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Planeta Money

Ajudando você a sair do vermelho

Categoria: ‘Educação’

Uma das dúvidas mais freqüentes dos pais sobre educação financeira é se a mesada pode ou deve ser vinculada ao desempenho escolar. Ou seja: boas notas valem o valor integral e até uma premiação? E, em caso de notas ruins, a mesada não deve ser dada ou pelo menos não em sua totalidade? Isso é correto?

O educador financeiro Álvaro Modernell é taxativo: não!  “Isso pode contribuir para o desenvolvimento de uma personalidade mercenária na criança”, afirma o especialista, autor de sete livros dedicados ao público infantil, inclusive o recém-lançado “Quero ser rico – Rico de verdade”.

“Além disso, alguns pais podem confundir as coisas e tentar compensar eventual falta de comprometimento com o ensino dos filhos por meio de estímulo financeiro. Pais e filhos saem perdendo nesta situação”, completa.

Ainda de acordo com Álvaro Modernell, um bom desempenho escolar, ou pelo menos o esforço da criança para que isso aconteça, é uma obrigação e não deve depender de estímulo financeiro. “Os pais devem dar atenção, ajuda, livros, apoio, mas não dinheiro.”

Riscos

Um dos perigos de vincular o pagamento ou o valor da mesada ao desempenho escolar é a possibilidade de a criança manipular as notas.

“Ela pode deixar cair propositalmente em algum momento para depois negociar com os pais, em troca de dinheiro, a elevação ou a manutenção das notas. E isso pode se repetir muitas vezes. Há crianças que são mestres em manipular os pais. Imagine se forem remuneradas por isso”, diz o educador financeiro.

A mesada é uma iniciativa voluntária dos pais, não uma obrigação. E não deve ser apresentada como remuneração em troca de bons resultados ou comportamento.

“Trata-se de um instrumento de educação financeira que serve para as crianças vivenciarem experiências que lhes serão úteis para a vida toda. E também para que criem um certo grau de independência, inclusive nos aspectos financeiros”, explica Álvaro Modernell.

O especialista comenta também que a mesada não desonera os pais do compromisso de orientarem os filhos sobre questões financeiras e de acompanharem o uso do dinheiro de maneira adequada. “Se ela não estiver sendo bem usada, não culpe apenas seus filhos. Reflita.”

Sobre Álvaro Modernell

Álvaro Modernell é especialista em educação financeira, palestrante e autor de vários livros, projetos, cartilhas e artigos sobre educação financeira.

Com experiência de mais de 20 anos no Banco do Brasil, no Mercosul e nos EUA, é sócio fundador da Mais Ativos Educação Financeira e coordenador do portal www.edufinanceira.com.br, referência nacional na área.

É graduado em Administração de Empresas, possui mestrado em Finanças, MBA em Negócios Internacionais (USP) e em Gestão Financeira de empresas, além de pós-graduação em Metodologia do Ensino e em Política e Estratégia (UnB/ADESG). Tem, ainda, certificado da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais).

Álvaro Modernell é o autor dos livros Zequinha e a porquinha Poupança (2006), O pé de meia mágico (2007), O Poço dos Desejos (2007), Paulina e o Ipê-amarelo (2007), Versinhos de Prosperidade (2008), Morango ou Chocolate (2010) e Quero ser rico (2010), além de outros materiais e cartilhas.

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Álbuns de figurinhas da copa – diversão e aprendizado

PUBLICADO POR Editor EM 11 junho 2010

(Entrevista concedida pelo Palestrante e Consultor Erasmo Vieira ao site Vila Mulher)

Para a criançada, a Copa do Mundo representa mais do que assistir aos jogos pela TV ou via internet. Além de estimular o patriotismo, um evento esportivo como esse também se torna educativo, por isso explorado em disciplinas escolares.

A febre dos álbuns de figurinhas que se espalha por todo país é um assunto à parte. Praças, bancas e pátios de escolas se transformaram em pontos de encontro, onde se misturam crianças e adultos que durante as trocas ganham não só simples figurinhas, mas também novos amigos.

A prática é uma forma de logo cedo elas terem noções de economia. “Entendendo o valor dos produtos e serviços ela começa a ser inserida no mercado econômico. Algumas figurinhas são mais valiosas por sua raridade. Apesar de vir no mesmo pacotinho, elas são mais difíceis de achar e por isso valem mais”, aponta o Erasmo Vieira, consultor de finanças pessoais.

De forma divertida, elas também aprendem geografia, pois conhecem localização, número de habitantes e idioma dos países, além das cores da bandeira, e um pouco da história de cada seleção participante. Mais do que isso, as crianças começam a se organizar sozinhas, pois aprendem a separar as figurinhas repetidas. E na hora da colagem também ficam atentas às cores, camisas e símbolos dos países, pois muitos deles são semelhantes.

Durante a negociação com os coleguinhas, Erasmo Vieira* aconselha que os pais não tomem conta do “negócio”, apenas falem que existem boas e más negociações, afinal, desde cedo os filhos já lidam com espertinhos e inocentes.

“Eles devem ensinar porque uma figurinha vale mais e pode ser trocada por mais de uma. Também devem lembrar que é necessário paciência, pois para completar um time e, por fim, o álbum completo é preciso tempo. Outro ponto fundamental é mostrar que as figurinhas valem dinheiro e por isso não devem ser desprezadas”, indica o consultor financeiro.

Erasmo lembra que para se completar um álbum é necessário gastar no mínimo 96 reais (ao todo são 640 figurinhas ou 128 pacotinhos, cada um deles custa 0,75 reais). “É apenas um valor significativo, pois certamente as crianças gastam mais do que isso”, diz. Guilherme dos Santos, de oito anos, completou 560 figurinhas e tem 100 na mão para troca. “Ainda restam 80 figurinhas, e vão sobrar 20, acho que com essas restantes ele ainda consegue trocar para completar o álbum. Até agora comprei 660 delas e gastei 100 reais”, diz o padrinho Carlos Luiz dos Santos Ferreira. Uma forma de mostrar o valor do dinheiro é usar a quantia para fazer a criança entender que é relativamente alta, que com ela se pode comprar um tênis ou brinquedo.

A compra das figurinhas também é uma boa oportunidade para se falar de semanadas ou mesadas, primeiros passos para a criança administrar o próprio dinheiro. “Quando o dinheiro acabar, ele não deve ser entregue novamente antes do prazo estipulado, pois a criança pode ficar sem limites de gastos e aprender a usar o “cheque especial” chamado papai ou mamãe”, aponta Erasmo.

E nada de incentivar a criançada a pagar pelas figurinhas restantes quando se está próxima de completar o álbum – elas são vendidas separadamente e custam mais do que aquelas do pacotinho. É preciso procurar, esperar e buscar quem tem aquelas que faltam. “Talvez seja interessante mostrar que o preço de uma única figurinha vale mais de que muitos pacotes com cinco unidades. Aguardar, esperar, pode ser um preço a pagar na falta do dinheiro para completar o álbum”, finaliza o consultor.

Por Juliana Lopes – http://vilamulher.terra.com.br/mae-filhos-familia/

* Erasmo Vieira – Palestrante e Consultor Financeiro Pessoal
Para contratar uma palestra de Educação Financeira para a sua cidade ou empresa entre em contato com o através do site www.planilhar.com.br

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Educação financeira para os filhos

PUBLICADO POR Editor EM 28 abril 2010

Pais que hoje têm filhos na infância e na adolescência provavelmente viveram o auge da hiperinflação no Brasil, período em que um dos principais objetivos era consumir rapidamente tudo o que fosse possível, pois os preços aumentavam em ritmo frenético. Desde 1994, a estabilidade monetária tornou-se realidade e está cada vez mais em alta o consumo inteligente.
Essa mesma geração de pais foi educada por pessoas que tinham outro tipo de expectativa de vida, em que talvez não houvesse a preocupação de, por exemplo, planejar-se para garantir uma boa aposentadoria. Já o cenário atual indica um crescimento da expectativa de vida, o que obriga as pessoas a se organizarem financeiramente o quanto antes para garantiruma velhice tranquila.
Para se ter uma ideia dessa evolução, quem nasceu em 1998 tinha a perspectiva de viver até os 69 anos, sete meses e 29 dias. Dez anos depois, a esperança já era de chegar aos 72 anos, dez meses e dez dias. Isso significa que, em apenas uma década, os brasileiros e brasileiras passaram a viver, em média, três anos, dois meses e 12 dias a mais, segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada no fim de 2009.
Uma vez que vivemos em uma sociedade com forte apelo consumista e sofisticadas estratégias de marketing, que nos bombardeiam constantemente, a família precisa ensinar fundamentos de responsabilidade financeira às crianças logo cedo, para evitar criar consumidores vorazes – e irresponsáveis. Essa educação financeira passa por três pilares: diálogo, exemplo e planejamento.
Em primeiro lugar, é importante que o assunto “dinheiro” seja conversado e discutido em família, sem tabus. Os limites do orçamento familiar precisam ficar claros, e o envolvimento de todos é importante, assim como a definição de prioridades e dos grandes projetos familiares. Se os pais explicarem aos filhos que estão economizando com o objetivo de comprar a casa própria, trocar de carro ou fazer uma viagem, provavelmente ficará mais fácil compreender por que não se atenderá a determinadas vontades.
Um exercício prático é dar uma quantia fixa de dinheiro à criança, com uma periodicidade preestabelecida, semanal ou mensal. O pequeno economista deve ser orientado sobre como administrar suas contas, incluindo hábitos como pesquisar preço – para entender o que é caro e barato – e poupar, definindo objetivos de curto e de longo prazo, como comprar roupas e brinquedos. Ele (ou ela) precisa ser responsável pelas escolhas que faz. Se,apesar das conversas, os filhos gastarem todo o dinheiro antes do fim da semana ou do mês – e pedirem mais –, os pais precisam ser firmes e dizer não.
Essa experiência também é positiva para os pais, que passam a entender melhor os hábitos de consumo e a capacidade de os filhos tomarem decisões quanto aos seus gastos. Consequentemente, os adultos podem aproveitar a oportunidade para reverem sua própria relação com o dinheiro.
Todavia, de nada adiantará o discurso se as crianças e adolescentes constatarem que seus pais consomem por impulso e sem planejamento. Dar o exemplo é uma das atitudes mais importantes, seguida pelo planejamento cuidadoso a respeito das estratégias para presentear os filhos. É preciso se policiar para evitar compensar com presentes determinadas ausências ou a impossibilidade de dedicar mais tempo à família. É importante haver critérios e parcimônia, já que o excesso de mimos dificulta o entendimento prático das dificuldades que nossos filhos enfrentarão na vida adulta.
Quando os pais refletem e desenvolvem ações que contribuem para a educação financeira dos filhos, estarão,  filhos, estarão, no mínimo, favorecendo o amadurecimento de conceitos como organização, planejamento, disciplina e entendimento da relação de causa e efeito. Estes são ganhos inestimáveis para a formação de cidadãos cada vez mais bem preparados para a tomada de decisões conscientes sobre o consumo.

Fonte: José Arnaldo Favaretto – Diretor de Sistemas de Ensino da Editora Saraiva

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O MERCADO DE TI PARA JOVENS TALENTOS

PUBLICADO POR Editor EM 28 abril 2010

A palavra tecnologia vem do grego – tekhno – e designa todo o conhecimento voltado ao desenvolvimento de técnicas, métodos e ferramentas essenciais para a evolução da humanidade e sua sobrevivência.

A tecnologia é hoje uma das áreas mais desafiadoras para os jovens talentos, e as escolhas por aquilo que vão desenvolver ao entrar para o mercado de trabalho, começam cada vez mais cedo. Por isso, precisamos analisar quais são as exigências para aqueles que vão ingressar nas carreiras ligadas à tecnologia da informação (TI).

Há muito, o profissional da área de TI deixou de ser sinônimo de alienado, aquele sujeito com problemas de relacionamento pessoal, vulgarmente conhecido como nerd. Há até um sitcom na TV “The Big Bang Theory”, que retrata bem o universo daqueles ligados em tecnologia. E acreditem, é um sucesso de audiência!

Esse fato não é só mera questão de avaliação da popularidade da categoria, pois as empresas sofrem pela falta de profissionais capacitados. Poucos gostam de ter sua imagem associada à figura do nerd.

O nicho de desenvolvimento de software é crescente e não existe nenhuma indicação que isso irá diminuir nos próximos anos, em virtude disso a demanda por bons profissionais só tende a aumentar. A nossa sociedade vem se informatizando a cada dia. Todos os setores da economia têm aplicado a tecnologia de alguma forma, seja para apoio ou para o incremento dos negócios.

Com a popularização da computação no ambiente de trabalho, nas universidades e até mesmo nos lares mais humildes, as barreiras com relação à tecnologia e às profissões a ela ligadas felizmente têm diminuído gradativamente. Basta verificar o número de alunos que tem se formado ano após ano pelas universidades de computação em relação às demais áreas do conhecimento.

O profissional da área de tecnologia deve ser antes de tudo um empreendedor e entender como seu trabalho se encaixa nos objetivos da organização. Ele precisa aprender a desenvolver a curiosidade, somada a uma boa capacidade de concentração e ter seu foco na resolução de problemas com espírito inventivo e humildade.

O conhecimento técnico já não é diferencial competitivo porque isso é relativamente simples de se conseguir, seja por meio do fácil acesso à informação que hoje dispomos pela internet ou pelos cursos que a academia oferece. O que realmente importa é a capacidade do profissional em saber onde e como buscar esse conhecimento.

Os novos desenvolvedores de software podem até mesmo escolher qual área de aplicação da indústria desejam trabalhar. Profissionais especialistas interessados por sistemas básicos ou de infraestrutura podem eleger empresas como a Nevoa Networks, voltada para soluções de gerenciamento e virtualização de armazenamento, ou podem optar por sistemas de CRM – Customer Relationship Management;  ERP- Enterprise Resource Planning; ou ainda, trabalhar com foco em Web ou em sistemas mobile, entre outros segmentos.

Para ter excelência, além das características como vontade de aprender, curiosidade e humildade, os novos profissionais devem ser inovadores. Muitas vezes, ele irá trabalhar com produtos baseados em conceitos já consagrados, mas precisará enxergá-los por um por um novo ângulo e aceitar os desafios propostos pelo ambiente de trabalho.

O profissional do futuro deve ainda estar atento para a área de qualidade de software.  Deve ser minucioso na utilização de metodologias de testes. Questionar qual a sua participação para a melhoria da qualidade de vida das pessoas e qual a sua contribuição na preservação do meio ambiente. Não esquecer que a tecnologia está presente em todos os materiais que utilizamos diariamente, como: roupas e calçados, remédios, alimentos, perfumes, lazer e nos esportes.

A esperança de cada empresário do setor de tecnologia é que os jovens se interessem ainda mais pela área e que, logo mais, haja um bom contingente de boas cabeças pensantes trabalhando no segmento. Ganham as empresas, ganham os profissionais e, ganha o Brasil que já é reconhecido como um grande player de TI no mundo.
*Fábio Gomes Ferreira é formado em Análise de Sistemas pela Universidade Paulista, especializado em Gestão de Projetos pela Unicamp e pós-graduado em Gestão de Tecnologia da Informação pelo IBMEC. Atuou como consultor de sistemas participando de projetos nacionais e internacionais para empresas como o grupo Camargo Corrêa, Lucent Technologies, DPaschoal, Martins Atacadista e Caterpillar do Brasil. Atualmente é diretor de Tecnologia da Nevoa Networks.

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Mauá apoia evento gratuito e aberto a interessados em conhecer o funcionamento do mercado financeiro

O mundo globalizado, dinâmico e empreendedor traz mudanças diárias, que tornam a permanente atualização dos conhecimentos de vital importância para o mercado de trabalho. Não basta ao profissional uma formação que lhe proporcione as habilidades básicas. É, também, necessário adquirir conhecimentos variados, sobretudo na área financeira, na qual predominam especialistas. Atento a este contexto, o Instituto Mauá de Tecnologia  abre espaço em seu campus de São Caetano do Sul para a Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo oferecer a palestra “BM&FBOVESPA – Mercados de Ações e Futuros”, no próximo dia 28 de abril, das 17h às 19h, no auditório H 201.

Segundo Rodrigo Ferreira, coordenador de relações institucionais da Gerência de Marketing da Mauá, a “iniciativa é fruto de uma parceria entre as instituições, visando transmitir atualizações do mercado financeiro para os colaboradores da Mauá, público externo e demais interessados”.

A palestra, que tem como objetivo explicar o funcionamento e os conceitos básicos dos mercados de ações e de futuros, será ministrada por Renato Silva, administrador, com especialização em Mercado de Capitais. O especialista já atuou na Diretoria de Marketing e Comunicação da Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA), desenvolvendo Projetos de Popularização do Mercado de Ações e Programa Educacional. Atualmente é consultor da BM&FBOVESPA para divulgação do Programa Educacional.

Os assuntos abordados serão: O Mercado de Ações e de Derivativos e o papel da BM&FBOVESPA, além de interessantes temas tais como: o índice Bovespa, formas de negociação de ações e dos derivativos, indicadores econômicos e o papel das corretoras de valores.

A participação é gratuita e os interessados podem inscrever-se  por e-mail para relacionamento@maua.br ou pelo fone 0800 019 3100. Mais informações no site www.maua.br

Serviço
Evento: Palestra BM&FBOVESPA -  Mercados de Ações e Futuros
Local: Instituto Mauá de Tecnologia – IMT – Campus de São Caetano do Sul
Praça Mauá, 1 – São Caetano do Sul – Auditório H 201
Data: 28 de abril de 2010
Horário:  das 17h às 19h
Realização: Instituto Mauá de Tecnologia e BM&FBOVESPA
Mais informações: www.maua.br

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ELAS FRENTE À ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

PUBLICADO POR Editor EM 18 fevereiro 2010

Elas vieram para ficar. O mundo financeiro está cercado de todos os lados pelas mulheres. Em casa, na empresa, nas lojas, em todos os ambientes as mulheres mostram que se dão bem com dinheiro – e muito. O curioso é que muitas se destacam no gerenciamento das contas da casa ou de uma organização, mas, em contrapartida, quando o assunto é finança pessoal ou investimentos, a mulher ainda exibe suas fragilidades.

Uma pesquisa realizada com 2.096 mulheres no segundo semestre de 2009, pela Sophia Mind, empresa de inteligência de mercado e pesquisa do grupo Bolsa de Mulher, revelou algumas das principais características femininas na gestão financeira.

Segundo o estudo, 77% das mulheres decidem sozinhas pelas compras domésticas. Assim, elas costumam organizar a vida financeira com expectativas de relações duradouras, como se o parceiro fosse estar ao seu lado para sempre. Quanto à divisão dessas contas, apenas 39% delas dizem ajudar o parceiro nas despesas de casa, questão que cabe ao casal decidir. Se em casa a administração é responsabilidade da confiança feminina, na vida pessoal o cenário é diferente. Em relação a aplicações, 46% afirmaram que investem com frequencia parte de sua renda, mas evitam passar por grandes apostas e demonstram maior aversão em correr riscos, comparado ao sexo masculino.

Além do cuidado no investimento, as mulheres tendem a não poupar. Ao longo de um ano, 54% afirmam investir nada ou bem pouco de sua renda e 43% das entrevistadas, entre 41 e 50 anos, disseram que ainda estão avaliando como se preparar para a aposentadoria.

Estes dados revelam o mau planejamento feminino em questões administrativas pessoais. É comum a mulher acabar esquecendo que é um ser independente e que precisa se organizar para tomar as rédeas de sua vida financeira, mesmo que tenha ao seu lado um parceiro que se dedique mais a este assunto. O plano comum é um casamento duradouro, mas nem sempre isto é uma realidade. É fundamental que a mulher faça uma idealização de suas contas pessoais, para que não tenha problemas futuros. Programar a sua aposentadoria, por exemplo, é a base para a tranquilidade financeira na terceira idade. Nessa hora, o contador pode ser uma pessoa essencial para te orientar sobre qual a melhor forma de se aposentar sem que você tenha surpresas desagradáveis. É necessário também, que a mulher ajude seu parceiro na hora de administrar as dívidas do lar, pois o casamento pode ser considerado como a união de dois orçamentos e de talentos, ou seja, se duas pessoas organizadas que tem um planejamento econômico e conseguem aplicá-lo, melhorarão em muitos aspectos as suas finanças e no caso de um dos dois ou ambos serem empresários, o casamento não terá um efeito negativo para a empresa.

Outra dica é elaborar um plano de negócio ou uma tabela, na qual são somados todos os gastos pessoais (prestações, contas a pagar, cartões de crédito, gasolina, lazer e alimentação, por exemplo), e assim se planejar com o salário que receberá no mês. Procure não gastar mais do que ganha e nem deixar suas dividas acumularem. Se isto acontecer, controle as datas de vencimentos e os juros para que assim entre novamente no verde. Com as contas em dia fica mais fácil economizar para o futuro.

Ter um orçamento organizado e um controle financeiro são os pontos de partida, para a mulher e para o homem que deseja investir em algo lucrativo ou apenas equilibrar suas contas pessoais para não ficar no vermelho hoje e amanhã.

Fonte: Dora Ramos
Atua no mercado contábil-administrativo há mais de vinte anos. É fundadora e diretora responsável pela Fharos Assessoria Empresarial.

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Terceira edição do livro Google Marketing chega às livrarias

PUBLICADO POR Editor EM 11 fevereiro 2010
Livro brasileiro de marketing mais vendido do país tem nova edição com 650 páginas e capa dura trazendo estratégias de geração de valor para empresas por meio da internet
O marketing digital ganhou em 2009 uma visibilidade nunca antes conquistada e chega a 2010 como a grande aposta de investimento, não só de grandes grupos empresariais, mas também das pequenas e médias empresas brasileiras. Uma pesquisa da TNS Research International em parceria com o portal Mundo do Marketing, realizada com empresas brasileiras e multinacionais, constatou que 84% das empresas planejam realizar ações de marketing digital.
Google MarketingUtilizar a internet como canal de inovação, posicionamento, vendas, pesquisa e relacionamento é hoje o foco de empresas como Natura, Casas Bahia e Procter&Gamble, que estabeleceram vendas diretas pela web no ano passado. Empresas que atuam puramente no ambiente online são as que mais se beneficiam desse crescimento, dado que o comércio eletrônico desponta como um importante setor econômico no Brasil, crescendo de 8,2 bilhões de reais em 2008 para 10,5 bilhões em 2009.
Com foco em criação e implementação de estratégias de marketing digital visando aumento de receita e lucratividade, além de geração de valor para marcas e empresas, o livro Google Marketing 3ª edição, do publicitário e palestrante de marketing digital, Conrado Adolpho, chega às livrarias reunindo um conteúdo denso, prático e inovador. A obra descreve como as empresas dos mais diversos portes e segmentos devem utilizar a internet para construir marcas vencedoras em um mundo cada vez mais dominado pelos bits.
Conteúdo de peso, abordagem prática e atualizada
A terceira edição do livro, totalmente atualizada e ampliada, aborda de maneira profunda as estratégias corporativas para transformar a internet em uma ferramenta de marketing tanto para empresas puramente off-line, quanto para empresas que têm todo o seu ciclo de vendas no ambiente digital.  O livro ensina a criar inteligência competitiva por meio da web, aumentar a quantidade de prospects de uma empresa de serviços ou produtos, melhorar o relacionamento com clientes, fornecedores e outros stakeholders, mensurar resultados de ações on-line e off-line, estimular o marketing viral e outras ações vitais para o crescimento de qualquer empreendimento.
Além disso, o livro Google Marketing 3ª edição mostra como as empresas podem se beneficiar do Índice de Atividade do Consumidor para divulgação espontânea de suas marcas e produtos por meio das redes sociais, além de um capítulo exclusivo sobre o Twitter como ferramenta corporativa. O livro explana de maneira completa e detalhada como empresários e executivos devem realizar um planejamento eficiente de marketing digital e colocá-lo em prática em suas empresas aumentando vendas, seja em gôndolas de supermercados, serviços B2B e B2C ou e-commerces.
O Google Marketing é, não só um livro voltado a profissionais de marketing, tecnologia e a empresários, mas também cristaliza uma tendência forte da atualidade: o comércio social. Assim, traz ainda a questão de como as empresas e as pessoas estão se interconectando hoje por meio de diferentes meios para trocar conteúdos, experiências, indicações, para entreterem-se e, finalmente, para comprar.
O publicitário e autor do livro, Conrado Adolpho, comemora o lançamento de mais uma edição do livro, que já se tornou um Best-seller no mercado – tendo sido premiado, em 2009, pelo Jornal do Comércio. Em vista disso, trouxe uma nova versão mais robusta e incluindo, com exclusividade, uma metodologia de marketing e vendas para a web.
“A metodologia ’8 P’s do Marketing Digital’, desenvolvida depois de anos de observação e de experiência em marketing para a internet à frente de minha agência, fez com que essa edição do livro traga algumas soluções há muito esperadas pelos empresários e dá um norte para agências e departamentos de marketing sobre como trabalhar corretamente com marketing digital. São técnicas claras de como gerenciar um negócio na internet, o que pedir para sua equipe ou como mensurar os resultados de uma campanha de forma eficiente. A internet é cada vez mais um ambiente que reúne as pessoas em torno de conceitos, ideias e marcas. A web é a grande força revolucionária do século XXI e tem que ser vista como tal, tanto para ações sociais quanto para ações de vendas”, explica. “A metodologia dos 8 P’s mostra uma sequência clara para ser seguida por empresas, profissionais liberais ou qualquer um que queira realizar um trabalho sério, abrangente e eficiente de marketing digital”, completa o autor.

O lançamento do livro ocorrerá no dia 24 de fevereiro, às 19h, na Fnac da Av. Paulista, em São Paulo, com uma palestra homônima do autor. As vagas são limitadas e por ordem de chegada.

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TECNOLOGIA, EMPREGO E COMÉRCIO EXTERIOR – Por Samir Keedi

PUBLICADO POR Editor EM 11 fevereiro 2010
Todos sabem quais são os benefícios da tecnologia, mas, às vezes, é necessário dedicar alguns minutos para refletir sobre o tema. Hoje, poucas pessoas poderiam viver sem computador, carro, e, sobretudo, celular. Contudo, basta citar uma das maiores maravilhas do mundo moderno, o container, e mostrar um velho slide com estivadores carregando sacos de café nas costas, num passado já distante, para ouvir comentários, como: “era nas costas, mas havia emprego”.
É importante lembrar que este equipamento é o pai da globalização visível que existe no planeta, pois sua excelência, o container, possibilitou que o mundo avançasse da maneira que ocorreu, transformando, em meio século, uma corrente de comércio exterior de US$235 bilhões, em 1960, em uma de US$ 34,7 trilhões, em 2008.
Com essas cifras, não é possível aceitar que essa unidade de carga, assim como qualquer outra tecnologia, tenha provocado desemprego, apenas porque não há mais milhares de trabalhadores avulsos percorrendo o cais, desde o armazém até o navio, com sacos de café nas costas. Mas como esse é um comentário recorrente, é preciso abordá-lo devidamente.
A tecnologia, ao contrário do que pensam muitas pessoas, aumenta o emprego. Quanto mais tecnologia, mais emprego. O fato de uma nova tecnologia causar, de imediato, desemprego num determinado setor, não significa que aumente o desemprego na economia, pois ele ocorre apenas em uma atividade, como no caso dos trabalhadores avulsos carregando os sacos nas costas. Só que, ao se criar o container e, principalmente, padronizá-lo, permite-se uma evolução geral no setor.
Navios especiais para o transporte dessa unidade de carga começaram a ser construídos, bem como equipamentos para movimentar as cargas. Portos foram sendo adaptados aos novos equipamentos e navios. Os próprios containers começaram a ser produzidos aos milhares e, hoje, são milhões de unidades. Foram movimentados em 2008, cerca de 600 milhões de TEU – Twenty feet or equivalent unit (unidades de 6,1 metros de comprimento).
Equipamentos frigoríficos para as unidades reefer foram construídos. Computadores são utilizados para controle do comércio exterior, movimentação de carga e correlatos. Programas para movimentação de carga com essas unidades são continuamente criados e aperfeiçoados.
Cada vez mais trabalhadores precisam ser recrutados para trabalhar nos portos, devido ao fantástico aumento no volume de comércio exterior. Também nas empresas produtoras, exportadoras e importadoras, já que um grande volume de transações pressupõe, obviamente, mais empregos.
É possível ver quantos operadores logísticos existem em face dos valores e quantidade de carga movimentados, atualmente. E os despachantes envolvidos com a carga. E a quantidade de navios, operadores, comandantes, tripulação, etc. Além da construção de navios e sua manutenção. Mais os rebocadores e práticos, para apoio à navegação, etc.
E deve-se colocar nesse pacote, tudo aquilo que se possa imaginar que surgiu ou foi incrementado com a criação dessa unidade pelo nosso herói, Mr. Malcom McLean.
Não é difícil, ao menos à maioria das pessoas, concluir que é preciso continuar evoluindo e criando mais tecnologia.
Assim, é necessário pensar, antes de criticar a perda de alguns poucos empregos num determinado setor – poucos em relação ao total, quantos são constantemente criados por causa da tecnologia.
* Samir Keedi é economista, mestre em administração, consultor e professor da Aduaneiras em assuntos de Comércio Exterior.

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O mês de agosto está ótimo para quem busca a sonhada vaga de estágio em grandes corporações. Além disso os candidatos tem a opção de participarem do Talento Unicamp 2009 que está com uma nova data para começar.

O Planeta Money separou 12 ótimas oportunidades para você começar com o pé-direito sua carreira, vale a pena conferir, algumas delas a remuneração inicial de  R$ 3.800,00.

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Uma boa forma de realizar o sonho de cursar uma faculdade é participar do Programa Bolsa Universidade que garante auxílio de até R$ 267,00. A Secretaria de Estado da Educação está com inscrições até o dia 15 de junho. Segue abaixo a nota completa.
Boa leitura.

A Secretaria de Estado da Educação acaba de abrir inscrições para o Programa Bolsa Universidade. São 8 mil vagas disponíveis em todo o Estado. O estudante contemplado receberá bolsa integral de seu curso. A pasta arca com 50% do valor da mensalidade, com teto de R$ 267,00, e a instituição de ensino completa o restante do valor. Em contrapartida, o bolsista atuará como Educador Universitário, em uma escola participante do Programa Escola da Família, aos finais de semana, a partir do início de agosto.

Benefício ampliado
O Programa também ampliou a concessão de bolsas. A partir de agora os universitários que cursaram o ensino médio, em qualquer modalidade, em território brasileiro, poderão concorrer. A ampliação visa atender não só aos estudantes que cursaram uma ou mais séries na rede particular como também aos concluintes de outros Estados da Federação.
“A medida contribui para ampliar as oportunidades e democratizar o acesso ao ensino superior no Estado de São Paulo”, afirma o secretário de Estado da Educação, Paulo Renato Souza. Antes a bolsa era destinada somente aos estudantes que cursaram as três séries do ensino médio na rede estadual ou municipal do Estado de São Paulo

Inscrições
Até 15 de julho os interessados podem se inscrever no site do Programa (www.escoladafamilia.fde.sp.gov.br). Os candidatos devem:
- estar matriculados em curso de graduação de instituição privada de ensino superior conveniada;
- não receber outra bolsa de estudos, financiamento universitário ou similar, oriundos de recursos públicos;
- e ter interesse e disponibilidade para desenvolver as atividades do Programa nas escolas públicas estaduais ou municipais, aos finais de semana.
Cerca de duzentas instituições de ensino superior estão cadastradas. O candidato poderá verificar a quantidade de vagas de sua instituição no site da Secretaria de Estado da Educação.
O Programa Escola da Família abre as unidades escolares da rede pública de São Paulo aos sábados e domingos para as comunidades locais, realizando atividades dentro dos eixos esporte, cultura, saúde e trabalho. Atualmente, cerca de 12,6 mil universitários recebem a bolsa. Com a nova leva o programa atingirá a marca de 20,6 mil bolsas de estudo distribuídas.

Secretaria de Estado da Educação

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