem aos emergentes para cobri-los. É comum aplicar taxas de crescimento chinesas à filiais brasileiras, ao mesmo tempo em que se solicitam margens de lucro cada vez mais elevadas. São as conhecidas metas para inglês ver.
Tangíveis: aqui entra o critério tempo, em meu ponto de vista o corolário de todos os anteriores. Um prazo muito curto pode desmotivar os envolvidos pela impossibilidade de cumprimento, enquanto sua falta pode levar a acomodação. O governo brasileiro é mestre neste quesito, aplicando-os em suas duas vertentes.
Em minha experiência pude verificar que alguns gestores têm dificuldade em utilizar o critério SMART, criando metas muito amplas, fracas ou inatingíveis, as quais não contribuem para o resultado da empresa. Sugiro que comece aplicando-o ainda neste ano, revisando as metas estabelecidas. Talvez seja um bom programa aos que ficarão de castigo, nesta época de telefones mudos.
Marcos Morita é mestre em Administração de Empresas, professor da Universidade Mackenzie e professor tutor da FGV-RJ. Especialista em estratégias empresariais, é colunista, palestrante e consultor de negócios. Há mais de quinze anos atua como executivo em empresas multinacionais.
Contato: www.marcosmorita.com.br

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Filhos: Seu Melhor Investimento

PUBLICADO POR Editor EM 22 dezembro 2011

A cena é comum: na loja de brinquedos ou no supermercado, uma criança chora aos pés de pais nervosos e envergonhados. Para acalmar o filho, esses pais lançam mão da primeira opção que vêem naquele momento: atendem ao pedido.
Quem nunca presenciou uma cena como essa? Em Filhos: Seu melhor investimento, lançamento pela editora Campus/Elsevier, a autora Celina Macedo mostra como educar financeiramente seus filhos de forma eficaz.

Em famílias cada vez mais reduzidas, os filhos recebem muito mais do que seus pais pensaram em ter. Quem cai na tentação de dar tudo que seus filhos pedem cria pessoas mimadas, com grades chances de se tornarem adultos consumistas, dependentes e endividados amanhã. Quando a criança diz pela primeira vez “compra, mãe?”, por volta dos dois anos de idade, é sinal de que está preparada para receber sua primeira orientação financeira. Além de orientar a atenção dos pais para esses temas, o livro é um guia para ajudar cada fase da educação dos filhos, dos 2 aos 18 anos.
A obra faz parte da coleção Expo Money e a forma como o texto é conduzido propicia uma identificação imediata com as experiências de vida apresentadas pela autora, que oferece dicas simples que contribuirão, de forma positiva, para uma vida de prosperidade e para a educação de filhos vencedores.
Trata-se de um relato não só de uma mãe que foi bem-sucedida em educar filhos crescidos, mas também de uma especialista que foi a fundo nas
pesquisas para embasar argumentos e fornecer orientações extremamente pragmáticas e atuais.

A obra mostra a influência que a nossa criação pode trazer para nossas vidas
e para a nossa capacidade transformadora e o que podemos – e devemos – fazer para melhorar nossa qualidade de vida e daqueles que amamos. “A qualidade do convívio com os pais e da educação recebida terão peso na formação do futuro adulto. Os posicionamentos dos pais em questões como estímulos, desejos, limites e comportamentos, desde a mais tenra idade, irão determinar se o filho terá ou não equilíbrio financeiro na vida adulta”, informa a autora.

Compre este livro na SARAIVA

Este Livro está disponível também em formato digital.

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Com o objetivo de conscientizar e capacitar um novo perfil de profissional em demanda pelo mercado, capaz de identificar e conceber soluções, a Fundação Vanzolini oferece o curso de Capacitação em Análise de Negócios dirigido a profissionais com formação em Engenharia, Computação, Análise de Sistemas, Administração de Empresas e pessoas que têm interesse pela a atividade de Análise de Negócios. As inscrições podem ser realizadas até o dia 31 de janeiro, no site da instituição. Com início previsto para o dia 28 de fevereiro, as aulas serão ministradas no Centro de Treinamento da Fundação Vanzolini – unidade Paulista.

O curso engloba a área técnica de computação e as de gestão e operação das empresas, com conteúdo apoiado no Corpo de Conhecimentos em Análise de Negócio – BABoK® (Business Analysis Body of Knowledge, versão 2.0). A programação inclui sete disciplinas: Planejamento e Monitoramento da Análise de Negócios; Gerenciamento e Comunicação de Requisitos; Análise Corporativa; Eliciação de Requisitos; Análise de Requisitos; Avaliação e Validação da Solução e Competências Essenciais.

Curso de Capacitação em Análise de Negócios

carga horária: 99 horas

horário: terças e quintas-feiras das 19h às 22h

local do curso: Centro de Treinamento da Fundação Vanzolini – unidade Paulista

endereço: avenida Paulista, 967 – 5o andar

informações: 0800 770 06 08 (Estado de São Paulo); (11) 3145-3717 (demais regiões)

cursos in company: (11) 3024-2262 | e-mail ecp@vanzolini.org.br

site: www.vanzolini.org.br

inscrições abertas até: 31/01/2012

início previsto para as aulas: 28/02/2012

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A 3M está lançando o livro “O PODER DA INOVAÇÃO – Como alavancar a inovação na sua empresa”, contando sobre os princípios, valores e processos necessários para fazer as organizações se transformarem em consistentes “máquinas de inovação”, crescendo por meio de um fluxo sustentado de novos produtos, abordagens e modelos de negócio. A publicação é um lançamento da Editora Saraiva.

“Atualmente, a 3M é a companhia que mais atua para disseminar os conhecimentos sobre inovação no Brasil, realizando palestras semanais, promovendo o website 3minovacao e organizando visitas de benchmark para empresas e universidades. A ideia de escrever este livro foi de estruturar este conhecimento para inspirar líderes a transformarem positivamente suas realidades, contando com as referências da 3M e de outras empresas de sucesso”, explica Luiz Serafim, autor do livro e gerente de marketing corporativo da 3M do Brasil.

Focado no público corporativo, na comunidade de empreendedores e em estudantes, a obra traz uma abordagem universal, de aplicação prática, tratando dos fundamentos da gestão da inovação, ilustrada com cases de sucesso da 3M e de outras grandes companhias inovadoras convidadas, como a Agência Inova Unicamp, Fiat, GE, Google, Grupo Pão de Açúcar, IBM, Natura e Petrobras.

As filosofias e soluções criativas das empresas são transmitidas em forma de cases que evidenciam os principais fatores de um vigoroso sistema de inovação, estabelecendo um roteiro adequado para guiar esta mudança. “O livro é uma rica experiência que mostra o poder da inovação para as empresas, principalmente em ambientes cada vez mais competitivos”, acrescenta José Varela, presidente da 3M do Brasil.

Parte da venda dos livros será revertida para a instituição Junior Achievement, considerada a maior e mais antiga organização de educação prática em economia e negócios do mundo, com mais de 700 empresas mantenedoras e que já beneficiou 2,6 milhões de jovens em idade escolar.

Ficha Técnica:

Título: O PODER DA INOVAÇÃO – Como alavancar a inovação na sua empresa

Autor: Luiz Serafim

Editora: Saraiva

Edição: 1ª edição, 2011

Páginas: 240 páginas

Preço: 44,90

ISBN: 978-85-02-14799-7

EDITORA SARAIVA

Televendas: (11) 4003-3390

Vendas pela Internet: http://www.saraiva.com.br

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Promessa para 2012: Qualidade de vida

PUBLICADO POR Editor EM 7 dezembro 2011

Todo começo de ano é sempre a mesma estória: A maioria das pessoas se dedica a fazer basicamente três coisas: Uma planilha, dieta e promessas que ‘jura’ cumprir no ano vindouro. Mas, chega o carnaval, e ninguém está com as contas em dia, com o peso na balança que gostaria e com a consciência leve das promessas cumpridas. Isso porque passam os dias e as preocupações corriqueiras acabam tomando a atenção e desviando o rumo dos planos. As dívidas assumidas no ano anterior e as contas que devem ser pagas logo no começo do ano são as principais ‘causas’ dessa desorganização.

A falta de dinheiro ou a má administração dos recursos gera um stress familiar muito grande. Alguém sempre acaba abrindo mão de seus sonhos em detrimento dos compromissos financeiros assumidos. IPVA, férias, compras de Natal, viagens e compra de material escolar. Tudo isso para ser feito em um período de pouco mais de dois meses. Nem sempre o décimo terceiro dá conta de tantos compromissos. Já se sabe que o IPVA é cobrado todo ano no mês de Janeiro. Que o IPTU também chega, anualmente, entre os meses de Fevereiro e Março. Para as famílias com crianças, também é hora da compra de material escolar, que por sinal, a cada ano acumulam ainda mais itens. Sabemos que existe o Natal em Dezembro e que com ele as compras de presentes, férias e viagens. Então por que não se programar ao longo do ano ao invés de tratar as conseqüências?

De acordo com André Novaes, – fundador da Life – Finanças Pessoais – especialista em planejamento financeiro familiar, pequenas ações no dia a dia poderiam amenizar o sufoco desta época. “O principal problema nos casos que já auxiliei, é a falta de continuidade no processo. Os clientes começam sempre muito motivados, mas exige disciplina e aí, a motivação some ao longo das semanas. Não há formula mágica. São ações simples e conscientes ao longo do ano que irão fazer a diferença neste período conturbado”.  O especialista lembra que ao invés de desembolsar uma quantia alta no inicio do ano, é possível guardar pequenas quantidades ao longo dos meses. “O IPVA de um carro de 30.000 reais, por exemplo, é de 1.200 reais. O que é mais “fácil? Pagar 1.200 em Janeiro ou se preparar, planejar e provisionar 100 reais mensais para poder pagar o IPVA com mais tranqüilidade?”

Muitas pessoas não acreditam, mas planejador financeiro pode participar da rotina de uma família de classe média e não somente da vida de grandes investidores ou pessoas de alto poder aquisitivo. De acordo com André Novaes, o planejador irá auxiliar na escolhas dos caminhos para se chegar a realização dos sonhos. “Todos nós temos sonhos, basta planejarmos de forma correta que tudo é possível. Nossa missão é ajudar, principalmente ‘gente como a gente’. A maior dificuldade é por onde começar e como fazer. Nós temos este knowhow, sabemos como estimular a fazer as coisas que precisam ser feitas, para que um dia se possam fazer as coisas que se deseja fazer”, comenta.

Uma das principais providências que devem ser tomadas para quem não quer passar apertado na transição de um ano para o outro, é a formalização de um plano de metas. O planejador da Life, André Novaes, gosta de caracterizar a empresa como ‘acabativa’. “A maneira como formalizamos o projeto de vida de nossos clientes leva o planejamento financeiro pessoal e familiar para outro nível. Não apenas tratamos de dinheiro, mas adicionamos você e seus sonhos nesta equação. Não entregamos simplesmente um plano, mas caminhamos na seqüência do projeto, auxiliando os passos de cada um”, explica.

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