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Planeta Money

Ajudando você a sair do vermelho

Categoria: ‘Artigos’

Money Jornal completa um ano

PUBLICADO POR Editor EM 26 agosto 2010

Jornal gratuito idealizado pelos criadores da Expo Money chega à 12ª edição com muito energia

O Money Jornal, primeiro jornal de educação financeira e investimentos, completa um ano em agosto, conferindo a credibilidade da marca Expo Money.  São 50 eventos, 50 newsletters, 2.200 palestras, e 13 edições do Money Jornal, que comemora seu primeiro aniversário desdobrando o tema “energia” nas editorias que compõem o jornal, sempre com foco nas finanças pessoais e investimentos. Do ciclo que faz a economia girar até aos bons dividendos pagos pelas empresas do setor.

A comemorativa edição 12 lança uma promoção inédita. Uma Coleção Expo Money de livros será o prêmio para incentivar o leitor a contar como a Expo Money entrou em sua vida e conhecer as variadas histórias de participantes do circuito de eventos.

Lançado em agosto de 2009, quando o mercado sinalizava otimismo, a publicação chegou para suprir uma lacuna – oferecer informação mensal direcionada com foco no investidor individual. Com doses de assuntos técnicos, educativos e notícias relevantes, com apoio de consultores, escritores e experientes profissionais do mercado, o Money Jornal trata o tema investimento de forma leve, acessível e útil.

A publicação mensal é distribuída gratuitamente nos principais cruzamentos de São Paulo, roda o Brasil com o circuito de eventos Expo Money e é enviado a um mailing dirigido. São 20 mil exemplares percorrendo as mãos de leitores interessados em organizar suas finanças e aprender sobre investimentos. Atinge variados perfis, mas a maioria dos leitores é de homens (67%) entre 26 e 34 anos (36%). Está disponível também em www.moneyjornal.com.br

O que é Expo Money?

É um evento de educação financeira e investimentos, voltado para todas as pessoas interessadas em administrar as próprias finanças  e investir. Totalmente gratuita, a Expo Money percorre 11 capitais do Brasil, levando palestras educacionais e didáticas com diversos especialistas, além das empresas do mercado financeiro. Em 2007, o evento também lançou a Coleção Expo Money, uma série de livros com os palestrantes do evento. São 26 títulos e cinco deles serão lançados em setembro 50ª edição do evento que acontece em São Paulo.

8ª Expo Money – São Paulo

Local: Centro de Convenções Transamérica

Av. Dr. Mario Vilas Boas Rodrigues, 387

Datas e horários:

23 e 24 de setembro de 2010 – 13h às 22h

25 (sábado) de setembro de 2010 – 12h às 20h

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Reinventar-se é preciso

PUBLICADO POR Editor EM 5 agosto 2010

Ter a coragem de se reinventar não é para qualquer um. A simples ideia de mudar radicalmente o ramo de atuação, ou de operar uma profunda transformação nos métodos de uma empresa, pode assustar até o mais arrojado dos investidores. Ainda assim, há aqueles que ousam – e suas histórias de sucesso são inspiradoras.

Quem vai ao cinema e se diverte com desenhos animados como Toy Story e Wall-e talvez nem imagine que, quando começou, a Pixar nem sonhava ser um estúdio de animação. Comprada por Steve Jobs (o todo-poderoso co-fundador da Apple) em 1986, por apenas 5 milhões de dólares, o negócio da Pixar era desenvolver hardware: seu carro-chefe era o Pixar Image Computer.

Apesar de conquistar um importante cliente – a Walt Disney Pictures –, a máquina não fazia grande sucesso. Para tentar alavancar as vendas, um dos funcionários da empresas, John Lasseter, produzia curtas animados que procuravam mostrar o potencial do aparelho. Além disso, a Pixar entrou para o ramo de softwares em parceria com a Walt Disney, desenvolvendo o CAPS, programa de colorização de animações tradicionais.

Em 1991, a Pixar assinou um contrato de 26 milhões de dólares com a Disney, pelo qual se comprometia a realizar três longas animados. O primeiro foi Toy Story, lançado em 1995.

O sucesso estrondoso da animação fez a empresa mudar de vez seu ramo de atuação. Os projetos de hardware foram definitivamente substituídos pela missão de fazer longas animados inovadores. Em 2006, a Disney comprou a Pixar por 7,4 bilhões de dólares, e Jobs se tornou o maior acionista individual  da gigante de entretenimento.

Outra empresa que se reinventou para melhor foi a Hewlet-Packard. Fundada em 1939 por Bill Hewlett e Dave Packard, dois estudantes da Universidade Stanford, a empresa teve um investimento inicial de 538 dólares – o suficiente para montar, numa garagem, o oscilador de áudio que foi o primeiro produto da marca. Na década de 50, os contadores de frequência da HP responderam pelo faturamento de bilhões de dólares.

A primeira revolução aconteceu em 1968, com o lançamento da HP 9100A, uma calculadora de mesa que permitia armazenar programas em cartões magnéticos e efetuar complexos cálculos científicos. Em 1972, mais uma inovação marcante chacoalhou o mercado: nascia a primeira calculadora de mão da marca.

Em 1980, a HP tornou a se reinventar e colocou no mercado seu primeiro computador pessoal, o HP-85, e a primeira impressora a laser. Com as inovações acontecendo em ritmo cada vez mais acelerado, a empresa acompanhou cada nova demanda de mercado sem medo de ousar. Em 2002, fundiu-se com a Compaq, o que lhe permitiu agregar uma equipe especializada em soluções computacionais.

A exemplo dessas duas multinacionais, muitas outras empresas expandem ou simplesmente mudam de área conforme o mercado evolui. No Brasil, temos casos bem-sucedidos de mudanças de foco, de abordagem do público e também de linhas de produtos, que permitiram a companhias aparentemente falidas se reerguerem mais fortes do que nunca. Afinal, progredir e mudar são atitudes infinitamente mais inteligentes do que estacionar no tempo e tornar-se obsoleto. Numa época de grandes e rápidas transformações, reinventar-se é preciso – e o empresário de hoje pode e deve estar atento a essa necessidade.

*Texto: Eduardo Pocetti é CEO da BDO, quinta maior rede do mundo em auditoria, tributos e advisory services.

Fonte: Camila Del Nero – Oficina de Comunicação

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Uma das dúvidas mais freqüentes dos pais sobre educação financeira é se a mesada pode ou deve ser vinculada ao desempenho escolar. Ou seja: boas notas valem o valor integral e até uma premiação? E, em caso de notas ruins, a mesada não deve ser dada ou pelo menos não em sua totalidade? Isso é correto?

O educador financeiro Álvaro Modernell é taxativo: não!  “Isso pode contribuir para o desenvolvimento de uma personalidade mercenária na criança”, afirma o especialista, autor de sete livros dedicados ao público infantil, inclusive o recém-lançado “Quero ser rico – Rico de verdade”.

“Além disso, alguns pais podem confundir as coisas e tentar compensar eventual falta de comprometimento com o ensino dos filhos por meio de estímulo financeiro. Pais e filhos saem perdendo nesta situação”, completa.

Ainda de acordo com Álvaro Modernell, um bom desempenho escolar, ou pelo menos o esforço da criança para que isso aconteça, é uma obrigação e não deve depender de estímulo financeiro. “Os pais devem dar atenção, ajuda, livros, apoio, mas não dinheiro.”

Riscos

Um dos perigos de vincular o pagamento ou o valor da mesada ao desempenho escolar é a possibilidade de a criança manipular as notas.

“Ela pode deixar cair propositalmente em algum momento para depois negociar com os pais, em troca de dinheiro, a elevação ou a manutenção das notas. E isso pode se repetir muitas vezes. Há crianças que são mestres em manipular os pais. Imagine se forem remuneradas por isso”, diz o educador financeiro.

A mesada é uma iniciativa voluntária dos pais, não uma obrigação. E não deve ser apresentada como remuneração em troca de bons resultados ou comportamento.

“Trata-se de um instrumento de educação financeira que serve para as crianças vivenciarem experiências que lhes serão úteis para a vida toda. E também para que criem um certo grau de independência, inclusive nos aspectos financeiros”, explica Álvaro Modernell.

O especialista comenta também que a mesada não desonera os pais do compromisso de orientarem os filhos sobre questões financeiras e de acompanharem o uso do dinheiro de maneira adequada. “Se ela não estiver sendo bem usada, não culpe apenas seus filhos. Reflita.”

Sobre Álvaro Modernell

Álvaro Modernell é especialista em educação financeira, palestrante e autor de vários livros, projetos, cartilhas e artigos sobre educação financeira.

Com experiência de mais de 20 anos no Banco do Brasil, no Mercosul e nos EUA, é sócio fundador da Mais Ativos Educação Financeira e coordenador do portal www.edufinanceira.com.br, referência nacional na área.

É graduado em Administração de Empresas, possui mestrado em Finanças, MBA em Negócios Internacionais (USP) e em Gestão Financeira de empresas, além de pós-graduação em Metodologia do Ensino e em Política e Estratégia (UnB/ADESG). Tem, ainda, certificado da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais).

Álvaro Modernell é o autor dos livros Zequinha e a porquinha Poupança (2006), O pé de meia mágico (2007), O Poço dos Desejos (2007), Paulina e o Ipê-amarelo (2007), Versinhos de Prosperidade (2008), Morango ou Chocolate (2010) e Quero ser rico (2010), além de outros materiais e cartilhas.

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A Soft Trade – Soluções para Recursos Humanos, tradicional empresa especialista em tecnologia para gestão de RH, lançará no CONARH ABRH 2010 a versão 2.0 do FatoR H/Web – reconhecido como uma das melhores soluções para administração de Recursos Humanos do mercado.

A versão 2.0 do FatoR H/web muda substancialmente a forma como o produto será gerido e atualizado a partir de agora. Atualizações e correções poderão ser aplicadas individualmente e por um processo mais simples. Isso dará mais dinamismo às atualizações de versão e mais segurança aos usuários.

Além disso, em uma parceria exclusiva da Soft Trade com a Microsoft, com versão 2.0 do FatoR H/web será possível atualizar a compatibilidade do banco de dados Microsoft SQL Server de 6.5 para 8.0 (compatível com SQL 2000 em diante).

No evento, a Soft Trade também vai apresentar ao mercado novos produtos em duas linhas inovadoras. Em joint-venture com a empresa canadense Operitel, lança o LMS LearnFlex, e por meio de sua nova unidade de negócios Essence uma linha de produtos na área de desenvolvimento organizacional, com softwares para Gestão de Competências, Avaliação, Feedback 360º, Pesquisa de Clima Organizacional e Coaching.

Um dos objetivos da empresa no CONARH ABRH 2010 é encontrar e desenvolver parceiros para integração de seus produtos em projetos de consultoria.

Sobre FatoR H/Web

O carro-chefe da Soft Trade é a plataforma para gestão de RH o FatoR H/web que funciona, na prática, como um ERP (Enterprise Resource Planning) – também conhecido como Sistema de Gestão Integrada para Recursos Humanos, dado o grande número de funcionalidades. Sua comercialização é feita por licença de uso ou no modelo ASP (Application Service Provider), com hospedagem na própria Soft Trade ou em data centers.

O FatoR H/web é resultado da experiência e das parcerias que a Soft Trade desenvolveu, desde 1987, a partir do contato com usuários das áreas de Recursos Humanos.

As principais características que diferenciam o FatoR H/web, além da sua abrangência, são: integração, descentralização, acesso à informação e tecnologia.

Sobre a Soft Trade

Com sede em São Paulo, a Soft Trade Soluções para Recursos Humanos está no mercado há 23 anos e orgulha-se de ser uma empresa com foco em atender seus clientes com eficiência e padrão de qualidade.

Conhecida por oferecer as mais inovadoras e práticas ferramentas de RH do mercado, a Soft Trade está empenhada em ouvir e atender seus clientes, desenvolvendo a solução adequada para cada necessidade.

Sobre o CONARH ABRH 2010
Em sua 36ª edição, o CONARH (Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas) é o maior e mais importante Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas da América Latina.
Com seu formato inovador, único e exclusivo, o evento sempre traz as mais novas tendências em Gestão de Pessoas, proporcionando às empresas, aos líderes e aos profissionais da área de Recursos Humanos atividades e palestras com abordagens claras, atuais e diferenciadas.

Data: 17 a 20 de agosto
Local: Transamerica Expo Center
Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro – São Paulo–SP
Horários:

Congresso:
17/08 – das 13h às 20h30
18 e 19/08 – das 8h às 21h
20/08 – das 8h às 13h30

EXPO ABRH:
17 a 19/08 – das 10h às 20h

20/08 – das 10h às 17h

Informações e contato:

Soft Trade Soluções para Recursos Humanos
www.softtrade.com.br
Valéria Graziano Gazzara
valeria.gazzara@softtrade.com.br
(11) 5503.3600

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Cumprindo compromissos (financeiros) consigo mesmo

PUBLICADO POR Editor EM 2 agosto 2010

Na prática diária como consultor financeiro, sou frequentemente procurado por pessoas que acabam tomando decisões financeiras que parecem perfeitamente compreensíveis e justificáveis quando consideramos o mundo em que vivemos e as pressões a que estamos sujeitos, mas que não fazem nenhum sentido do ponto de vista financeiro. Um exemplo típico é quando a pessoa adquire um consórcio, um plano de aposentadoria privada, um título de capitalização ou seja lá o que for, por que ela precisa ser “obrigada” a direcionar dinheiro para aquele compromisso, e assim fazer uma poupança ou patrimônio (ou pelo menos algo que ela acredita ser poupança ou patrimônio).

Se não houver um boleto para pagar, um banco cobrando ou uma ameaça de multa, a pessoa seria incapaz de fazer aquela “poupança” por si mesma. Pessoas que agem dessa forma me procuram dizendo que tem um problema financeiro. E eu sou obrigado a dizer: “não, você não tem um problema financeiro, você tem um problema de outra natureza”.

Problemas financeiros, acreditem se quiserem, costumam ser relativamente fáceis de resolver. Problemas financeiros são, em última instância, problemas matemáticos. Resolvem-se fazendo contas, analisando custos, cortando gastos desnecessários, negociando com credores e buscando outras fontes de renda, nada além disso.

Mas a pessoa que precisa ser obrigada, por um terceiro, a fazer sua poupança, não tem um problema financeiro. Ela tem um problema de natureza psíquica, que a impede de estabelecer e cumprir compromissos com a pessoa mais importante (ou que ao menos deveria ser) da vida dela: ELA MESMA. Ela tem dificuldade, por exemplo, em estabelecer um compromisso como “todo dia 15 do mês comprarei 200 reais em títulos de renda fixa ou ações para minha aposentadoria”. Ela pode fazer isso por dois ou três meses, mas logo depois a disciplina vai embora e aqueles 200 reais começam a ser direcionados para outras coisas, como consumo, outras dívidas, “baladas” ou algo do gênero. Ela acaba recorrendo a um plano de aposentadoria privada, que a “obrigará” a fazer um depósito mensal (e cobrará também um monte de taxas…) para fazer EXATAMENTE A MESMA COISA que ela poderia fazer sozinha, que é aplicar em títulos financeiros.

Se não houver um boleto para pagar, a coisa simplesmente “não anda”. Essa pessoa, na verdade, está transformando o banco, a seguradora, ou seja lá quem for na sua “figura paterna”, que manda, estabelece regras e pune quando falhar. Como ela mesma não se pune, também não consegue cumprir o compromisso consigo mesma.Pessoas assim também são vítimas de um fenômeno identificado pelos estudiosos de finanças comportamentais conhecido como “contabilidade mental”, que, resumidamente, é o nosso hábito de separar os “dinheiros” como se fossem coisas diferentes. É o caso da pessoa que contrai dívidas caras quando tem aplicações financeiras, mas não quer “mexer” nas aplicações. A única explicação lógica para isso é que a pessoa não confia em sua própria capacidade de “recolocar” o dinheiro das aplicações devidamente corrigido, caso faça um “empréstimo para si mesma”.

Uma saída para isso, já que essa pessoa “necessita” de uma ameaça de punição, é ela estabelecer essa punição dentro de casa, durante um período de “dessensibilização” até que ela consiga ganhar o hábito de cumprir obrigações consigo mesma. Por exemplo, fazer um contrato consigo mesma (assinado), se comprometendo a poupar “X” por mês e aplicar em um fundo de investimentos, por exemplo, e pedir a outra pessoa (parente ou amigo) que assuma o papel de “fiscal”, aplicando uma punição previamente combinada caso haja algum deslize no acordo.E, obviamente, aproveitar e fazer um último contrato consigo mesma, estabelecendo que, após determinado período, não serão necessárias mais punições, pois ela já saberá quem é a pessoa mais importante da vida dela e a quem deve pagar primeiro, sempre.

Andre Massaro é especialista em finanças pessoais e autor do livro MoneyFit (Matrix Editota) – www.moneyfit.com.br

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A FGV-EAESP (Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas) em parceria com escolas da ABBS realizará nos dias 22 e 23 a “Conferência internacional de empreendedorismo nos países BRICS”.

Com o patrocínio do Sebrae, durante esses dois dias, pesquisadores dos países Brasil, China, Índia, Rússia e África do Sul apresentarão artigos sobre  empreendedorismo. No primeiro dia de apresentações também haverá uma palestra sobre as instituições de apoio ao empreendedorismo nos países BRICS. Já o segundo dia, acontecerá à visita a Natura, empresa 100% brasileira.

Entre os participantes Charles Tang, presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil; Rakesh Vaidyanathan, The Jai Group; Jacob Moatshe, Consul Econômico do Consulado da África do Sul e Ivan Clark da PriceWaterHouseCoopers.

Serviço

Evento: Conferência internacional de empreendedorismo nos países do BRIC.

Data: 22 e 23 de julho

Local: FGV–EAESP – Rua Itapeva, 432

Informações: cenn@fgv.br

Inscrições: http://ww2.fgvsp.br/mktg/2010/cenn/brics2/brics.html

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A Incubadora de Empreendimentos para Egressos, projeto social patrocinado pela Petrobras desde 2006, acaba de abrir processo seletivo para formação de 200 novos empreendedores. Podem participar homens e mulheres que cumpriram penas privativas de liberdade (egressos), pessoas que estão nos regimes aberto, semiaberto ou fechado, ou ainda na condicional. Os candidatos aprovados aprenderão como administrar seu próprio negócio e receberão lanche, bolsa-auxílio e auxílio-transporte.

Segundo dados da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária, o índice de reincidência criminal no Estado do Rio de Janeiro chega a 80%. A dificuldade de entrar no mercado de trabalho é um dos fatores que levam a essa reincidência.
Este é o quinto processo seletivo da Incubadora que, em três anos, já formou 225 empreendedores. Alguns dos participantes alcançaram renda mensal de R$ 1 mil a R$ 3 mil e ainda geram emprego e renda para outros egressos do Sistema Penitenciário e seus familiares.
 
Postos de Inscrição:
Centro de Integração Social e Cultural – CISC “Uma Chance” – Rua Quintino Joaquim da Silva, 165, Tribobó, São Gonçalo. De segunda à sexta, das 8h às 18h e sábados (das 9h às 18h).
Patronato Magarino Torres – Rua Célio Nascimento, s/nº, Benfica, Rio de Janeiro. De segunda à sexta, das 9h às 16h.
Palácio das ONGs (Palong) – Rua General Justo, 275, sala 503, Castelo, Rio de Janeiro. De segunda à sexta, das 9h às 15h.
 
Sobre a Incubadora de Empreendimentos para Egressos:
 
A Incubadora de Empreendimentos para Egressos (IEE) foi criada em 2006 e é considerada um projeto pioneiro na América Latina. A iniciativa promove a inclusão de profissionais empreendedores egressos do Sistema prisional, gerando oportunidades de emprego, renda e cidadania.
 
São desenvolvidas ações que buscam a qualificação profissional e desenvolvimento de negócios dirigida exclusivamente a ex-detentos. Neste programa, são oferecidos aos egressos cursos de empreendedorismo, marketing, administração, economia, desenvolvimento organizacional, comércio, informática e recuperação de créditos.
 
Atualmente, a IEE é patrocinada através do Programa Petrobras Desenvolvimento & Cidadania, que investe em projetos sociais de todo o país, voltados para geração de renda e oportunidade de trabalho, educação para a qualificação profissional e garantia dos direitos das crianças e dos adolescentes.

As inscrições podem ser feitas até o dia 12 de julho nos postos de inscrição no Rio e em São Gonçalo. O edital de convocação e a ficha de inscrição estão disponíveis no site da Incubadora: http://www.iee-umachance.org.br/. O processo seletivo é composto de quatro etapas: inscrição (preenchimento de ficha), entrevista social, dinâmica de grupo e análise da viabilidade do negócio ou projeto. Podem se inscrever candidatos que já possuem um negócio ou que pretendem abrir um. As aulas serão ministradas em São Gonçalo e em alguns presídios no Estado.

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COMO EVITAR O ENDIVIDAMENTO PESSOAL

PUBLICADO POR Editor EM 21 junho 2010

Antonio de Julio, instrutor financeiro da consultoria MoneyFit, dá dicas sobre como sair do estado devedor, equilibrar as contas para futuramente poupar e investir

No Brasil pelo fato do crédito estar em expansão nos últimos meses, somente para pessoa física o crescimento foi de 4,4% no primeiro  trimestre e com isso, as famílias já comprometeram  22% de suas rendas  com o pagamento de prestações para os próximos meses. Para aliviar o bolso, quem recorre aos empréstimos e cheque especial, as taxas médias voltaram a subir no mês de junho, registrando a segunda alta consecutiva dos juros nessas duas modalidades, conforme pesquisa divulgada pelo  Procon-SP, nos últimos dias.

E qual o risco para as famílias brasileiras que comprometeram quase 30% da sua renda com parcelas extensas, que vão, por exemplo, até o final deste ano? Segundo Antonio de Julio, instrutor financeiro e profissional do MoneyFit, o risco dessas pessoas é de não conseguir montar uma reserva financeira para os momentos de crise, como perda de emprego, alguma situação de emergência com saúde ou até mesmo reparos emergenciais nas suas residências ou veículos, por exemplo!

“Isso fora que o governo central começou a aumentar a taxa básica de juros – Selic, que é a referência para aplicações em renda fixa e “nem tanto” para os bancos, que chegam a cobrar quase que mensalmente o valor anual da taxa Selic. Para quem está poupando, esse aumento é muito bom, pois vai aumentar os rendimentos do dinheiro aplicado. Mas para quem está devendo pode ser mais doloroso ainda, pois os bancos costumam aumentar “por antecipação” as suas taxas, alegando aumento no risco de inadimplência”, ressalta Antonio de Julio.

Segundo Antonio de Julio, para as pessoas que já comprometeram sua renda de forma arriscada, o primeiro passo é parar de gastar urgentemente, colocar seu dinheiro na “U.T.I.” financeira e sair dessa situação o mais rápido possível. Se vier um aperto monetário da taxa de juros, a situação só tenderá a piorar. Neste caso, ele destaca ainda que as pessoas precisam  entender que o dinheiro não foi feito apenas para gastar. Ao quitar uma dívida, ela tem que se preparar melhor antes de entrar em outra. O ideal é pesquisar sobre os produtos e serviços similares, negociar prazos menores de parcelas e financiamentos e apresentar uma boa entrada de dinheiro para aliviar o financiamento, e principalmente evitar as compras por impulso, entre outras formas. “Não é porque o dinheiro sobrou que tem que ser gasto. “Ele pode ser aplicado para um dia gerar mais dinheiro e essa cultura tem que ser criada, pois, todas as pessoas estão sujeitas a um efeito noé, ou seja, algo de grande impacto na vida, assim como nos aspectos financeiros, um dia com certeza irá ocorrer, ressalta Julio.

O caminho para sair do estado devedor, equilibrar as contas, para enfim poupar é difícil, mas não é impossível. Antonio de Julio explica que talvez a mudança de estado devedor para o estado poupador seja a mais difícil de ocorrer. Não só pelo endividamento em sí, mas pelo estado mental da pessoa. Ela tem que entender que guardar, que seja um pouco por mês, já muda o seu padrão mental com relação ao dinheiro. “As pessoas gastam sem necessidade, não pesquisam, não perguntam quais são as taxas que aquele cartão da loja e que muitas vezes a “anuidade zero” pode estar embutida em manutenções mensais que são descritas na fatura.  Parar de dever é como fazer uma dieta e ir até o fim, sem o “efeito sanfona”.

Para equilibrar as contas, não tem mistério e nem milagre. O que entra de dinheiro deve ser maior do que o que sai. O limite do cheque especial está disponível para uma EMERGÊNCIA e não para ser adicionado ao seu saldo bancário.

Para as pessoas que querem começar a investir, jamais entreguem seu dinheiro na mão de terceiros, sejam eles os profissionais que forem. Quem deve entender do seu dinheiro é somente você. Profissionais de finanças podem e devem ser consultados, mas as decisões devem ser única e exclusivamente das pessoas que querem investir.

Para encerrar, um lembrete: “quem acha chato ler sobre dinheiro está dizendo A SÍ MESMO” que não gosta de dinheiro

Quem Faz o MoneyFit

Antonio De Julio é conferencista, palestrante e coach. Criador do programa integrado de desenvolvimento financeiro MoneyFit®, atua na área de finanças há seis anos. Tem como formação a análise de sistemas e a publicidade, atua como trader independente de ações e opções na Bovespa e como consultor de finanças pessoais, utilizando o método MoneyFit®. Tem interesse nas áreas de finanças pessoais, desenvolvimento pessoal, educação e empreendedorismo.

Andre Massaro é conferencista, palestrante e coach. Criador do programa integrado de desenvolvimento financeiro MoneyFit®, atua na área de finanças há mais de quinze anos.Administrador com pós-graduação em Economia, já foi executivo financeiro de empresas e instituições financeiras. Atualmente atua como trader independente de derivativos na bolsa de valores e como consultor de finanças pessoais, utilizando o método MoneyFit®. É autor do livro MoneyFit (Editora Matrix).

SOBRE O PROGRAMA MONEYFIT – www.moneyfit.com.br

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Ficar rica sem culpa

PUBLICADO POR Editor EM 17 junho 2010

Ficar rica pode ser uma realidade pronta a ser construída

Muito se fala ou se faz piadas sobre o alto poder de consumo das mulheres. Quantas vezes ouvimos dizer que o orçamento está estourado por conta da fúria consumista da esposa ou da parceira. Na realidade, as mulheres, há muito, abandonaram esse defeito de rainhas perdulárias e buscam de uma forma mais consistente, formas de sair do vermelho ou opções de investimento. Muitas delas conseguem driblar as despesas e esticam seu salário, do marido ou de ambos, para que no final do mês, algumas moedas ainda habitem as bolsas, os bolsos e deixem no azul o orçamento doméstico.

A Editora Gente lança o livro Fique rica sem culpa – Livre-se dos maus hábitos financeiros que empobrecem sua vida, de Justine Trueman. A autora, hoje com 36 anos, relata que aos 17, leu um livro sobre educação financeira que fez a diferença para ela e deu o start up para a sua independência financeira. “Gostaria muito que este livro fosse usado como uma oportunidade de examinar a fundo todos os aspectos de sua vida financeira. Seja lá o que ou quem esteja prejudicando suas finanças, agora é a hora de agir. É hora de desintoxicar suas finanças”, ressalta.
Recheado de dicas e histórias inspiradoras que incentivarão a leitora a mudar as suas atitudes em relação ao dinheiro e a fazer com que ele trabalhe para ela, o livro divide-se em duas partes: “O dinheiro e a mente”, quando fala sobre a relação mulher e dinheiro, traça a psicologia do dinheiro, fala sobre orçamento, dívidas, relacionamentos, filhos e a relação com o dinheiro; e “Assumindo o controle”, que a autora destaca o hábito de economizar e explica como negociar, investir, ações e títulos, portfólios, propriedades, previdência e metas para finanças.
Fique rica sem culpa busca mostrar que o controle financeiro está muito mais próximo de se tornar realidade até para quem acha que sua vida financeira não tem remédio. No livro, a autora ajudará a leitora a aperfeiçoar seu relacionamento com o dinheiro, para que: fique menos estressada; melhore sua qualidade de vida; sinta-se no controle de suas finanças; pare de discutir sobre dinheiro com seu companheiro; lide de maneira mais eficiente com seus filhos sobre essa questão; reconheça os obstáculos psicológicos que a estão impedindo de alcançar suas metas financeiras; entenda os princípios-chave envolvidos na construção de um patrimônio.
Sobre a autora: Justine Trueman trabalhou por treze anos como jornalista especializada em finanças, escrevendo para a Reuters, Time Magazine e The Financial Times. Durante sua atuação no jornalismo, ela entrevistou os melhores investidores do mundo e aprendeu as suas estratégias e técnicas. Bem antes de se tornar jornalista, investimentos já era uma das suas paixões, e ela possuía uma boa experiência na área. Começou a poupar e a fazer o seu planejamento financeiro pessoal aos 17 anos – aos 20 já investia em ações. Atualmente, trabalha em uma empresa de investimentos em Paris. É também gestora de um Clube de Investimento de mulheres. Além disso, é palestrante em conferências e eventos sobre investimentos, assim como em associações de mulheres. A autora sempre teve uma renda média como a maioria das pessoas e não possui dívidas; hoje é dona de imóveis e investe nos mercados de três países. Realizou tudo isso ao praticar no seu dia a dia os conhecimentos que oferece às leitoras neste livro.

Serviço:

Livro: Fique rica sem culpa
Subtítulo: Livre-se dos maus hábitos financeiros que empobrecem sua vida
Autora: Justine Trueman
Editora: Gente
Páginas: 304
Preço Médio: R$ 34,90

Pesquise preços deste livro on-line ou direto no site da Editora Gente

(A Editora Gente forneceu um exemplar deste livro que foi utilizado no sorteio do dia 12/07 entre os leitores do Planeta Money)

GERSON PEREIRA

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Álbuns de figurinhas da copa – diversão e aprendizado

PUBLICADO POR Editor EM 11 junho 2010

(Entrevista concedida pelo Palestrante e Consultor Erasmo Vieira ao site Vila Mulher)

Para a criançada, a Copa do Mundo representa mais do que assistir aos jogos pela TV ou via internet. Além de estimular o patriotismo, um evento esportivo como esse também se torna educativo, por isso explorado em disciplinas escolares.

A febre dos álbuns de figurinhas que se espalha por todo país é um assunto à parte. Praças, bancas e pátios de escolas se transformaram em pontos de encontro, onde se misturam crianças e adultos que durante as trocas ganham não só simples figurinhas, mas também novos amigos.

A prática é uma forma de logo cedo elas terem noções de economia. “Entendendo o valor dos produtos e serviços ela começa a ser inserida no mercado econômico. Algumas figurinhas são mais valiosas por sua raridade. Apesar de vir no mesmo pacotinho, elas são mais difíceis de achar e por isso valem mais”, aponta o Erasmo Vieira, consultor de finanças pessoais.

De forma divertida, elas também aprendem geografia, pois conhecem localização, número de habitantes e idioma dos países, além das cores da bandeira, e um pouco da história de cada seleção participante. Mais do que isso, as crianças começam a se organizar sozinhas, pois aprendem a separar as figurinhas repetidas. E na hora da colagem também ficam atentas às cores, camisas e símbolos dos países, pois muitos deles são semelhantes.

Durante a negociação com os coleguinhas, Erasmo Vieira* aconselha que os pais não tomem conta do “negócio”, apenas falem que existem boas e más negociações, afinal, desde cedo os filhos já lidam com espertinhos e inocentes.

“Eles devem ensinar porque uma figurinha vale mais e pode ser trocada por mais de uma. Também devem lembrar que é necessário paciência, pois para completar um time e, por fim, o álbum completo é preciso tempo. Outro ponto fundamental é mostrar que as figurinhas valem dinheiro e por isso não devem ser desprezadas”, indica o consultor financeiro.

Erasmo lembra que para se completar um álbum é necessário gastar no mínimo 96 reais (ao todo são 640 figurinhas ou 128 pacotinhos, cada um deles custa 0,75 reais). “É apenas um valor significativo, pois certamente as crianças gastam mais do que isso”, diz. Guilherme dos Santos, de oito anos, completou 560 figurinhas e tem 100 na mão para troca. “Ainda restam 80 figurinhas, e vão sobrar 20, acho que com essas restantes ele ainda consegue trocar para completar o álbum. Até agora comprei 660 delas e gastei 100 reais”, diz o padrinho Carlos Luiz dos Santos Ferreira. Uma forma de mostrar o valor do dinheiro é usar a quantia para fazer a criança entender que é relativamente alta, que com ela se pode comprar um tênis ou brinquedo.

A compra das figurinhas também é uma boa oportunidade para se falar de semanadas ou mesadas, primeiros passos para a criança administrar o próprio dinheiro. “Quando o dinheiro acabar, ele não deve ser entregue novamente antes do prazo estipulado, pois a criança pode ficar sem limites de gastos e aprender a usar o “cheque especial” chamado papai ou mamãe”, aponta Erasmo.

E nada de incentivar a criançada a pagar pelas figurinhas restantes quando se está próxima de completar o álbum – elas são vendidas separadamente e custam mais do que aquelas do pacotinho. É preciso procurar, esperar e buscar quem tem aquelas que faltam. “Talvez seja interessante mostrar que o preço de uma única figurinha vale mais de que muitos pacotes com cinco unidades. Aguardar, esperar, pode ser um preço a pagar na falta do dinheiro para completar o álbum”, finaliza o consultor.

Por Juliana Lopes – http://vilamulher.terra.com.br/mae-filhos-familia/

* Erasmo Vieira – Palestrante e Consultor Financeiro Pessoal
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