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Planeta Money

Ajudando você a sair do vermelho

Categoria: ‘Artigos’

FAMÍLIAS PAULISTAS REDUZEM ENDIVIDAMENTO

PUBLICADO POR Editor EM 26 fevereiro 2010

O número de famílias de São Paulo endividadas em fevereiro sofreu uma ligeira queda em comparação ao mês anterior. Além do menor volume de endividados, também foi reduzido o total de famílias com contas em atraso ou inadimplentes. As constatações constam da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio).

A PEIC registra, em fevereiro, os melhores resultados nos seus indicadores de endividamento (desde outubro de 2009), contas em atraso (desde fevereiro de 2009) e inadimplência (desde junho de 2009), indicando que os consumidores procuram colocar suas dívidas em dia, seja em função do aumento da renda, da redução das taxas de juros ou mesmo devido à renegociação com seus credores.
Em fevereiro, 43% das famílias de São Paulo estavam endividadas, enquanto em janeiro o índice era de 44%. Isso representa, em números absolutos, que o total de famílias endividadas caiu de 1,589 milhão para 1,538 milhão.
O levantamento identificou que 12% das famílias paulistas têm contas em atraso, recuo de 2 pontos porcentuais em relação a janeiro, o que representa, segundo a Fecomercio, que cerca de 441 mil famílias efetuaram pagamentos das contas em atraso em fevereiro, ante 501 mil, em janeiro.
Depois de permanecer estabilizado em 6% desde novembro, houve redução para 5% em fevereiro no total de famílias inadimplentes, aquelas que acreditam não ter condições de pagar total ou parcialmente suas contas nos próximos meses. Com isso, mais de 34 mil famílias deixaram a condição de inadimplência em fevereiro.
Na avaliação de Adelaide Reis, economista da Fecomercio, os bons resultados observados na economia brasileira, sobretudo nos indicadores de emprego e de renda, ambos em crescimento, refletiram positivamente no bolso do consumidor, que está aproveitando o início do ano para quitar dívidas e pagar contas em atraso, ao mesmo tempo em que mantém elevado o consumo. ” A expansão da massa salarial nos últimos meses, o aumento na oferta de crédito ao consumidor e a queda nas taxas de juros certamente contribuem para o equilíbrio financeiro das famílias neste início de ano”, afirma Adelaide. “Cabe ressaltar ainda, entre os fatores que podem explicar os bons resultados da PEIC em fevereiro, o aumento do salário mínimo e a alta no Índice de Confiança do Consumidor (ICC da Fecomercio), que atingiu 159 pontos este mês, além da elevada propensão ao consumo”, acrescenta.
Perfil da dívida
O cartão de crédito, endividamento mais utilizado pelas famílias de São Paulo, lidera o ranking com 68% das dívidas assumidas em fevereiro, ante 65% em janeiro. Entre as demais modalidades de financiamento do consumidor, destacam-se os carnês (31%), o crédito consignado (10%), o cheque especial (10%) e o financiamento de veículos (10%).
No que diz respeito ao tempo que as famílias estão com contas em atraso, a Pesquisa mostra que, do total de 1,538 milhão de famílias endividadas em fevereiro, 45% têm pagamentos atrasados há mais de 90 dias, frente os 54% registrados em janeiro. Outros 53%, entre as famílias endividadas, têm contas em atraso por um período de até três meses. O tempo médio em dias de atraso, em fevereiro, é de 64 dias.
O comprometimento da renda familiar para pagamento de dívidas também melhorou em fevereiro, relata a PEIC. Mais da metade das famílias endividadas asseguram ter entre 11% e 50% da sua renda comprometida com dívidas em fevereiro, ante 63% verificados em janeiro.
“Para os próximos meses, os resultados da PEIC tendem a apresentar elevação do endividamento familiar, fruto do aumento dos gastos que incidem no bolso do consumidor no início de ano, entre os quais destacam-se as matrícula escolares, os uniformes e o material escolar, além do pagamento de impostos como o IPVA e IPTU”, conclui Adelaide.
Nota Metodológica
A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) é apurada mensalmente pela Fecomercio desde fevereiro de 2004. Os dados são coletados junto a cerca de 1.360 consumidores no município de São Paulo. O objetivo da PEIC é diagnosticar o nível de endividamento e inadimplência do consumidor. Das informações coletadas são apurados importantes indicadores: nível de endividamento, percentual de inadimplentes, intenção de pagar dívidas em atraso e nível de comprometimento da renda. Tais indicadores são observados considerando-se três faixas de rendas, duas faixas de idade, distinguindo-se entre homens e mulheres. A pesquisa permite o acompanhamento do nível de comprometimento do consumidor com dívidas e sua percepção em relação à capacidade de pagamento, fatores fundamentais para o processo de decisão dos empresários do comércio e demais agentes econômicos.
Sobre a Fecomercio
A Fecomercio (Federação do Comercio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo) é a principal entidade sindical paulista dos setores de comércio e serviços. Representa 152 sindicatos patronais, que abrangem mais de 600 mil empresas e respondem por 11% do PIB paulista – cerca de 4% do PIB brasileiro – gerando em torno de cinco milhões de empregos.

Fonte: FECOMERCIO

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Empresa inativa também deve prestar contas à Receita Federal

PUBLICADO POR Editor EM 18 fevereiro 2010

As empresas (pessoas jurídicas) que permaneceram inativas durante o ano de 2009 devem apresentar, até o dia 31/3, a Declaração Simplificada de Pessoa Juridica (DSPJ) – Inativa 2010, por meio do formulário online disponível no site da Receita Federal (http://www.receita.fazenda.gov.br).

Segundo Glauco Pinheiro da Cruz, diretor do Grupo Candinho Assessoria Contábil e também presidente do Sesconapi (Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas do Grande ABC), é preciso atenção por parte dos empresários para que chequem como anda a contabilidade da empresa inativa. “É comum o empresário abandonar a empresa e também esquecer da entrega de declarações inerentes à inatividade do negócio. Ele só se dará conta de que está irregular quando fizer um negócio ou for adquirir um bem, porque o seu CPF constará irregular e ele não poderá efetuar as negociações desejadas”, explica.

É considerada pessoa jurídica inativa aquela que não tenha efetuado qualquer atividade operacional, não-operacional, patrimonial ou financeira, inclusive aplicação no mercado financeiro ou de capitais, durante todo o ano-calendário referente à declaração. A DSPJ – Inativa 2010 deve ser apresentada também pelas pessoas jurídicas que forem extintas, cindidas parcialmente, cindidas totalmente, fusionadas ou incorporadas, durante o ano-calendário de 2010, e que permanecerem inativas durante o período de 1º de janeiro de 2010 até a data do evento.

A multa pela não apresentação da Declaração é de R$ 200,00 (duzentos reais), que será informada automaticamente ao contribuinte no momento do envio da declaração em atraso.

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ELAS FRENTE À ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

PUBLICADO POR Editor EM 18 fevereiro 2010

Elas vieram para ficar. O mundo financeiro está cercado de todos os lados pelas mulheres. Em casa, na empresa, nas lojas, em todos os ambientes as mulheres mostram que se dão bem com dinheiro – e muito. O curioso é que muitas se destacam no gerenciamento das contas da casa ou de uma organização, mas, em contrapartida, quando o assunto é finança pessoal ou investimentos, a mulher ainda exibe suas fragilidades.

Uma pesquisa realizada com 2.096 mulheres no segundo semestre de 2009, pela Sophia Mind, empresa de inteligência de mercado e pesquisa do grupo Bolsa de Mulher, revelou algumas das principais características femininas na gestão financeira.

Segundo o estudo, 77% das mulheres decidem sozinhas pelas compras domésticas. Assim, elas costumam organizar a vida financeira com expectativas de relações duradouras, como se o parceiro fosse estar ao seu lado para sempre. Quanto à divisão dessas contas, apenas 39% delas dizem ajudar o parceiro nas despesas de casa, questão que cabe ao casal decidir. Se em casa a administração é responsabilidade da confiança feminina, na vida pessoal o cenário é diferente. Em relação a aplicações, 46% afirmaram que investem com frequencia parte de sua renda, mas evitam passar por grandes apostas e demonstram maior aversão em correr riscos, comparado ao sexo masculino.

Além do cuidado no investimento, as mulheres tendem a não poupar. Ao longo de um ano, 54% afirmam investir nada ou bem pouco de sua renda e 43% das entrevistadas, entre 41 e 50 anos, disseram que ainda estão avaliando como se preparar para a aposentadoria.

Estes dados revelam o mau planejamento feminino em questões administrativas pessoais. É comum a mulher acabar esquecendo que é um ser independente e que precisa se organizar para tomar as rédeas de sua vida financeira, mesmo que tenha ao seu lado um parceiro que se dedique mais a este assunto. O plano comum é um casamento duradouro, mas nem sempre isto é uma realidade. É fundamental que a mulher faça uma idealização de suas contas pessoais, para que não tenha problemas futuros. Programar a sua aposentadoria, por exemplo, é a base para a tranquilidade financeira na terceira idade. Nessa hora, o contador pode ser uma pessoa essencial para te orientar sobre qual a melhor forma de se aposentar sem que você tenha surpresas desagradáveis. É necessário também, que a mulher ajude seu parceiro na hora de administrar as dívidas do lar, pois o casamento pode ser considerado como a união de dois orçamentos e de talentos, ou seja, se duas pessoas organizadas que tem um planejamento econômico e conseguem aplicá-lo, melhorarão em muitos aspectos as suas finanças e no caso de um dos dois ou ambos serem empresários, o casamento não terá um efeito negativo para a empresa.

Outra dica é elaborar um plano de negócio ou uma tabela, na qual são somados todos os gastos pessoais (prestações, contas a pagar, cartões de crédito, gasolina, lazer e alimentação, por exemplo), e assim se planejar com o salário que receberá no mês. Procure não gastar mais do que ganha e nem deixar suas dividas acumularem. Se isto acontecer, controle as datas de vencimentos e os juros para que assim entre novamente no verde. Com as contas em dia fica mais fácil economizar para o futuro.

Ter um orçamento organizado e um controle financeiro são os pontos de partida, para a mulher e para o homem que deseja investir em algo lucrativo ou apenas equilibrar suas contas pessoais para não ficar no vermelho hoje e amanhã.

Fonte: Dora Ramos
Atua no mercado contábil-administrativo há mais de vinte anos. É fundadora e diretora responsável pela Fharos Assessoria Empresarial.

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TECNOLOGIA, EMPREGO E COMÉRCIO EXTERIOR – Por Samir Keedi

PUBLICADO POR Editor EM 11 fevereiro 2010
Todos sabem quais são os benefícios da tecnologia, mas, às vezes, é necessário dedicar alguns minutos para refletir sobre o tema. Hoje, poucas pessoas poderiam viver sem computador, carro, e, sobretudo, celular. Contudo, basta citar uma das maiores maravilhas do mundo moderno, o container, e mostrar um velho slide com estivadores carregando sacos de café nas costas, num passado já distante, para ouvir comentários, como: “era nas costas, mas havia emprego”.
É importante lembrar que este equipamento é o pai da globalização visível que existe no planeta, pois sua excelência, o container, possibilitou que o mundo avançasse da maneira que ocorreu, transformando, em meio século, uma corrente de comércio exterior de US$235 bilhões, em 1960, em uma de US$ 34,7 trilhões, em 2008.
Com essas cifras, não é possível aceitar que essa unidade de carga, assim como qualquer outra tecnologia, tenha provocado desemprego, apenas porque não há mais milhares de trabalhadores avulsos percorrendo o cais, desde o armazém até o navio, com sacos de café nas costas. Mas como esse é um comentário recorrente, é preciso abordá-lo devidamente.
A tecnologia, ao contrário do que pensam muitas pessoas, aumenta o emprego. Quanto mais tecnologia, mais emprego. O fato de uma nova tecnologia causar, de imediato, desemprego num determinado setor, não significa que aumente o desemprego na economia, pois ele ocorre apenas em uma atividade, como no caso dos trabalhadores avulsos carregando os sacos nas costas. Só que, ao se criar o container e, principalmente, padronizá-lo, permite-se uma evolução geral no setor.
Navios especiais para o transporte dessa unidade de carga começaram a ser construídos, bem como equipamentos para movimentar as cargas. Portos foram sendo adaptados aos novos equipamentos e navios. Os próprios containers começaram a ser produzidos aos milhares e, hoje, são milhões de unidades. Foram movimentados em 2008, cerca de 600 milhões de TEU – Twenty feet or equivalent unit (unidades de 6,1 metros de comprimento).
Equipamentos frigoríficos para as unidades reefer foram construídos. Computadores são utilizados para controle do comércio exterior, movimentação de carga e correlatos. Programas para movimentação de carga com essas unidades são continuamente criados e aperfeiçoados.
Cada vez mais trabalhadores precisam ser recrutados para trabalhar nos portos, devido ao fantástico aumento no volume de comércio exterior. Também nas empresas produtoras, exportadoras e importadoras, já que um grande volume de transações pressupõe, obviamente, mais empregos.
É possível ver quantos operadores logísticos existem em face dos valores e quantidade de carga movimentados, atualmente. E os despachantes envolvidos com a carga. E a quantidade de navios, operadores, comandantes, tripulação, etc. Além da construção de navios e sua manutenção. Mais os rebocadores e práticos, para apoio à navegação, etc.
E deve-se colocar nesse pacote, tudo aquilo que se possa imaginar que surgiu ou foi incrementado com a criação dessa unidade pelo nosso herói, Mr. Malcom McLean.
Não é difícil, ao menos à maioria das pessoas, concluir que é preciso continuar evoluindo e criando mais tecnologia.
Assim, é necessário pensar, antes de criticar a perda de alguns poucos empregos num determinado setor – poucos em relação ao total, quantos são constantemente criados por causa da tecnologia.
* Samir Keedi é economista, mestre em administração, consultor e professor da Aduaneiras em assuntos de Comércio Exterior.

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O planejamento tributário e a técnica das oito gavetas

PUBLICADO POR Editor EM 23 outubro 2009

Arrumar as gavetas, de forma simbólica, pode significar arrumar a saúde financeira de uma empresa. Com a aceleração do sistema de informações da receita federal, hoje não há mais espaço para a permanência de empresários omissos em relação a este tema. Entretanto, não é nada raro encontrá-los.
O planejamento tributário, conhecido legalmente por elisão fiscal, é um conjunto de operações estratégicas nas quais se utilizam meios lícitos para se obter a máxima diminuição no pagamento dos tributos. Segundo o IBPT, no Brasil, em média, 35% do faturamento empresarial é dirigido ao pagamento de tributos. Logo, o planejamento tributário é assunto prioritário e obrigatório para todo bom empresário.
A elisão fiscal deve decorrer da própria lei ou de uma de suas lacunas. A que decorre da lei é a própria norma legal que irá permitir – ou até mesmo conduzir – a empresa a economia de tributos, como por exemplo, os incentivos fiscais. Já a elisão fiscal decorrente de lacunas pode ser alcançada através de estratégias utilizadas por advogados especialistas, onde são utilizados elementos não proibitivos, a saber aqueles que irão evitar o fato gerador e, como conseqüência, estar em harmonia com a legislação.
De forma bastante clara, o planejamento tributário pode ser alocado dentro de oito gavetas, nas quais o empresário deve manter atenção, de tal sorte a tornar seu negócio o mais lucrativo possível. A técnica das gavetas consiste em escalonar dentro de oito etapas todas as ações estratégicas que o empresário deverá percorrer durante seu projeto fiscal.

Gaveta 1. A empresa foi criada para prosperar, portanto, o empresário deve ser ativo;

Gaveta 2.  A cultura gerencial do empresário e sua equipe deve ser dinâmica para estar sempre de acordo com as necessidades do mercado;

Gaveta 3. Apenas o advogado tributarista especializado é capaz de realizar um planejamento tributário com excelência;

Gaveta 4. Sempre é hora de diminuir os tributos;

Gaveta 5. A utilização das estratégias deve ocorrer através de meios lícitos;

Gaveta 6. Para tanto, o advogado deve conhecer profundamente as normas tributárias;

Gaveta 7. A organização precisa obter mais lucros e, por conseqüência, liquidez;

Gaveta 8. A organização deve estar devidamente preparada para receber qualquer tipo de fiscalização, sem pânico e com a máxima transparência.

No mais, o planejamento tributário deve ser interpretado pelo empresário como um investimento e não como um custo, visto que alguns escritórios de renome prestam este serviço cobrando seus honorários sobre a economia alcançada.

A consultoria tributária envolve a coleta de informações, a simulação de estratégias legais versus a carga tributária pretendida e a implantação das alternativas aplicáveis, bem como seus efeitos financeiros. E tem como objetivo final o benefício fiscal.

Fonte: Patricia Barreto Gavronski – Sócia do Grupo Machado, especialista em projetos, formatação e expansão de redes de franquia, assessoria jurídica e tributária.

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Sebrae-SP estreia no twitter

PUBLICADO POR Editor EM 23 outubro 2009

Com a ideia de ampliar o atendimento aos donos de micro e pequenas empresas e difundir a cultura empreendedora, o Sebrae-SP estreiou em outubro no twitter (www.twitter.com/sebraesp), o microblog que virou fenômeno mundial como rede social na internet.

Nos primeiros dias no ar, os internautas já podiam conferir na página do Sebrae-SP notícias sobre eventos da casa, dicas sobre gestão de negócios, agenda de tributos e cases de sucesso. Os consultores do Sebrae-SP, com expertise em gestão, marketing, tributos, legislação e finanças, entre outros assuntos, assessoram na elaboração do conteúdo disponível no twitter.

A ferramenta gratuita já atinge 11,5 milhões de usuários no Brasil. É cada vez mais crescente,  o número de empresas, independente de serem grandes ou pequenas, que  utilizam o Twitter para estreitar o relacionamento com seus clientes. O Brasil é o quinto pais do mundo em adesão à ferramenta, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, Reino Unido, Canadá e Austrália.

Unidade de Marketing e  Comunicação Sebrae-SP

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Empreendedores de oportunidades ou de necessidade?

PUBLICADO POR Editor EM 21 outubro 2009

Brasil tem mais de 14 milhões de empreendedores

Em busca de uma boa oportunidade de mercado muitos brasileiros investem em seu próprio negócio. Levantamentos apontam que o número de profissionais que optou por esta iniciativa no primeiro bimestre de 2009 aumentou em quatro vezes com relação ao mesmo período do ano passado, demonstrando uma tendência em alta.

“O principal motivo de muitos recorrerem a esta nova perspectiva é colocar em prática uma ideia inovadora ou até para fugir de empregos infrutíferos”, explica o diretor da L&Barreiros Controladoria, Laecio Barreiros.

Outro fator que merece destaque é o fato de que pela primeira vez os ‘empreendedores de oportunidades’ – os que planejam a abertura do negócio – superaram os ‘empreendedores de necessidade’ – os que se aventuram nos negócios – apontando melhora no potencial do brasileiro.

Segundo índices do SEBRAE, hoje o País conta com mais de 5 milhões de pequenos e médios negócios representando 20% do PIB, o que torna as PMEs muito importantes para a economia do país.

Mesmo sendo um campo de oportunidades, é preciso ter cautela na hora de começar seu investimento. “Para abrir uma empresa é necessário, antes de tudo, traçar um plano de negócios bem detalhado. O futuro empreendedor deve saber dos riscos, da viabilidade de seu investimento, noção dos concorrentes e ter uma visão de um todo”, explica Barreiros.

Planejar a abertura é essencial para que os lucros e resultados sejam positivos e que a vida da empresa seja duradoura. “Os novos pequenos e médios empresários brasileiros estão cada vez mais buscando estratégias de crescimento e se adaptando à realidade do mercado, o que é muito positivo”, finaliza Barreiros.

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Lei 11.638 – Uma questão de sobrevivência para as empresas brasileiras no cenário global.

Por: Eduardo Boniolo – Consultor da Aptar Gestão Empresarial

A convergência das práticas contábeis – BRGAAP ao IFRS – International Financial Reporting Standards permitirá melhor inserção das empresas nacionais no mercado global.

O processo de convergência às normas internacionais está sendo implementado desde a promulgação da Lei 11.638 em dezembro/07 com previsão de término em 2010.

Inicialmente, apenas as companhias de capital aberto, instituições financeiras e seguradoras estariam obrigadas a elaborar suas demonstrações contábeis de 2010  adotando plenamente as novas regras.

Posteriormente, as chamadas sociedades de grande porte e as demais sociedades anônimas também passaram a ter a obrigatoriedade de registrar suas demonstrações contábeis em IFRS.

Agora, está em discussão o fato de que todas as empresas sejam obrigadas a utilizar as novas práticas em 2010, o que criará um padrão contábil único para todas as empresas, independente do seu porte ou ramo de atividade.

Algumas empresas vêm a lei como mais que uma obrigação legal, entretanto o que elas parecem não ter percebido é que o mercado financeiro está se fechando para organizações que não são transparentes.

Para conceder crédito, as instituições financeiras têm exigido de seus tomadores a apresentação de demonstrações financeiras de acordo com o padrão atualmente vigente. Sem esta adequação, as taxas de juros cobradas por essas instituições podem ser maiores, ou a concessão do crédito pode ser simplesmente negada.

Vale lembrar que para se tomar crédito no exterior é essencial que sejam disponibilizadas demonstrações contábeis de forma compreensível, isto é, que estejam em uma linguagem utilizada internacionalmente. Hoje, o padrão em IFRS é usado ou está em adoção em mais de cem países do mundo.

Os EUA também se convenceram da necessidade de adoção do IFRS em substituição ao tradicional USGAAP devido a grande necessidade de transparência e facilidade de interpretação das informações financeiras no mercado globalizado. Há um planejamento para término da implementação em 2016, abrangendo todas as empresas, independente do tamanho.

O Brasil é hoje um país de destaque no cenário do mercado global, e essa é uma realidade que deve ser valorizada e encarada como grande diferencial, pois as empresas brasileiras mais adequadas a este cenário serão, sem dúvidas, aquelas que terão acesso às melhores oportunidades.

Eduardo Boniolo – eduardo@aptar.adm.br
www.aptar.com.br

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Planejamento ontem e sempre.

PUBLICADO POR Editor EM 1 outubro 2009

Planejamento é a chave para fazer qualquer coisa bem feita, seja um investimento, uma construção ou a aquisição de algo.
Mas isso não é algo de hoje, há 2000 anos já se falava disso.

Se um de vocês quer construir uma torre, primeiro senta e calcula quanto vai custar, para ver se o dinheiro dá. Se não fizer isso, ele consegue colocar os alicerces, mas não pode terminar a construção. Aí todos os que virem o que aconteceu vão caçoar dele, dizendo: “Este homem começou a construir, mas não pôde terminar!”

Texto: Jesus Cristo falando em Lucas 14 – 28

Para alguns pode ter sido uma surpresa ver que Jesus já se preocupava com o endividamento e o controle financeiro das pessoas, mas esta não é a única citação que Cristo faz sobre o bom uso do dinheiro. Há citações sobre reconhimento de impostos, pagamento de dívidas, emprestimos, etc.

E apesar da data do texto, esta situação se repete com muita frequencia nos dias de hoje e o conselho apesar de simples funciona muito bem.

Então, se você quer sair do vermelho, siga este primeiro passo: “Senta e calcula” antes de tomar qualquer decisão.
A forma que a frase “senta e calcula” pode parecer imperativa, mas é exatamente desta forma que Jesus falava aos seus discipulos e seguidores, porque ele queria que as pessoas tomassem uma atitude.

E é isto que muitas vezes falta para que você parta para a luta e vença a situação de Dividas. Algo que era falado sim, com um tom de autoridade, mas ao mesmo tempo era falado por amor as pessoas, por não gostar de ver as pessoas em situações de dívida e com obras inacabadas, assim como um pai não gosta de ver o filho com dívida ou dificuldade financeira, devendo para os outros.

O objetivo deste texto é que você reflita, e hoje mesmo você “Sente” em frente ao computador ou do seu caderno de anotações e “calcula” usando um excel, uma planilha on-line, um software ou simplesmente a boa e velha calculadora.

Abs,

Gerson

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Pai Rico pela primeira vez no Brasil no Expomoney

PUBLICADO POR Editor EM 18 agosto 2009

No dia 17 de setembro, no Centro de Convenções Transamérica, em São Paulo, a Expo Money, considerado o mais importante evento sobre educação financeira e investimentos da América Latina, contará com a palestra de Robert Kiyosaki, autor de “Pai Rico, Pai Pobre”, livro que já vendeu mais de 2 milhões de cópias no Brasil.

Esta é a primeira vez que os brasileiros terão a oportunidade de ver ao vivo uma palestra de Kiyosaki, que vem convidado pela editora Campus-Elsevier em parceria com a Expo Money. “O nosso evento não poderia perder essa oportunidade. O livro “Pai Rico, Pai Pobre” tem tudo a ver com a filosofia do nosso evento, que divulga a educação financeira como o melhor caminho para um futuro economicamente seguro”, destaca Robert Dannenberg, presidente da TradeNetwork, organizadora da feira.

O Best seller “Pai Rico, Pai Pobre” está completando 10 anos e ganha nova roupagem, com capa dura e um prefácio atualizado do autor. A obra, que faz um paralelo entre os dois estilos de educação financeira – de um pai rico e de um pai pobre – é sucesso absoluto no mundo e no Brasil, está disponível em 52 idiomas, foi lançada em 109 países e já vendeu cerca de 30 milhões de exemplares em todo o mundo.

A edição especial comemorativa já está disponível e quem adquirir o exemplar nas lojas Saraivas ganhará um ingresso para a palestra do dia 17. “Com a compra do livro, o leitor assiste à palestra ao vivo, mas todos os visitantes da Expo Money terão a oportunidade de acesso às informações de Kiyosaki. Vamos transmitir a palestra também em outras salas através de transmissão em telões”, ressalta Dannenberg.

Para as mulheres que desejam dicas de como aumentar seus ganhos, no mesmo dia o evento apresentará palestra com Kim Kiyosaki, esposa do autor de “Pai Rico” e autora de “Mulher Rica – O livro de investimento para mulheres”. Na obra, Kim comenta os temores que enfrentou quando começou a investir, como superou esse medo e como construiu seu próprio império financeiro.

PALESTRA ROBERT KIYOSAKI
Data: 17/9
Horário: 13h30
Sala exclusiva para os convidados (compraram livro edição especial), que será transmitido para salas de palestras simultâneas gratuitamente.

PALESTRA KIM KIYOSAKI
Data: 17/9
Horário: 16h35
Entrada gratuita

Onde:
7ª Expo Money – São Paulo
Local: Centro de Convenções do Transamérica Hotel
Av. Dr. Mario Vilas Boas Rodrigues, 387
Datas e horários:
17 e 18 de setembro: das 13h às 22h
19 de setembro: das 12h às 20h
Informações e inscrições: www.expomoney.com.br

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