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Planeta Money

Ajudando você a sair do vermelho

Categoria: ‘Saindo do Vermelho’

Money Jornal completa um ano

PUBLICADO POR Editor EM 26 agosto 2010

Jornal gratuito idealizado pelos criadores da Expo Money chega à 12ª edição com muito energia

O Money Jornal, primeiro jornal de educação financeira e investimentos, completa um ano em agosto, conferindo a credibilidade da marca Expo Money.  São 50 eventos, 50 newsletters, 2.200 palestras, e 13 edições do Money Jornal, que comemora seu primeiro aniversário desdobrando o tema “energia” nas editorias que compõem o jornal, sempre com foco nas finanças pessoais e investimentos. Do ciclo que faz a economia girar até aos bons dividendos pagos pelas empresas do setor.

A comemorativa edição 12 lança uma promoção inédita. Uma Coleção Expo Money de livros será o prêmio para incentivar o leitor a contar como a Expo Money entrou em sua vida e conhecer as variadas histórias de participantes do circuito de eventos.

Lançado em agosto de 2009, quando o mercado sinalizava otimismo, a publicação chegou para suprir uma lacuna – oferecer informação mensal direcionada com foco no investidor individual. Com doses de assuntos técnicos, educativos e notícias relevantes, com apoio de consultores, escritores e experientes profissionais do mercado, o Money Jornal trata o tema investimento de forma leve, acessível e útil.

A publicação mensal é distribuída gratuitamente nos principais cruzamentos de São Paulo, roda o Brasil com o circuito de eventos Expo Money e é enviado a um mailing dirigido. São 20 mil exemplares percorrendo as mãos de leitores interessados em organizar suas finanças e aprender sobre investimentos. Atinge variados perfis, mas a maioria dos leitores é de homens (67%) entre 26 e 34 anos (36%). Está disponível também em www.moneyjornal.com.br

O que é Expo Money?

É um evento de educação financeira e investimentos, voltado para todas as pessoas interessadas em administrar as próprias finanças  e investir. Totalmente gratuita, a Expo Money percorre 11 capitais do Brasil, levando palestras educacionais e didáticas com diversos especialistas, além das empresas do mercado financeiro. Em 2007, o evento também lançou a Coleção Expo Money, uma série de livros com os palestrantes do evento. São 26 títulos e cinco deles serão lançados em setembro 50ª edição do evento que acontece em São Paulo.

8ª Expo Money – São Paulo

Local: Centro de Convenções Transamérica

Av. Dr. Mario Vilas Boas Rodrigues, 387

Datas e horários:

23 e 24 de setembro de 2010 – 13h às 22h

25 (sábado) de setembro de 2010 – 12h às 20h

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Cumprindo compromissos (financeiros) consigo mesmo

PUBLICADO POR Editor EM 2 agosto 2010

Na prática diária como consultor financeiro, sou frequentemente procurado por pessoas que acabam tomando decisões financeiras que parecem perfeitamente compreensíveis e justificáveis quando consideramos o mundo em que vivemos e as pressões a que estamos sujeitos, mas que não fazem nenhum sentido do ponto de vista financeiro. Um exemplo típico é quando a pessoa adquire um consórcio, um plano de aposentadoria privada, um título de capitalização ou seja lá o que for, por que ela precisa ser “obrigada” a direcionar dinheiro para aquele compromisso, e assim fazer uma poupança ou patrimônio (ou pelo menos algo que ela acredita ser poupança ou patrimônio).

Se não houver um boleto para pagar, um banco cobrando ou uma ameaça de multa, a pessoa seria incapaz de fazer aquela “poupança” por si mesma. Pessoas que agem dessa forma me procuram dizendo que tem um problema financeiro. E eu sou obrigado a dizer: “não, você não tem um problema financeiro, você tem um problema de outra natureza”.

Problemas financeiros, acreditem se quiserem, costumam ser relativamente fáceis de resolver. Problemas financeiros são, em última instância, problemas matemáticos. Resolvem-se fazendo contas, analisando custos, cortando gastos desnecessários, negociando com credores e buscando outras fontes de renda, nada além disso.

Mas a pessoa que precisa ser obrigada, por um terceiro, a fazer sua poupança, não tem um problema financeiro. Ela tem um problema de natureza psíquica, que a impede de estabelecer e cumprir compromissos com a pessoa mais importante (ou que ao menos deveria ser) da vida dela: ELA MESMA. Ela tem dificuldade, por exemplo, em estabelecer um compromisso como “todo dia 15 do mês comprarei 200 reais em títulos de renda fixa ou ações para minha aposentadoria”. Ela pode fazer isso por dois ou três meses, mas logo depois a disciplina vai embora e aqueles 200 reais começam a ser direcionados para outras coisas, como consumo, outras dívidas, “baladas” ou algo do gênero. Ela acaba recorrendo a um plano de aposentadoria privada, que a “obrigará” a fazer um depósito mensal (e cobrará também um monte de taxas…) para fazer EXATAMENTE A MESMA COISA que ela poderia fazer sozinha, que é aplicar em títulos financeiros.

Se não houver um boleto para pagar, a coisa simplesmente “não anda”. Essa pessoa, na verdade, está transformando o banco, a seguradora, ou seja lá quem for na sua “figura paterna”, que manda, estabelece regras e pune quando falhar. Como ela mesma não se pune, também não consegue cumprir o compromisso consigo mesma.Pessoas assim também são vítimas de um fenômeno identificado pelos estudiosos de finanças comportamentais conhecido como “contabilidade mental”, que, resumidamente, é o nosso hábito de separar os “dinheiros” como se fossem coisas diferentes. É o caso da pessoa que contrai dívidas caras quando tem aplicações financeiras, mas não quer “mexer” nas aplicações. A única explicação lógica para isso é que a pessoa não confia em sua própria capacidade de “recolocar” o dinheiro das aplicações devidamente corrigido, caso faça um “empréstimo para si mesma”.

Uma saída para isso, já que essa pessoa “necessita” de uma ameaça de punição, é ela estabelecer essa punição dentro de casa, durante um período de “dessensibilização” até que ela consiga ganhar o hábito de cumprir obrigações consigo mesma. Por exemplo, fazer um contrato consigo mesma (assinado), se comprometendo a poupar “X” por mês e aplicar em um fundo de investimentos, por exemplo, e pedir a outra pessoa (parente ou amigo) que assuma o papel de “fiscal”, aplicando uma punição previamente combinada caso haja algum deslize no acordo.E, obviamente, aproveitar e fazer um último contrato consigo mesma, estabelecendo que, após determinado período, não serão necessárias mais punições, pois ela já saberá quem é a pessoa mais importante da vida dela e a quem deve pagar primeiro, sempre.

Andre Massaro é especialista em finanças pessoais e autor do livro MoneyFit (Matrix Editota) – www.moneyfit.com.br

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O Poder das Marcas

PUBLICADO POR Editor EM 20 julho 2010

Hoje me deparei com um assunto que, apesar da sua importância para todo empresário(ou empresa), muitos não dão a devida atenção a este item que deveria traduzir o espirito da própria corporação: A MARCA. Todos admiram uma marca forte e consolidada no mercado, mas na hora de criarem as suas próprias marcas  delegam esta tarefa para pessoas que não possuem o conhecimento e qualificação necessária para esta tarefa.

Neste artigo do professo Gerson L. Gantzel expõe um quadro geral das grandes marcas multinacionais e nacionais. Espero que gostem.

Boa leitura.

Há milhares de anos, o ser humano se pergunta sobre qual ou quais seriam os fatores que determinariam o sucesso, o poder, a riqueza de Nações, Empresas e Pessoas. Além de provavelmente não existir uma resposta única ou uma “fórmula do bolo”, o poder tem sido controlado de diferentes formas ao longo do tempo e da evolução.

Ao longo dos milhares de anos de nossa história, assistimos a períodos em que o poder era concentrado por países que detinham: os melhores e maiores exércitos (período em que reinaram os Gregos, Persas, Romanos e tantos outros povos), os melhores armamentos (uso de Elefantes e Tanques de Guerra), as maiores Colônias (Espanhóis, Portugueses, Ingleses, etc.) e maior quantidade de metais (metalismo).

Mais recentemente, o poder pertenceu aos países e empresas com maior industrialização, fenômeno que já não justifica ou explica o maior poder ou riqueza. Nos EUA, o país mais rico do mundo, a composição do PIB envolve 78% de Serviços, 21% de Indústria e apenas 1% de Agropecuária. No Brasil, a composição do PIB apresenta Serviços com 65%, Indústria com 29% e Serviços com 6%.

Atualmente, os países mais ricos e poderosos do mundo são:

País                                                    PIB (bilhões de USD – 2009)

1          Estados Unidos                                   14,266

2          Japão                                                      5,048

3          China                                                      4,757

4          Alemanha                                              3,235

5          França                                                    2,634

6          Reino Unido                                          2,198

7          Itália                                                      2,089

8          Brasil                                                     1,481

9          Espanha                                                 1,438

União Européia                                                16,905

Mundo                                                             54,584

Fonte: F.M.I.

O que salta aos olhos, é que os países e empresas mais ricos são justamente aqueles que detêm as melhores e maiores marcas do mundo. O imenso e inédito poderio Norte Americano facilmente comprova esta tese na medida em que mais da metade das maiores marcas do mundo são daquele país. Também há uma correlação direta entre a riqueza dos países e de suas marcas.

Top Ten Brands in 2009 – Bilhões de dólares

1. Coca-Cola 68,734 ($m)           EUA
2. IBM 60,211 ($m)           EUA
3. Microsoft 56,647 ($m)           EUA
4. GE 47,777 ($m)           EUA
5. Nokia 34,864 ($m)       FINLÂNDIA
6. McDonald’s 32,275 ($m)            EUA
7. Google 31,980 ($m)            EUA
8. Toyota 31,330 ($m)          JAPÃO
9. Intel 30,636 ($m)            EUA
10. Disney 28,447 ($m)            EUA

Fonte: Interbrand & Business Week – acesse a lista completa em www.interbrand.com

O valor da marca tem uma relação direta com o desempenho e com a percepção que as pessoas têm sobre as empresas. Reestruturada, a IBM só faz seu valor de marca crescer, fenômeno similar ao verificado com o Google e outras novas empresas, cujas marcas chegam a valorizar incríveis 40% ao ano.

E enquanto todos os maiores países do mundo por PIB são os detentores das maiores marcas, o Brasil ainda conta com empresas com atuação restrita ao continente sul americano ou com marcas que não são conhecidas em todo o mundo. E NÃO HÁ NENHUMA MARCA BRASILEIRA ENTRE AS 200 MAIS VALIOSAS DO MUNDO, fenômeno que ainda não está em vias de mudar na medida em que, por exemplo, registramos apenas 600 patentes ao ano – contra 10.000 nos EUA.

A boa notícia é que começamos a criar marcas conhecidas em todo o mundo, tentando nos aproximar das fenomenais Coréia do Sul (Hyunday, LG, Sansung, ASIA, etc.), Espanha (Telefônica, Santander, Zara, etc.) e outras pin up´s no mundo das marcas. O ranking das marcas nacionais demonstra o quanto ainda há que se fazer para sua valorização.

Rank Marca Valor da Marca

Milhões de R$

Rank Marca Valor da Marca

Milhões de R$

1 Itaú 20.651 14 Cyrela 545
2 Bradesco 12.381 15 Oi (*) 472
3 Petrobrás 10.805 16 Brasken 449
4 Banco do Brasil 10.497 17 TAM 347
5 Skol 6.593 18 NET 294
6 Natura 4.652 19 Marisa 196
7 Brhama 3.607 20 Hering 144
8 Antarctica 1.753 21 Gafisa 129
9 Vivo (*) 1.468 22 Havaianas 113
10 Renner 780 23 GOL 108
11 Embratel 730 24 Positivo 103
12 Banrisul 645 25 Lopes 87
13 Lojas Americanas 601

Fonte: Interbrand & Business Week

(*) Empresa controlada por multinacional.

Comprovada a relação direta entre a riqueza das Nações e de Empresas com o valor de suas marcas, não se pode deixar de lado o mesmo conceito aplicado à vida das pessoas. E efetivamente, nosso nome (marca pessoal) pode e deve usar os mesmos princípios de construção de marcas utilizados por empresas. Afinal, alguém já viu Einsten ou Bill Gates serem chamados, respectivamente, de Einstensinho e Bilzinho?

Fonte: ***Gerson L. Gantzel é consultor e professor da ESIC Business & Marketing School.

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A Incubadora de Empreendimentos para Egressos, projeto social patrocinado pela Petrobras desde 2006, acaba de abrir processo seletivo para formação de 200 novos empreendedores. Podem participar homens e mulheres que cumpriram penas privativas de liberdade (egressos), pessoas que estão nos regimes aberto, semiaberto ou fechado, ou ainda na condicional. Os candidatos aprovados aprenderão como administrar seu próprio negócio e receberão lanche, bolsa-auxílio e auxílio-transporte.

Segundo dados da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária, o índice de reincidência criminal no Estado do Rio de Janeiro chega a 80%. A dificuldade de entrar no mercado de trabalho é um dos fatores que levam a essa reincidência.
Este é o quinto processo seletivo da Incubadora que, em três anos, já formou 225 empreendedores. Alguns dos participantes alcançaram renda mensal de R$ 1 mil a R$ 3 mil e ainda geram emprego e renda para outros egressos do Sistema Penitenciário e seus familiares.
 
Postos de Inscrição:
Centro de Integração Social e Cultural – CISC “Uma Chance” – Rua Quintino Joaquim da Silva, 165, Tribobó, São Gonçalo. De segunda à sexta, das 8h às 18h e sábados (das 9h às 18h).
Patronato Magarino Torres – Rua Célio Nascimento, s/nº, Benfica, Rio de Janeiro. De segunda à sexta, das 9h às 16h.
Palácio das ONGs (Palong) – Rua General Justo, 275, sala 503, Castelo, Rio de Janeiro. De segunda à sexta, das 9h às 15h.
 
Sobre a Incubadora de Empreendimentos para Egressos:
 
A Incubadora de Empreendimentos para Egressos (IEE) foi criada em 2006 e é considerada um projeto pioneiro na América Latina. A iniciativa promove a inclusão de profissionais empreendedores egressos do Sistema prisional, gerando oportunidades de emprego, renda e cidadania.
 
São desenvolvidas ações que buscam a qualificação profissional e desenvolvimento de negócios dirigida exclusivamente a ex-detentos. Neste programa, são oferecidos aos egressos cursos de empreendedorismo, marketing, administração, economia, desenvolvimento organizacional, comércio, informática e recuperação de créditos.
 
Atualmente, a IEE é patrocinada através do Programa Petrobras Desenvolvimento & Cidadania, que investe em projetos sociais de todo o país, voltados para geração de renda e oportunidade de trabalho, educação para a qualificação profissional e garantia dos direitos das crianças e dos adolescentes.

As inscrições podem ser feitas até o dia 12 de julho nos postos de inscrição no Rio e em São Gonçalo. O edital de convocação e a ficha de inscrição estão disponíveis no site da Incubadora: http://www.iee-umachance.org.br/. O processo seletivo é composto de quatro etapas: inscrição (preenchimento de ficha), entrevista social, dinâmica de grupo e análise da viabilidade do negócio ou projeto. Podem se inscrever candidatos que já possuem um negócio ou que pretendem abrir um. As aulas serão ministradas em São Gonçalo e em alguns presídios no Estado.

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COMO EVITAR O ENDIVIDAMENTO PESSOAL

PUBLICADO POR Editor EM 21 junho 2010

Antonio de Julio, instrutor financeiro da consultoria MoneyFit, dá dicas sobre como sair do estado devedor, equilibrar as contas para futuramente poupar e investir

No Brasil pelo fato do crédito estar em expansão nos últimos meses, somente para pessoa física o crescimento foi de 4,4% no primeiro  trimestre e com isso, as famílias já comprometeram  22% de suas rendas  com o pagamento de prestações para os próximos meses. Para aliviar o bolso, quem recorre aos empréstimos e cheque especial, as taxas médias voltaram a subir no mês de junho, registrando a segunda alta consecutiva dos juros nessas duas modalidades, conforme pesquisa divulgada pelo  Procon-SP, nos últimos dias.

E qual o risco para as famílias brasileiras que comprometeram quase 30% da sua renda com parcelas extensas, que vão, por exemplo, até o final deste ano? Segundo Antonio de Julio, instrutor financeiro e profissional do MoneyFit, o risco dessas pessoas é de não conseguir montar uma reserva financeira para os momentos de crise, como perda de emprego, alguma situação de emergência com saúde ou até mesmo reparos emergenciais nas suas residências ou veículos, por exemplo!

“Isso fora que o governo central começou a aumentar a taxa básica de juros – Selic, que é a referência para aplicações em renda fixa e “nem tanto” para os bancos, que chegam a cobrar quase que mensalmente o valor anual da taxa Selic. Para quem está poupando, esse aumento é muito bom, pois vai aumentar os rendimentos do dinheiro aplicado. Mas para quem está devendo pode ser mais doloroso ainda, pois os bancos costumam aumentar “por antecipação” as suas taxas, alegando aumento no risco de inadimplência”, ressalta Antonio de Julio.

Segundo Antonio de Julio, para as pessoas que já comprometeram sua renda de forma arriscada, o primeiro passo é parar de gastar urgentemente, colocar seu dinheiro na “U.T.I.” financeira e sair dessa situação o mais rápido possível. Se vier um aperto monetário da taxa de juros, a situação só tenderá a piorar. Neste caso, ele destaca ainda que as pessoas precisam  entender que o dinheiro não foi feito apenas para gastar. Ao quitar uma dívida, ela tem que se preparar melhor antes de entrar em outra. O ideal é pesquisar sobre os produtos e serviços similares, negociar prazos menores de parcelas e financiamentos e apresentar uma boa entrada de dinheiro para aliviar o financiamento, e principalmente evitar as compras por impulso, entre outras formas. “Não é porque o dinheiro sobrou que tem que ser gasto. “Ele pode ser aplicado para um dia gerar mais dinheiro e essa cultura tem que ser criada, pois, todas as pessoas estão sujeitas a um efeito noé, ou seja, algo de grande impacto na vida, assim como nos aspectos financeiros, um dia com certeza irá ocorrer, ressalta Julio.

O caminho para sair do estado devedor, equilibrar as contas, para enfim poupar é difícil, mas não é impossível. Antonio de Julio explica que talvez a mudança de estado devedor para o estado poupador seja a mais difícil de ocorrer. Não só pelo endividamento em sí, mas pelo estado mental da pessoa. Ela tem que entender que guardar, que seja um pouco por mês, já muda o seu padrão mental com relação ao dinheiro. “As pessoas gastam sem necessidade, não pesquisam, não perguntam quais são as taxas que aquele cartão da loja e que muitas vezes a “anuidade zero” pode estar embutida em manutenções mensais que são descritas na fatura.  Parar de dever é como fazer uma dieta e ir até o fim, sem o “efeito sanfona”.

Para equilibrar as contas, não tem mistério e nem milagre. O que entra de dinheiro deve ser maior do que o que sai. O limite do cheque especial está disponível para uma EMERGÊNCIA e não para ser adicionado ao seu saldo bancário.

Para as pessoas que querem começar a investir, jamais entreguem seu dinheiro na mão de terceiros, sejam eles os profissionais que forem. Quem deve entender do seu dinheiro é somente você. Profissionais de finanças podem e devem ser consultados, mas as decisões devem ser única e exclusivamente das pessoas que querem investir.

Para encerrar, um lembrete: “quem acha chato ler sobre dinheiro está dizendo A SÍ MESMO” que não gosta de dinheiro

Quem Faz o MoneyFit

Antonio De Julio é conferencista, palestrante e coach. Criador do programa integrado de desenvolvimento financeiro MoneyFit®, atua na área de finanças há seis anos. Tem como formação a análise de sistemas e a publicidade, atua como trader independente de ações e opções na Bovespa e como consultor de finanças pessoais, utilizando o método MoneyFit®. Tem interesse nas áreas de finanças pessoais, desenvolvimento pessoal, educação e empreendedorismo.

Andre Massaro é conferencista, palestrante e coach. Criador do programa integrado de desenvolvimento financeiro MoneyFit®, atua na área de finanças há mais de quinze anos.Administrador com pós-graduação em Economia, já foi executivo financeiro de empresas e instituições financeiras. Atualmente atua como trader independente de derivativos na bolsa de valores e como consultor de finanças pessoais, utilizando o método MoneyFit®. É autor do livro MoneyFit (Editora Matrix).

SOBRE O PROGRAMA MONEYFIT – www.moneyfit.com.br

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Ficar rica sem culpa

PUBLICADO POR Editor EM 17 junho 2010

Ficar rica pode ser uma realidade pronta a ser construída

Muito se fala ou se faz piadas sobre o alto poder de consumo das mulheres. Quantas vezes ouvimos dizer que o orçamento está estourado por conta da fúria consumista da esposa ou da parceira. Na realidade, as mulheres, há muito, abandonaram esse defeito de rainhas perdulárias e buscam de uma forma mais consistente, formas de sair do vermelho ou opções de investimento. Muitas delas conseguem driblar as despesas e esticam seu salário, do marido ou de ambos, para que no final do mês, algumas moedas ainda habitem as bolsas, os bolsos e deixem no azul o orçamento doméstico.

A Editora Gente lança o livro Fique rica sem culpa – Livre-se dos maus hábitos financeiros que empobrecem sua vida, de Justine Trueman. A autora, hoje com 36 anos, relata que aos 17, leu um livro sobre educação financeira que fez a diferença para ela e deu o start up para a sua independência financeira. “Gostaria muito que este livro fosse usado como uma oportunidade de examinar a fundo todos os aspectos de sua vida financeira. Seja lá o que ou quem esteja prejudicando suas finanças, agora é a hora de agir. É hora de desintoxicar suas finanças”, ressalta.
Recheado de dicas e histórias inspiradoras que incentivarão a leitora a mudar as suas atitudes em relação ao dinheiro e a fazer com que ele trabalhe para ela, o livro divide-se em duas partes: “O dinheiro e a mente”, quando fala sobre a relação mulher e dinheiro, traça a psicologia do dinheiro, fala sobre orçamento, dívidas, relacionamentos, filhos e a relação com o dinheiro; e “Assumindo o controle”, que a autora destaca o hábito de economizar e explica como negociar, investir, ações e títulos, portfólios, propriedades, previdência e metas para finanças.
Fique rica sem culpa busca mostrar que o controle financeiro está muito mais próximo de se tornar realidade até para quem acha que sua vida financeira não tem remédio. No livro, a autora ajudará a leitora a aperfeiçoar seu relacionamento com o dinheiro, para que: fique menos estressada; melhore sua qualidade de vida; sinta-se no controle de suas finanças; pare de discutir sobre dinheiro com seu companheiro; lide de maneira mais eficiente com seus filhos sobre essa questão; reconheça os obstáculos psicológicos que a estão impedindo de alcançar suas metas financeiras; entenda os princípios-chave envolvidos na construção de um patrimônio.
Sobre a autora: Justine Trueman trabalhou por treze anos como jornalista especializada em finanças, escrevendo para a Reuters, Time Magazine e The Financial Times. Durante sua atuação no jornalismo, ela entrevistou os melhores investidores do mundo e aprendeu as suas estratégias e técnicas. Bem antes de se tornar jornalista, investimentos já era uma das suas paixões, e ela possuía uma boa experiência na área. Começou a poupar e a fazer o seu planejamento financeiro pessoal aos 17 anos – aos 20 já investia em ações. Atualmente, trabalha em uma empresa de investimentos em Paris. É também gestora de um Clube de Investimento de mulheres. Além disso, é palestrante em conferências e eventos sobre investimentos, assim como em associações de mulheres. A autora sempre teve uma renda média como a maioria das pessoas e não possui dívidas; hoje é dona de imóveis e investe nos mercados de três países. Realizou tudo isso ao praticar no seu dia a dia os conhecimentos que oferece às leitoras neste livro.

Serviço:

Livro: Fique rica sem culpa
Subtítulo: Livre-se dos maus hábitos financeiros que empobrecem sua vida
Autora: Justine Trueman
Editora: Gente
Páginas: 304
Preço Médio: R$ 34,90

Pesquise preços deste livro on-line ou direto no site da Editora Gente

(A Editora Gente forneceu um exemplar deste livro que foi utilizado no sorteio do dia 12/07 entre os leitores do Planeta Money)

GERSON PEREIRA

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REAJUSTE AOS APOSENTADOS SAIRÁ NA FOLHA DE AGOSTO

PUBLICADO POR Editor EM 17 junho 2010

A advogada Andreia Antonacci, do Cenofisco, explica que aproximadamente 9 milhões de pessoas serão beneficiadas com a medida
O governo aprovou ontem, dia 15, o reajuste de 7,72% aos aposentados que recebem da Previdência Social mais de um salário mínimo (R$ 510). Para conceder o aumento, foi autorizado um corte de R$ 1,6 bilhão no orçamento, além dos R$ 10 bilhões que já haviam sido congelados neste ano.
De acordo com a advogada do Cenofisco – Andreia Tassiane Antonacci, a discussão em torno do aumento aos aposentados começou em dezembro do ano passado, quando a Medida Provisória nº 475/09 foi editada pelo governo “para dar reajuste de 6,14% aos aposentados que ganham mais de um salário mínimo”, lembrou Andreia.
Ela explicou também que os aposentados que ganham um salário mínimo tiveram as aposentadorias reajustadas acima da inflação durante o governo Lula, graças aos reajustes no mínimo. “Já os que recebem do INSS mais de um salário, tiveram apenas reposição da inflação no período, o que gerou a exigência do reajuste para os aposentados que ganham acima do salário mínimo e que não tiveram a reposição das perdas”, afirmou a advogada do Cenofisco.
De acordo com cálculos do governo, o reajuste de 6,14% custaria R$ 6,7 bilhões aos cofres públicos por ano. Já os 7,72% chegarão aos R$ 8,3 bilhões.
Andreia Antonacci disse ainda que aproximadamente 9 milhões de aposentados vão passar a receber o aumento. “Já foi estabelecido pelo ministro da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, que a diferença dos valores pagos aos aposentados que ganham acima de um salário mínimo, ou seja, entre os 6,14% pagos no primeiro semestre e os 7,72% aprovados pelo presidente Lula, sairão na folha de agosto – que é paga aos aposentados e pensionistas no fim de agosto e início de setembro”.
Fonte: Danielle Ruas – assessoria de imprensa

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Cargo é de Auditor Federal de Controle Externo, com remuneração inicial de R$ 10.755,00. Provas estão previstas para 14 e 15 de agosto
Oportunidade para profissionais com formação em Tecnologia da Informação. O Tribunal de Contas da União (TCU) abriu concurso público para preenchimento de 20 vagas no cargo de Auditor Federal de Controle Externo com especialidade na área. A remuneração inicial bruta é de R$ 10.775,00 e a jornada é de 40 horas semanais, com lotação no Distrito Federal.
As inscrições ocorrem entre os dias 21 de junho e 11 de julho e podem ser feitas por meio do endereço eletrônico www.cespe.unb.br/concursos/tcu2010. A taxa de participação é de R$ 95,00. Das vagas oferecidas, uma é reservada para portadores de deficiência.
O cargo exige diploma de nível superior em Tecnologia da Informação (TI) ou diploma de nível superior em qualquer área acompanhado de certificado de especialização, mestrado ou doutorado (mínimo de 360 horas) em TI.
O concurso terá duas etapas, com realização de provas objetivas e discursivas na primeira fase e Programa de Formação de caráter eliminatório. As provas objetivas e discursivas de conhecimentos gerais e específicos serão realizadas pelo Cespe/UnB, nas datas prováveis de 14 e 15 de agosto, em Brasília, cidade onde também ocorrerá o Programa de Formação, sob responsabilidade do TCU.

SERVIÇO
Concurso: Tribunal de Contas da União
Cargo: Auditor Federal de Controle Externo, Área Apoio Técnico Administrativo, especialidade Tecnologia da Informação
Vagas: 20

Inscrições: 21 de junho a 11 de julho

Taxas de inscrição: R$ 95,00
Remuneração inicial bruta: R$ 10.775,00
Provas objetivas e discursivas: 14 e 15 de agosto

CONTATO
Outras informações no endereço eletrônico www.cespe.unb.br/concursos/tcu2010 ou na Central de Atendimento do Cespe/UnB, de segunda a sexta, das 8h às 19h – Campus Universitário Darcy Ribeiro, Edifício Sede do Cespe/UnB – pelo telefone (61) 3448 0100.

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Educação financeira e o uso consciente do dinheiro

PUBLICADO POR Editor EM 14 junho 2010

Ter acesso à educação financeira nos possibilita consumir com inteligência e sem exageros, nos ensina a programar despesas e investir adequadamente independente da classe social, basta ter renda. A partir disso, as pessoas passam a ter um novo olhar sobre si, reveem valores, questões éticas, cuidado com o próximo, entendem que todas as pessoas estão interligadas e que se não adquirirmos comportamentos responsáveis, através de escolhas financeiras inteligentes, do consumo consciente, não estaremos contribuindo para o modelo de escassez no mundo.

A maioria dos brasileiros não está acostumado a planejar, a identificar o que é necessidade, a se preparar para um possível período de crise financeira e a consumir com responsabilidade. O endividamento pessoal e até familiar no que diz respeito ao uso desenfreado do cartão de crédito, empréstimos financeiros e inadimplência generalizada, são alguns dos grandes problemas, além de contribuir para o aumento da inflação em algumas situações.

Portanto, é preciso educar uma nova sociedade para que os diversos aspectos da educação financeira sejam disseminados, iniciativa que deve ser coordenada através de parcerias, entre governo, ONGs, instituições financeiras e escolas. Dessa forma, a ideia da educação financeira nas escolas poderá ser colocada em prática beneficiando muitas crianças e jovens em todo o País, através da capacitação adequada de professores e do desenvolvimento de material educativo dinâmico e informativo com o objetivo de construir uma nova sociedade mais responsável e informada sobre o uso do seu próprio dinheiro.

Para trabalhar o desenvolvimento de um Ser Sustentável é preciso fazer com que as pessoas compreendam que é possível realizar seus sonhos e manter suas conquistas ao longo do tempo, um equilíbrio entre o SER-FAZER-TER. Quando estes valores são invertidos, o ser se desequilibra emocionalmente e se sente em um vazio que parece somente ser suprido quando ele possui bens materiais no presente, sem se preocupar com o seu próprio futuro e o futuro da humanidade. É como se a pessoa vivesse somente no “aqui e agora”, sem se preocupar ou cuidar de nada e de ninguém, nem consigo próprio.

No próximo mês de agosto, por meio de uma parceria entre The Money Camp e ITESA (Instituto de Tecnologia Social Aplicada), o projeto “Educação Financeira para Todos”, será aplicado para 250 crianças em situação de vulnerabilidade socioeconômica, entre 6 e 17 anos, na região Metropolitana do Estado de São Paulo. As duas entidades envolvidas nesta iniciativa levarão os benefícios da educação financeira por todo o País, nos próximos meses, também, por meio de parcerias com órgãos governamentais, ONGs, escolas e empresas.Além disso, no início do ano, o Colégio Castelo Branco, na capital Paulista, inseriu a disciplina Educação Financeira na grade curricular para crianças com a faixa etária entre 5 e 11 anos.

Silvia Alambert – Silvia Alambert, empresária, sócia-diretora da The Money Camp Brasil, programa de educação financeira para crianças. Email: silviaalambert@themoneycamp.com.br

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Álbuns de figurinhas da copa – diversão e aprendizado

PUBLICADO POR Editor EM 11 junho 2010

(Entrevista concedida pelo Palestrante e Consultor Erasmo Vieira ao site Vila Mulher)

Para a criançada, a Copa do Mundo representa mais do que assistir aos jogos pela TV ou via internet. Além de estimular o patriotismo, um evento esportivo como esse também se torna educativo, por isso explorado em disciplinas escolares.

A febre dos álbuns de figurinhas que se espalha por todo país é um assunto à parte. Praças, bancas e pátios de escolas se transformaram em pontos de encontro, onde se misturam crianças e adultos que durante as trocas ganham não só simples figurinhas, mas também novos amigos.

A prática é uma forma de logo cedo elas terem noções de economia. “Entendendo o valor dos produtos e serviços ela começa a ser inserida no mercado econômico. Algumas figurinhas são mais valiosas por sua raridade. Apesar de vir no mesmo pacotinho, elas são mais difíceis de achar e por isso valem mais”, aponta o Erasmo Vieira, consultor de finanças pessoais.

De forma divertida, elas também aprendem geografia, pois conhecem localização, número de habitantes e idioma dos países, além das cores da bandeira, e um pouco da história de cada seleção participante. Mais do que isso, as crianças começam a se organizar sozinhas, pois aprendem a separar as figurinhas repetidas. E na hora da colagem também ficam atentas às cores, camisas e símbolos dos países, pois muitos deles são semelhantes.

Durante a negociação com os coleguinhas, Erasmo Vieira* aconselha que os pais não tomem conta do “negócio”, apenas falem que existem boas e más negociações, afinal, desde cedo os filhos já lidam com espertinhos e inocentes.

“Eles devem ensinar porque uma figurinha vale mais e pode ser trocada por mais de uma. Também devem lembrar que é necessário paciência, pois para completar um time e, por fim, o álbum completo é preciso tempo. Outro ponto fundamental é mostrar que as figurinhas valem dinheiro e por isso não devem ser desprezadas”, indica o consultor financeiro.

Erasmo lembra que para se completar um álbum é necessário gastar no mínimo 96 reais (ao todo são 640 figurinhas ou 128 pacotinhos, cada um deles custa 0,75 reais). “É apenas um valor significativo, pois certamente as crianças gastam mais do que isso”, diz. Guilherme dos Santos, de oito anos, completou 560 figurinhas e tem 100 na mão para troca. “Ainda restam 80 figurinhas, e vão sobrar 20, acho que com essas restantes ele ainda consegue trocar para completar o álbum. Até agora comprei 660 delas e gastei 100 reais”, diz o padrinho Carlos Luiz dos Santos Ferreira. Uma forma de mostrar o valor do dinheiro é usar a quantia para fazer a criança entender que é relativamente alta, que com ela se pode comprar um tênis ou brinquedo.

A compra das figurinhas também é uma boa oportunidade para se falar de semanadas ou mesadas, primeiros passos para a criança administrar o próprio dinheiro. “Quando o dinheiro acabar, ele não deve ser entregue novamente antes do prazo estipulado, pois a criança pode ficar sem limites de gastos e aprender a usar o “cheque especial” chamado papai ou mamãe”, aponta Erasmo.

E nada de incentivar a criançada a pagar pelas figurinhas restantes quando se está próxima de completar o álbum – elas são vendidas separadamente e custam mais do que aquelas do pacotinho. É preciso procurar, esperar e buscar quem tem aquelas que faltam. “Talvez seja interessante mostrar que o preço de uma única figurinha vale mais de que muitos pacotes com cinco unidades. Aguardar, esperar, pode ser um preço a pagar na falta do dinheiro para completar o álbum”, finaliza o consultor.

Por Juliana Lopes – http://vilamulher.terra.com.br/mae-filhos-familia/

* Erasmo Vieira – Palestrante e Consultor Financeiro Pessoal
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