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Planeta Money

Ajudando você a sair do vermelho

Categoria: ‘Saindo do Vermelho’

Empresa inativa também deve prestar contas à Receita Federal

PUBLICADO POR Editor EM 18 fevereiro 2010

As empresas (pessoas jurídicas) que permaneceram inativas durante o ano de 2009 devem apresentar, até o dia 31/3, a Declaração Simplificada de Pessoa Juridica (DSPJ) – Inativa 2010, por meio do formulário online disponível no site da Receita Federal (http://www.receita.fazenda.gov.br).

Segundo Glauco Pinheiro da Cruz, diretor do Grupo Candinho Assessoria Contábil e também presidente do Sesconapi (Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas do Grande ABC), é preciso atenção por parte dos empresários para que chequem como anda a contabilidade da empresa inativa. “É comum o empresário abandonar a empresa e também esquecer da entrega de declarações inerentes à inatividade do negócio. Ele só se dará conta de que está irregular quando fizer um negócio ou for adquirir um bem, porque o seu CPF constará irregular e ele não poderá efetuar as negociações desejadas”, explica.

É considerada pessoa jurídica inativa aquela que não tenha efetuado qualquer atividade operacional, não-operacional, patrimonial ou financeira, inclusive aplicação no mercado financeiro ou de capitais, durante todo o ano-calendário referente à declaração. A DSPJ – Inativa 2010 deve ser apresentada também pelas pessoas jurídicas que forem extintas, cindidas parcialmente, cindidas totalmente, fusionadas ou incorporadas, durante o ano-calendário de 2010, e que permanecerem inativas durante o período de 1º de janeiro de 2010 até a data do evento.

A multa pela não apresentação da Declaração é de R$ 200,00 (duzentos reais), que será informada automaticamente ao contribuinte no momento do envio da declaração em atraso.

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ELAS FRENTE À ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

PUBLICADO POR Editor EM 18 fevereiro 2010

Elas vieram para ficar. O mundo financeiro está cercado de todos os lados pelas mulheres. Em casa, na empresa, nas lojas, em todos os ambientes as mulheres mostram que se dão bem com dinheiro – e muito. O curioso é que muitas se destacam no gerenciamento das contas da casa ou de uma organização, mas, em contrapartida, quando o assunto é finança pessoal ou investimentos, a mulher ainda exibe suas fragilidades.

Uma pesquisa realizada com 2.096 mulheres no segundo semestre de 2009, pela Sophia Mind, empresa de inteligência de mercado e pesquisa do grupo Bolsa de Mulher, revelou algumas das principais características femininas na gestão financeira.

Segundo o estudo, 77% das mulheres decidem sozinhas pelas compras domésticas. Assim, elas costumam organizar a vida financeira com expectativas de relações duradouras, como se o parceiro fosse estar ao seu lado para sempre. Quanto à divisão dessas contas, apenas 39% delas dizem ajudar o parceiro nas despesas de casa, questão que cabe ao casal decidir. Se em casa a administração é responsabilidade da confiança feminina, na vida pessoal o cenário é diferente. Em relação a aplicações, 46% afirmaram que investem com frequencia parte de sua renda, mas evitam passar por grandes apostas e demonstram maior aversão em correr riscos, comparado ao sexo masculino.

Além do cuidado no investimento, as mulheres tendem a não poupar. Ao longo de um ano, 54% afirmam investir nada ou bem pouco de sua renda e 43% das entrevistadas, entre 41 e 50 anos, disseram que ainda estão avaliando como se preparar para a aposentadoria.

Estes dados revelam o mau planejamento feminino em questões administrativas pessoais. É comum a mulher acabar esquecendo que é um ser independente e que precisa se organizar para tomar as rédeas de sua vida financeira, mesmo que tenha ao seu lado um parceiro que se dedique mais a este assunto. O plano comum é um casamento duradouro, mas nem sempre isto é uma realidade. É fundamental que a mulher faça uma idealização de suas contas pessoais, para que não tenha problemas futuros. Programar a sua aposentadoria, por exemplo, é a base para a tranquilidade financeira na terceira idade. Nessa hora, o contador pode ser uma pessoa essencial para te orientar sobre qual a melhor forma de se aposentar sem que você tenha surpresas desagradáveis. É necessário também, que a mulher ajude seu parceiro na hora de administrar as dívidas do lar, pois o casamento pode ser considerado como a união de dois orçamentos e de talentos, ou seja, se duas pessoas organizadas que tem um planejamento econômico e conseguem aplicá-lo, melhorarão em muitos aspectos as suas finanças e no caso de um dos dois ou ambos serem empresários, o casamento não terá um efeito negativo para a empresa.

Outra dica é elaborar um plano de negócio ou uma tabela, na qual são somados todos os gastos pessoais (prestações, contas a pagar, cartões de crédito, gasolina, lazer e alimentação, por exemplo), e assim se planejar com o salário que receberá no mês. Procure não gastar mais do que ganha e nem deixar suas dividas acumularem. Se isto acontecer, controle as datas de vencimentos e os juros para que assim entre novamente no verde. Com as contas em dia fica mais fácil economizar para o futuro.

Ter um orçamento organizado e um controle financeiro são os pontos de partida, para a mulher e para o homem que deseja investir em algo lucrativo ou apenas equilibrar suas contas pessoais para não ficar no vermelho hoje e amanhã.

Fonte: Dora Ramos
Atua no mercado contábil-administrativo há mais de vinte anos. É fundadora e diretora responsável pela Fharos Assessoria Empresarial.

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SEU FUNCIONÁRIO SABE ADMINISTRAR O SALÁRIO?

PUBLICADO POR Editor EM 15 fevereiro 2010

Por: Dora Ramos
Dinheiro no bolso é um dos sinônimos de felicidade. Que funcionário feliz é mais produtivo e eficiente, tomo mundo sabe. Pensando nisso, porque não instruir seu colaborador a administrar o salário de forma congruente?
Muitas vezes, ao receber o salário, achamos que o melhor a se fazer é pagar todas as dívidas de uma vez, nos esquecendo do resto do mês. Para arcar com as despesas ao decorrer deste período, precisamos pensar nos gastos essenciais a curto, médio e longo prazo. É claro que as pessoas não podem deixar de quitar suas contas. Para tanto, pode-se avaliar, antecipadamente, datas de vencimentos, taxas de juros e possibilidades de descontos no pagamento total da fatura. São dicas que podem ser úteis para sua empresa e também para seus colaboradores.
Na indicação de pontos indispensáveis você pode, por exemplo, procurar saber como seu funcionário gastou o 13º salário. Leve em conta que o ideal para ele seria se conscientizar que o décimo terceiro é um dinheiro extra, e não parte do orçamento do mês, por isso, deve ser direcionado ao pagamento de despesas ou para algum tipo de investimento, como a poupança, e não para pagar contar do orçamento mensal.
Nesse sentido, também é apropriado indicar a utilização do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), caso o empregado não tenha imóvel próprio, para a compra de um. O FGTS é constituído por depósitos realizados pelas empresas em nome dos seus colaboradores contratados com carteira assinada e administrado pela Caixa Econômica Federal (CEF). O empréstimo disponibiliza pagamento parcial ou total do valor na aquisição de imóvel residencial urbano e também financiamento na construção de um imóvel residencial.
Investir em algo concreto, como a compra de um imóvel; saber administrar os pagamentos mensais ou mesmo o recebimento do 13º salário, e ter dinheiro para as necessidades extras, são fatores que tranquilizam a vida de qualquer pessoa. Trabalhar despreocupado e confiante qualifica a produção e o ambiente de trabalho. Como empregador, transmitir informações úteis e didáticas para seus colaboradores, como gerenciamento do salário, é uma forma simples de criar um relacionamento sólido. Para o empregado, nada melhor do que ter um chefe preocupado e engajado a lhe ajudar com as dificuldades contábeis.
Dora Ramos atua no mercado contábil-administrativo há mais de vinte anos

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TECNOLOGIA, EMPREGO E COMÉRCIO EXTERIOR – Por Samir Keedi

PUBLICADO POR Editor EM 11 fevereiro 2010
Todos sabem quais são os benefícios da tecnologia, mas, às vezes, é necessário dedicar alguns minutos para refletir sobre o tema. Hoje, poucas pessoas poderiam viver sem computador, carro, e, sobretudo, celular. Contudo, basta citar uma das maiores maravilhas do mundo moderno, o container, e mostrar um velho slide com estivadores carregando sacos de café nas costas, num passado já distante, para ouvir comentários, como: “era nas costas, mas havia emprego”.
É importante lembrar que este equipamento é o pai da globalização visível que existe no planeta, pois sua excelência, o container, possibilitou que o mundo avançasse da maneira que ocorreu, transformando, em meio século, uma corrente de comércio exterior de US$235 bilhões, em 1960, em uma de US$ 34,7 trilhões, em 2008.
Com essas cifras, não é possível aceitar que essa unidade de carga, assim como qualquer outra tecnologia, tenha provocado desemprego, apenas porque não há mais milhares de trabalhadores avulsos percorrendo o cais, desde o armazém até o navio, com sacos de café nas costas. Mas como esse é um comentário recorrente, é preciso abordá-lo devidamente.
A tecnologia, ao contrário do que pensam muitas pessoas, aumenta o emprego. Quanto mais tecnologia, mais emprego. O fato de uma nova tecnologia causar, de imediato, desemprego num determinado setor, não significa que aumente o desemprego na economia, pois ele ocorre apenas em uma atividade, como no caso dos trabalhadores avulsos carregando os sacos nas costas. Só que, ao se criar o container e, principalmente, padronizá-lo, permite-se uma evolução geral no setor.
Navios especiais para o transporte dessa unidade de carga começaram a ser construídos, bem como equipamentos para movimentar as cargas. Portos foram sendo adaptados aos novos equipamentos e navios. Os próprios containers começaram a ser produzidos aos milhares e, hoje, são milhões de unidades. Foram movimentados em 2008, cerca de 600 milhões de TEU – Twenty feet or equivalent unit (unidades de 6,1 metros de comprimento).
Equipamentos frigoríficos para as unidades reefer foram construídos. Computadores são utilizados para controle do comércio exterior, movimentação de carga e correlatos. Programas para movimentação de carga com essas unidades são continuamente criados e aperfeiçoados.
Cada vez mais trabalhadores precisam ser recrutados para trabalhar nos portos, devido ao fantástico aumento no volume de comércio exterior. Também nas empresas produtoras, exportadoras e importadoras, já que um grande volume de transações pressupõe, obviamente, mais empregos.
É possível ver quantos operadores logísticos existem em face dos valores e quantidade de carga movimentados, atualmente. E os despachantes envolvidos com a carga. E a quantidade de navios, operadores, comandantes, tripulação, etc. Além da construção de navios e sua manutenção. Mais os rebocadores e práticos, para apoio à navegação, etc.
E deve-se colocar nesse pacote, tudo aquilo que se possa imaginar que surgiu ou foi incrementado com a criação dessa unidade pelo nosso herói, Mr. Malcom McLean.
Não é difícil, ao menos à maioria das pessoas, concluir que é preciso continuar evoluindo e criando mais tecnologia.
Assim, é necessário pensar, antes de criticar a perda de alguns poucos empregos num determinado setor – poucos em relação ao total, quantos são constantemente criados por causa da tecnologia.
* Samir Keedi é economista, mestre em administração, consultor e professor da Aduaneiras em assuntos de Comércio Exterior.

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Conclusão é de estudo da GfK sobre o dia-a-dia do consumidor europeu
Nuremberg, 8 de fevereiro de 2010 – um estudo da GfK, com 10.200 consumidores de nove países da Europa, aponta que, tendo a crise financeira mundial como pano de fundo, os europeus alteraram hábitos de consumo em diversas frentes com o objetivo de economizar no orçamento familiar. Mais de quatro em cada dez consumidores da Alemanha, Holanda, Áustria e Itália buscaram comprar produtos alimentares e bebidas a preços mais baixos. Para russos e italianos os cortes prioritários foram com roupas e calçados (49% e 43% respectivamente).
Reduzir as despesas com lazer para economizar dinheiro durante a crise foi uma das maneiras mais utilizadas pelos europeus: diminuir refeições em bares ou restaurantes foi a alternativa encontrada por alemães (48%), franceses (45%), austríacos (41%) e italianos (42%); deixar de ir a cafés ou bares foi a opção de quatro em cada dez respondentes na França e Alemanha; diminuir passeios à cinemas ou shows foi igualmente utilizada por franceses e alemães. Além disso, cerca de um em cada três consumidores da Alemanha, Áustria, França, Holanda e Reino Unido optaram por conter gastos com férias.
Postergar a compra de bens duráveis também foi uma medida importante na avaliação dos europeus. A compra de um carro, móveis ou eletrodomésticos, por exemplo, foi declarada como intenção adiadas especialmente para os russos (45%) e alemães (42%).
Também houve menção para: redução do uso de energia no aquecimento e ar condicionado (pouco menos de 40% dos britânicos e 27% dos holandeses) e busca por ofertas no transporte ferroviário ou aquisição de bilhetes aéreos mais baratos (forma utilizada para mais de um em cada quatro pessoas no Reino Unido, Alemanha e Áustria).
Na contramão
Consumidores da Espanha e Polônia declararam não terem as mesmas preocupações que seus vizinhos europeus. Quase um em cada três respondentes espanhois e poloneses disseram que nada foi modificado em seus hábitos diários de consumo para reduzir o orçamento familiar.
Mulheres são mais cautelosas
Reconhecidas como mais cautelosas, as mulheres europeias apontaram mudança em despesas com a compra de alimentos e bebidas (42% contra 34% entre os homens), roupas e calçados (43% contra 36%) e diminuição na compra de jornais e revistas (24% contra 18%).
Em média as donas-de-casa européias de classe média estão economizando dinheiro principalmente com: compras de alimentos e bebidas (48%); limitando despesas com roupas e calçados (47%); saindo menos a cafés (43%), restaurantes (46%) e cinemas (45%). Já o grupo de consumidoras mais velhas da classe média europeia tem menos necessidade de economizar, diminuindo os gastos somente com alimentos e bebidas (37%) e calçados e roupas (40%).
Os resultados apresentados foram extraídos do “Estudo do Consumidor Europeu 2010″. Como parte deste compilado, a GfK entrevistou cerca de 10.200 consumidores da Alemanha, França, Reino Unido, Itália, Holanda, Áustria, Espanha, Polônia e Rússia, em dezembro de 2009. A pesquisa é representativa da população com faixa etária acima dos 14 anos.

Consumidor europeu altera hábitos de consumo para economizar orçamentoConclusão é de estudo da GfK sobre o dia-a-dia do consumidor europeu Nuremberg, 8 de fevereiro de 2010 – um estudo da GfK, com 10.200 consumidores de nove países da Europa, aponta que, tendo a crise financeira mundial como pano de fundo, os europeus alteraram hábitos de consumo em diversas frentes com o objetivo de economizar no orçamento familiar. Mais de quatro em cada dez consumidores da Alemanha, Holanda, Áustria e Itália buscaram comprar produtos alimentares e bebidas a preços mais baixos. Para russos e italianos os cortes prioritários foram com roupas e calçados (49% e 43% respectivamente). Reduzir as despesas com lazer para economizar dinheiro durante a crise foi uma das maneiras mais utilizadas pelos europeus: diminuir refeições em bares ou restaurantes foi a alternativa encontrada por alemães (48%), franceses (45%), austríacos (41%) e italianos (42%); deixar de ir a cafés ou bares foi a opção de quatro em cada dez respondentes na França e Alemanha; diminuir passeios à cinemas ou shows foi igualmente utilizada por franceses e alemães. Além disso, cerca de um em cada três consumidores da Alemanha, Áustria, França, Holanda e Reino Unido optaram por conter gastos com férias. Postergar a compra de bens duráveis também foi uma medida importante na avaliação dos europeus. A compra de um carro, móveis ou eletrodomésticos, por exemplo, foi declarada como intenção adiadas especialmente para os russos (45%) e alemães (42%). Também houve menção para: redução do uso de energia no aquecimento e ar condicionado (pouco menos de 40% dos britânicos e 27% dos holandeses) e busca por ofertas no transporte ferroviário ou aquisição de bilhetes aéreos mais baratos (forma utilizada para mais de um em cada quatro pessoas no Reino Unido, Alemanha e Áustria). Na contramãoConsumidores da Espanha e Polônia declararam não terem as mesmas preocupações que seus vizinhos europeus. Quase um em cada três respondentes espanhois e poloneses disseram que nada foi modificado em seus hábitos diários de consumo para reduzir o orçamento familiar. Mulheres são mais cautelosasReconhecidas como mais cautelosas, as mulheres europeias apontaram mudança em despesas com a compra de alimentos e bebidas (42% contra 34% entre os homens), roupas e calçados (43% contra 36%) e diminuição na compra de jornais e revistas (24% contra 18%).Em média as donas-de-casa européias de classe média estão economizando dinheiro principalmente com: compras de alimentos e bebidas (48%); limitando despesas com roupas e calçados (47%); saindo menos a cafés (43%), restaurantes (46%) e cinemas (45%). Já o grupo de consumidoras mais velhas da classe média europeia tem menos necessidade de economizar, diminuindo os gastos somente com alimentos e bebidas (37%) e calçados e roupas (40%). Os resultados apresentados foram extraídos do “Estudo do Consumidor Europeu 2010″. Como parte deste compilado, a GfK entrevistou cerca de 10.200 consumidores da Alemanha, França, Reino Unido, Itália, Holanda, Áustria, Espanha, Polônia e Rússia, em dezembro de 2009. A pesquisa é representativa da população com faixa etária acima dos 14 anos.

Fonte: GfK

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Os melhores meses para procurar emprego

PUBLICADO POR Editor EM 13 janeiro 2010

A afirmação de que o ano só começa depois do Carnaval é bastante comum. E existe alguma lógica no raciocínio, uma vez que muitos profissionais optam por sair em férias no início do ano, aproveitando o período de recesso escolar. Além disso, gastos extraordinários como IPVA, IPTU e as primeiras parcelas das compras natalinas, por exemplo, derrubam o planejamento financeiro de muitas pessoas.

Com isso, o mais comum seria esperar que mudanças profissionais não estivessem entre as prioridades durante esse período. Entretanto, não é o que usualmente observamos. Durante a pausa para reavaliar o ano que passou é que são identificadas as possíveis melhorias para o próximo. Alguns fazem planos de retomar os estudos, outros pensam em dedicar mais tempo à família, e assim por diante. E dentre esses novos objetivos é que as mudanças profissionais aparecem.

Em geral, é no primeiro trimestre que observamos o maior volume de profissionais em busca de sites de carreiras e recolocação na Internet. É neste período também que as empresas estão colocando novos projetos em andamento. Com os orçamentos renovados, muitos planos que foram adiados pela chegada do fim do ano começam a andar, o que gera a contratação de novos profissionais. Com isso, o mercado se aquece em diversas áreas, pois muitos daqueles que estavam trabalhando aceitam novos desafios, abrindo mais espaço para quem está desempregado.

O ano de 2010 ainda terá outra particularidade, que, certamente, contribuirá para o aquecimento do mercado. Com a crise financeira que assolou os dois anos anteriores, muitas empresas adiaram seus investimentos e reduziram seus níveis de atividades. Mesmo a aparente melhora no final de 2009 não foi suficiente para reduzir os índices de desemprego, o que mostra a existência de uma demanda reprimida. Com isso, a expectativa é que as empresas aumentem seu ritmo de contratações nos primeiros três meses do ano.

Então, para quem está pensando em dar novos rumos à carreira, seguem algumas dicas:

- Não espere passar o carnaval para começar a procurar emprego. Alguns processos seletivos podem durar meses, fazendo com que os currículos enviados em janeiro comecem a render frutos em fevereiro e março;

- Se você busca um estágio, é uma boa oportunidade para sair na frente. Isso porque muitos estudantes devem esperar a volta às aulas para começar sua procura, diminuindo a concorrência no início do ano;

- Reforce o seu networking, pois muitos novos projetos costumam ser divulgados internamente antes de se procurar profissionais no mercado;

- Divulgue para o mercado a sua disponibilidade. Ninguém saberá que você está buscando emprego, se você não informar.

Passados Natal e Ano Novo, atualize o seu currículo e fique de olhos abertos para as oportunidades. Boa Sorte!

*Luiz Pagnez é formado pela Unicamp, pós-graduado em Sistemas de Informação pela FIAP e tem MBA em Gestão Estratégica de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas. Atua há 10 anos no mercado de Recursos Humanos e é Diretor do Emprego Certo.

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Com o tema “Simplificar para Desenvolver”, II Edição do ENED trará soluções inovadoras para avanço das PMEs na economia brasileira, que somam 98% das pessoas jurídicas do país

Com o objetivo de auxiliar o pequeno e micro empresário, que corresponde a 98% da massa de pessoas jurídicas do Brasil, a se capacitar e desenvolver o negócio com a simplificação de seus processos de gestão, o PROCED/FIA (Programa de Capacitação da Empresa em Desenvolvimento, da Fundação Instituto de Administração) promoverá o II ENED – Encontro da Universidade com Empresas em Desenvolvimento, no dia 05 de dezembro, a partir das 8h30, no auditório 5 da FEA, em São Paulo.

Com o slogan “Simplificar para Desenvolver”, o evento gratuito contará com a participação de professores e pesquisadores da FIA e da FEA/USP, federações, associações, sindicatos de pequenas e médias empresas e instituições financeiras para buscar formas simplificadoras de gestão das organizações.

Para o professor Almir Ferreira de Sousa, coordenador do PROCED, este evento pretende identificar, por meio de discussões acadêmicas, caminhos para contribuir com a expansão das PMEs em seus mercados. “Nesta segunda edição, iremos apresentar formas de planejamentos estratégicos, operacionais e financeiros para que os pequenos e médios empresários possam gerenciar melhor seus negócios”, comenta.

Almir ainda informa que a discussão será também voltada aos processos tributários e a relação entre empresas e poder público. “A tributação é um ponto muito importante a ser tratado no encontro como a formalização das micro e pequenas empresas junto aos órgãos governamentais. Atualmente, mais de 62% da massa empregada no Brasil provém de PMEs. 98% das pessoas jurídicas são pequenas e médias empresas, assim, trata-se de um grupo essencial para a economia do país e que precisa ser estimulado e amparado pelo conhecimento das universidades”, completa o acadêmico.

Serviço:

Evento: II ENED – Encontro da Universidade com Empresas em Desenvolvimento

Data: 05 de dezembro de 2009

Horário: das 8h30 às 12h30

Local: Auditório FEA5

Endereço: Av. Prof. Luciano Gualberto, 980 – Cidade Universitária

Informações: www.fia.com.br/proced

Inscrições: (11) 3732-3506

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De 3 de novembro a 30 de dezembro, as micro e pequenas empresas já atuantes formalmente poderão agendar, para janeiro de 2010, sua opção pelo Simples Nacional, sistema simplificado de arrecadação de tributos.

Podem aderir ao Simples Nacional empresas com receita bruta anual de até R$ 2,4 milhões e que se enquadrem entre as atividades econômicas permitidas para o sistema. No entanto, o agendamento não será possível se a empresa tiver pendências a serem regularizadas. De acordo com o Comitê Gestor do Simples Nacional, uma das principais vantagens de agendar o ingresso ao Regime é dar ao microempresário a possibilidade conferir as irregularidades e corrigi-las antecipadamente, uma vez que o ingresso é para o próximo ano.

“A opção de agendamento representa uma maior flexibilidade ao empresariado. Mesmo que ele não consiga regularizar a situação de sua empresa até o fim do prazo de agendamento, poderá solicitar a opção em janeiro e regularizar suas pendências até o final daquele mês”, explica Glauco Pinheiro da Cruz, diretor do Grupo Candinho Assessoria Contábil e presidente do SESCONAPI (Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas do Grande ABC).

O agendamento deverá ser feito por meio do portal da Receita Federal do Brasil (www.receita.fazenda.gov.br), na página do Simples Nacional, na opção ‘Agendamento da Solicitação da Opção pelo Simples Nacional’, item ‘Contribuintes’.

A empresa sem nenhuma pendência, que tiver seu agendamento confirmado, estará automaticamente no sistema a partir do dia 1º de janeiro de 2010. As novas empresas, que estão iniciando formalmente suas atividades, podem aderir ao sistema a qualquer momento.
Fonte: Ex-libris

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Planejamento ontem e sempre.

PUBLICADO POR Editor EM 1 outubro 2009

Planejamento é a chave para fazer qualquer coisa bem feita, seja um investimento, uma construção ou a aquisição de algo.
Mas isso não é algo de hoje, há 2000 anos já se falava disso.

Se um de vocês quer construir uma torre, primeiro senta e calcula quanto vai custar, para ver se o dinheiro dá. Se não fizer isso, ele consegue colocar os alicerces, mas não pode terminar a construção. Aí todos os que virem o que aconteceu vão caçoar dele, dizendo: “Este homem começou a construir, mas não pôde terminar!”

Texto: Jesus Cristo falando em Lucas 14 – 28

Para alguns pode ter sido uma surpresa ver que Jesus já se preocupava com o endividamento e o controle financeiro das pessoas, mas esta não é a única citação que Cristo faz sobre o bom uso do dinheiro. Há citações sobre reconhimento de impostos, pagamento de dívidas, emprestimos, etc.

E apesar da data do texto, esta situação se repete com muita frequencia nos dias de hoje e o conselho apesar de simples funciona muito bem.

Então, se você quer sair do vermelho, siga este primeiro passo: “Senta e calcula” antes de tomar qualquer decisão.
A forma que a frase “senta e calcula” pode parecer imperativa, mas é exatamente desta forma que Jesus falava aos seus discipulos e seguidores, porque ele queria que as pessoas tomassem uma atitude.

E é isto que muitas vezes falta para que você parta para a luta e vença a situação de Dividas. Algo que era falado sim, com um tom de autoridade, mas ao mesmo tempo era falado por amor as pessoas, por não gostar de ver as pessoas em situações de dívida e com obras inacabadas, assim como um pai não gosta de ver o filho com dívida ou dificuldade financeira, devendo para os outros.

O objetivo deste texto é que você reflita, e hoje mesmo você “Sente” em frente ao computador ou do seu caderno de anotações e “calcula” usando um excel, uma planilha on-line, um software ou simplesmente a boa e velha calculadora.

Abs,

Gerson

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“PAI RICO” abre a Expo Money 2009

PUBLICADO POR Editor EM 18 setembro 2009

O autor do best seller “Pai Rico, Pai Pobre”, Robert Kiyosaki, iniciou o ciclo de 150 palestras da sétima edição do evento em São Paulo. Pela primeira vez no Brasil, o escritor e sua esposa Kim Kiyosaki,autora de “Mulher Rica” falaram para uma platéia repleta de pessoas ávidas por aumentar seus conhecimentos financeiros

São Paulo, 17 de setembro de 2009 – O autor do best seller “Pai Rico, Pai Pobre”, Robert Kiyosaki, abriu a 7ª edição da Expo Money, considerado o mais importante evento sobre educação financeira e investimentos da América Latina. O presidente do evento, Robert Dannenberg, recepcionou Kiyosaki lembrando que a origem da Expo Money foi inspirada nos ensinamentos do livro.

O autor e sua esposa, a também escritora Kim Kiyosaki (“Mulher Rica”), convidados pela editora Campus-Elsevier em parceria com a Expo Money, marcaram sua primeira passagem pelo Brasil levando os ensinamentos de “Pai Rico” para uma platéia de investidores de todos os níveis, administradores, estudantes, jornalistas, profissionais de diversas áreas interessados em administrar melhor ou aprender a lidar com suas finanças.

Kiyosaki iniciou a palestra relatando sua passagem pela Guerra do Vietnã, os ensinamentos do seu “pai pobre” que acreditava que ele deveria ir para a escola, aprender uma profissão e viver dela e a realidade que encontrou no pós-guerra, quando percebeu que assim como seu pai, milhares de pessoas eram boas profissionais, trabalhadoras e estudadas, mas que ainda assim, com tantos atributos, jamais enriqueceriam. “Isso porque a escola não ensina a lidar com dinheiro”, enfatizou o escritor.

Em diversos momentos de sua apresentação, o autor fez com que o público refletisse sobre suas finanças e debatesse questões como: de que modo ganho dinheiro? Se eu não tiver emprego, como vou gerar ativos? Qual a minha fonte de ativos atualmente? E destacou que para ficar rico é necessário entender como produzir e reter ativos e não simplesmente gerar ativos exclusivamente para pagar os passivos (aluguel, seguro, escola, etc).

Com muito humor, Kiyosaki afirmou que a causa da maioria dos divórcios está na falta de transparência sobre a questão financeira entre os casais. Usou o exemplo do seu próprio casamento para reforçar que os dois devem trazer receita e, evidentemente, saber administrá-la. Com esse exemplo, destacou que a transparência das finanças é essencial para que os próximos passos sejam avaliados

Ele apontou ainda os caminhos para o “enriquecimento”: montar o próprio negócio, investimento imobiliário, investir em derivativos, investir em commodities. Mas antes de seguir qualquer um deles, é preciso estudar. “É por isso que vocês estão aqui na Expo Money”, afirmou.

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