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Planeta Money

Ajudando você a sair do vermelho

Categoria: ‘Finanças’

Aprenda a investir com inteligência

PUBLICADO POR Editor EM 22 fevereiro 2010

Investindo com InteligênciaAprenda a montar e gerir sua própria carteira de ações utilizando Análise Técnica

Voltado para quem deseja aumentar seus rendimentos e adquirir a independência financeira, este livro explica como a análise técnica pode ser um instrumento prático e objetivo de compreensão do mercado de ações.
As táticas operacionais apresentadas neste livro são baseadas em exemplos de casos reais, com ênfase, principalmente, no controle de risco das operações, o que é fundamental para um operador.
Quebrar tabus e preconceitos, como o de que investir em ações é “coisa para aventureiros”, é um dos objetivos que o conhecimento sobre o assunto pode proporcionar. Este é, sem dúvida, o grande objetivo deste livro.

Saiba mais em http://www.novatec.com.br/livros/investindo/.

Sobre os autores

Leonardo Cavalcante atua no mercado desde 2001, em estratégias de longo e médio prazo e formação de carteira. É Agente Autônomo de Investimento credenciado pela CVM, Certificado CPA-20 pela ANBID e sócio da Fractal Agente Autônomo de Investimentos (www.fractalinvestimentos.com.br). Atua como instrutor do curso Análise técnica: aprenda a montar e gerir sua própria carteira de ações.

Daniel Santos Costa atua no mercado financeiro desde 2004, em estratégias envolvendo ações e opções. É Procurador do Estado de Minas Gerais e instrutor do curso Análise Técnica: aprenda a montar e gerir sua própria carteira de ações.

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ELAS FRENTE À ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

PUBLICADO POR Editor EM 18 fevereiro 2010

Elas vieram para ficar. O mundo financeiro está cercado de todos os lados pelas mulheres. Em casa, na empresa, nas lojas, em todos os ambientes as mulheres mostram que se dão bem com dinheiro – e muito. O curioso é que muitas se destacam no gerenciamento das contas da casa ou de uma organização, mas, em contrapartida, quando o assunto é finança pessoal ou investimentos, a mulher ainda exibe suas fragilidades.

Uma pesquisa realizada com 2.096 mulheres no segundo semestre de 2009, pela Sophia Mind, empresa de inteligência de mercado e pesquisa do grupo Bolsa de Mulher, revelou algumas das principais características femininas na gestão financeira.

Segundo o estudo, 77% das mulheres decidem sozinhas pelas compras domésticas. Assim, elas costumam organizar a vida financeira com expectativas de relações duradouras, como se o parceiro fosse estar ao seu lado para sempre. Quanto à divisão dessas contas, apenas 39% delas dizem ajudar o parceiro nas despesas de casa, questão que cabe ao casal decidir. Se em casa a administração é responsabilidade da confiança feminina, na vida pessoal o cenário é diferente. Em relação a aplicações, 46% afirmaram que investem com frequencia parte de sua renda, mas evitam passar por grandes apostas e demonstram maior aversão em correr riscos, comparado ao sexo masculino.

Além do cuidado no investimento, as mulheres tendem a não poupar. Ao longo de um ano, 54% afirmam investir nada ou bem pouco de sua renda e 43% das entrevistadas, entre 41 e 50 anos, disseram que ainda estão avaliando como se preparar para a aposentadoria.

Estes dados revelam o mau planejamento feminino em questões administrativas pessoais. É comum a mulher acabar esquecendo que é um ser independente e que precisa se organizar para tomar as rédeas de sua vida financeira, mesmo que tenha ao seu lado um parceiro que se dedique mais a este assunto. O plano comum é um casamento duradouro, mas nem sempre isto é uma realidade. É fundamental que a mulher faça uma idealização de suas contas pessoais, para que não tenha problemas futuros. Programar a sua aposentadoria, por exemplo, é a base para a tranquilidade financeira na terceira idade. Nessa hora, o contador pode ser uma pessoa essencial para te orientar sobre qual a melhor forma de se aposentar sem que você tenha surpresas desagradáveis. É necessário também, que a mulher ajude seu parceiro na hora de administrar as dívidas do lar, pois o casamento pode ser considerado como a união de dois orçamentos e de talentos, ou seja, se duas pessoas organizadas que tem um planejamento econômico e conseguem aplicá-lo, melhorarão em muitos aspectos as suas finanças e no caso de um dos dois ou ambos serem empresários, o casamento não terá um efeito negativo para a empresa.

Outra dica é elaborar um plano de negócio ou uma tabela, na qual são somados todos os gastos pessoais (prestações, contas a pagar, cartões de crédito, gasolina, lazer e alimentação, por exemplo), e assim se planejar com o salário que receberá no mês. Procure não gastar mais do que ganha e nem deixar suas dividas acumularem. Se isto acontecer, controle as datas de vencimentos e os juros para que assim entre novamente no verde. Com as contas em dia fica mais fácil economizar para o futuro.

Ter um orçamento organizado e um controle financeiro são os pontos de partida, para a mulher e para o homem que deseja investir em algo lucrativo ou apenas equilibrar suas contas pessoais para não ficar no vermelho hoje e amanhã.

Fonte: Dora Ramos
Atua no mercado contábil-administrativo há mais de vinte anos. É fundadora e diretora responsável pela Fharos Assessoria Empresarial.

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Terceira edição do livro Google Marketing chega às livrarias

PUBLICADO POR Editor EM 11 fevereiro 2010
Livro brasileiro de marketing mais vendido do país tem nova edição com 650 páginas e capa dura trazendo estratégias de geração de valor para empresas por meio da internet
O marketing digital ganhou em 2009 uma visibilidade nunca antes conquistada e chega a 2010 como a grande aposta de investimento, não só de grandes grupos empresariais, mas também das pequenas e médias empresas brasileiras. Uma pesquisa da TNS Research International em parceria com o portal Mundo do Marketing, realizada com empresas brasileiras e multinacionais, constatou que 84% das empresas planejam realizar ações de marketing digital.
Google MarketingUtilizar a internet como canal de inovação, posicionamento, vendas, pesquisa e relacionamento é hoje o foco de empresas como Natura, Casas Bahia e Procter&Gamble, que estabeleceram vendas diretas pela web no ano passado. Empresas que atuam puramente no ambiente online são as que mais se beneficiam desse crescimento, dado que o comércio eletrônico desponta como um importante setor econômico no Brasil, crescendo de 8,2 bilhões de reais em 2008 para 10,5 bilhões em 2009.
Com foco em criação e implementação de estratégias de marketing digital visando aumento de receita e lucratividade, além de geração de valor para marcas e empresas, o livro Google Marketing 3ª edição, do publicitário e palestrante de marketing digital, Conrado Adolpho, chega às livrarias reunindo um conteúdo denso, prático e inovador. A obra descreve como as empresas dos mais diversos portes e segmentos devem utilizar a internet para construir marcas vencedoras em um mundo cada vez mais dominado pelos bits.
Conteúdo de peso, abordagem prática e atualizada
A terceira edição do livro, totalmente atualizada e ampliada, aborda de maneira profunda as estratégias corporativas para transformar a internet em uma ferramenta de marketing tanto para empresas puramente off-line, quanto para empresas que têm todo o seu ciclo de vendas no ambiente digital.  O livro ensina a criar inteligência competitiva por meio da web, aumentar a quantidade de prospects de uma empresa de serviços ou produtos, melhorar o relacionamento com clientes, fornecedores e outros stakeholders, mensurar resultados de ações on-line e off-line, estimular o marketing viral e outras ações vitais para o crescimento de qualquer empreendimento.
Além disso, o livro Google Marketing 3ª edição mostra como as empresas podem se beneficiar do Índice de Atividade do Consumidor para divulgação espontânea de suas marcas e produtos por meio das redes sociais, além de um capítulo exclusivo sobre o Twitter como ferramenta corporativa. O livro explana de maneira completa e detalhada como empresários e executivos devem realizar um planejamento eficiente de marketing digital e colocá-lo em prática em suas empresas aumentando vendas, seja em gôndolas de supermercados, serviços B2B e B2C ou e-commerces.
O Google Marketing é, não só um livro voltado a profissionais de marketing, tecnologia e a empresários, mas também cristaliza uma tendência forte da atualidade: o comércio social. Assim, traz ainda a questão de como as empresas e as pessoas estão se interconectando hoje por meio de diferentes meios para trocar conteúdos, experiências, indicações, para entreterem-se e, finalmente, para comprar.
O publicitário e autor do livro, Conrado Adolpho, comemora o lançamento de mais uma edição do livro, que já se tornou um Best-seller no mercado – tendo sido premiado, em 2009, pelo Jornal do Comércio. Em vista disso, trouxe uma nova versão mais robusta e incluindo, com exclusividade, uma metodologia de marketing e vendas para a web.
“A metodologia ‘8 P’s do Marketing Digital’, desenvolvida depois de anos de observação e de experiência em marketing para a internet à frente de minha agência, fez com que essa edição do livro traga algumas soluções há muito esperadas pelos empresários e dá um norte para agências e departamentos de marketing sobre como trabalhar corretamente com marketing digital. São técnicas claras de como gerenciar um negócio na internet, o que pedir para sua equipe ou como mensurar os resultados de uma campanha de forma eficiente. A internet é cada vez mais um ambiente que reúne as pessoas em torno de conceitos, ideias e marcas. A web é a grande força revolucionária do século XXI e tem que ser vista como tal, tanto para ações sociais quanto para ações de vendas”, explica. “A metodologia dos 8 P’s mostra uma sequência clara para ser seguida por empresas, profissionais liberais ou qualquer um que queira realizar um trabalho sério, abrangente e eficiente de marketing digital”, completa o autor.

O lançamento do livro ocorrerá no dia 24 de fevereiro, às 19h, na Fnac da Av. Paulista, em São Paulo, com uma palestra homônima do autor. As vagas são limitadas e por ordem de chegada.

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TECNOLOGIA, EMPREGO E COMÉRCIO EXTERIOR – Por Samir Keedi

PUBLICADO POR Editor EM 11 fevereiro 2010
Todos sabem quais são os benefícios da tecnologia, mas, às vezes, é necessário dedicar alguns minutos para refletir sobre o tema. Hoje, poucas pessoas poderiam viver sem computador, carro, e, sobretudo, celular. Contudo, basta citar uma das maiores maravilhas do mundo moderno, o container, e mostrar um velho slide com estivadores carregando sacos de café nas costas, num passado já distante, para ouvir comentários, como: “era nas costas, mas havia emprego”.
É importante lembrar que este equipamento é o pai da globalização visível que existe no planeta, pois sua excelência, o container, possibilitou que o mundo avançasse da maneira que ocorreu, transformando, em meio século, uma corrente de comércio exterior de US$235 bilhões, em 1960, em uma de US$ 34,7 trilhões, em 2008.
Com essas cifras, não é possível aceitar que essa unidade de carga, assim como qualquer outra tecnologia, tenha provocado desemprego, apenas porque não há mais milhares de trabalhadores avulsos percorrendo o cais, desde o armazém até o navio, com sacos de café nas costas. Mas como esse é um comentário recorrente, é preciso abordá-lo devidamente.
A tecnologia, ao contrário do que pensam muitas pessoas, aumenta o emprego. Quanto mais tecnologia, mais emprego. O fato de uma nova tecnologia causar, de imediato, desemprego num determinado setor, não significa que aumente o desemprego na economia, pois ele ocorre apenas em uma atividade, como no caso dos trabalhadores avulsos carregando os sacos nas costas. Só que, ao se criar o container e, principalmente, padronizá-lo, permite-se uma evolução geral no setor.
Navios especiais para o transporte dessa unidade de carga começaram a ser construídos, bem como equipamentos para movimentar as cargas. Portos foram sendo adaptados aos novos equipamentos e navios. Os próprios containers começaram a ser produzidos aos milhares e, hoje, são milhões de unidades. Foram movimentados em 2008, cerca de 600 milhões de TEU – Twenty feet or equivalent unit (unidades de 6,1 metros de comprimento).
Equipamentos frigoríficos para as unidades reefer foram construídos. Computadores são utilizados para controle do comércio exterior, movimentação de carga e correlatos. Programas para movimentação de carga com essas unidades são continuamente criados e aperfeiçoados.
Cada vez mais trabalhadores precisam ser recrutados para trabalhar nos portos, devido ao fantástico aumento no volume de comércio exterior. Também nas empresas produtoras, exportadoras e importadoras, já que um grande volume de transações pressupõe, obviamente, mais empregos.
É possível ver quantos operadores logísticos existem em face dos valores e quantidade de carga movimentados, atualmente. E os despachantes envolvidos com a carga. E a quantidade de navios, operadores, comandantes, tripulação, etc. Além da construção de navios e sua manutenção. Mais os rebocadores e práticos, para apoio à navegação, etc.
E deve-se colocar nesse pacote, tudo aquilo que se possa imaginar que surgiu ou foi incrementado com a criação dessa unidade pelo nosso herói, Mr. Malcom McLean.
Não é difícil, ao menos à maioria das pessoas, concluir que é preciso continuar evoluindo e criando mais tecnologia.
Assim, é necessário pensar, antes de criticar a perda de alguns poucos empregos num determinado setor – poucos em relação ao total, quantos são constantemente criados por causa da tecnologia.
* Samir Keedi é economista, mestre em administração, consultor e professor da Aduaneiras em assuntos de Comércio Exterior.

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Lei 11.638 – Uma questão de sobrevivência para as empresas brasileiras no cenário global.

Por: Eduardo Boniolo – Consultor da Aptar Gestão Empresarial

A convergência das práticas contábeis – BRGAAP ao IFRS – International Financial Reporting Standards permitirá melhor inserção das empresas nacionais no mercado global.

O processo de convergência às normas internacionais está sendo implementado desde a promulgação da Lei 11.638 em dezembro/07 com previsão de término em 2010.

Inicialmente, apenas as companhias de capital aberto, instituições financeiras e seguradoras estariam obrigadas a elaborar suas demonstrações contábeis de 2010  adotando plenamente as novas regras.

Posteriormente, as chamadas sociedades de grande porte e as demais sociedades anônimas também passaram a ter a obrigatoriedade de registrar suas demonstrações contábeis em IFRS.

Agora, está em discussão o fato de que todas as empresas sejam obrigadas a utilizar as novas práticas em 2010, o que criará um padrão contábil único para todas as empresas, independente do seu porte ou ramo de atividade.

Algumas empresas vêm a lei como mais que uma obrigação legal, entretanto o que elas parecem não ter percebido é que o mercado financeiro está se fechando para organizações que não são transparentes.

Para conceder crédito, as instituições financeiras têm exigido de seus tomadores a apresentação de demonstrações financeiras de acordo com o padrão atualmente vigente. Sem esta adequação, as taxas de juros cobradas por essas instituições podem ser maiores, ou a concessão do crédito pode ser simplesmente negada.

Vale lembrar que para se tomar crédito no exterior é essencial que sejam disponibilizadas demonstrações contábeis de forma compreensível, isto é, que estejam em uma linguagem utilizada internacionalmente. Hoje, o padrão em IFRS é usado ou está em adoção em mais de cem países do mundo.

Os EUA também se convenceram da necessidade de adoção do IFRS em substituição ao tradicional USGAAP devido a grande necessidade de transparência e facilidade de interpretação das informações financeiras no mercado globalizado. Há um planejamento para término da implementação em 2016, abrangendo todas as empresas, independente do tamanho.

O Brasil é hoje um país de destaque no cenário do mercado global, e essa é uma realidade que deve ser valorizada e encarada como grande diferencial, pois as empresas brasileiras mais adequadas a este cenário serão, sem dúvidas, aquelas que terão acesso às melhores oportunidades.

Eduardo Boniolo – eduardo@aptar.adm.br
www.aptar.com.br

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Planejamento ontem e sempre.

PUBLICADO POR Editor EM 1 outubro 2009

Planejamento é a chave para fazer qualquer coisa bem feita, seja um investimento, uma construção ou a aquisição de algo.
Mas isso não é algo de hoje, há 2000 anos já se falava disso.

Se um de vocês quer construir uma torre, primeiro senta e calcula quanto vai custar, para ver se o dinheiro dá. Se não fizer isso, ele consegue colocar os alicerces, mas não pode terminar a construção. Aí todos os que virem o que aconteceu vão caçoar dele, dizendo: “Este homem começou a construir, mas não pôde terminar!”

Texto: Jesus Cristo falando em Lucas 14 – 28

Para alguns pode ter sido uma surpresa ver que Jesus já se preocupava com o endividamento e o controle financeiro das pessoas, mas esta não é a única citação que Cristo faz sobre o bom uso do dinheiro. Há citações sobre reconhimento de impostos, pagamento de dívidas, emprestimos, etc.

E apesar da data do texto, esta situação se repete com muita frequencia nos dias de hoje e o conselho apesar de simples funciona muito bem.

Então, se você quer sair do vermelho, siga este primeiro passo: “Senta e calcula” antes de tomar qualquer decisão.
A forma que a frase “senta e calcula” pode parecer imperativa, mas é exatamente desta forma que Jesus falava aos seus discipulos e seguidores, porque ele queria que as pessoas tomassem uma atitude.

E é isto que muitas vezes falta para que você parta para a luta e vença a situação de Dividas. Algo que era falado sim, com um tom de autoridade, mas ao mesmo tempo era falado por amor as pessoas, por não gostar de ver as pessoas em situações de dívida e com obras inacabadas, assim como um pai não gosta de ver o filho com dívida ou dificuldade financeira, devendo para os outros.

O objetivo deste texto é que você reflita, e hoje mesmo você “Sente” em frente ao computador ou do seu caderno de anotações e “calcula” usando um excel, uma planilha on-line, um software ou simplesmente a boa e velha calculadora.

Abs,

Gerson

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Pai Rico pela primeira vez no Brasil no Expomoney

PUBLICADO POR Editor EM 18 agosto 2009

No dia 17 de setembro, no Centro de Convenções Transamérica, em São Paulo, a Expo Money, considerado o mais importante evento sobre educação financeira e investimentos da América Latina, contará com a palestra de Robert Kiyosaki, autor de “Pai Rico, Pai Pobre”, livro que já vendeu mais de 2 milhões de cópias no Brasil.

Esta é a primeira vez que os brasileiros terão a oportunidade de ver ao vivo uma palestra de Kiyosaki, que vem convidado pela editora Campus-Elsevier em parceria com a Expo Money. “O nosso evento não poderia perder essa oportunidade. O livro “Pai Rico, Pai Pobre” tem tudo a ver com a filosofia do nosso evento, que divulga a educação financeira como o melhor caminho para um futuro economicamente seguro”, destaca Robert Dannenberg, presidente da TradeNetwork, organizadora da feira.

O Best seller “Pai Rico, Pai Pobre” está completando 10 anos e ganha nova roupagem, com capa dura e um prefácio atualizado do autor. A obra, que faz um paralelo entre os dois estilos de educação financeira – de um pai rico e de um pai pobre – é sucesso absoluto no mundo e no Brasil, está disponível em 52 idiomas, foi lançada em 109 países e já vendeu cerca de 30 milhões de exemplares em todo o mundo.

A edição especial comemorativa já está disponível e quem adquirir o exemplar nas lojas Saraivas ganhará um ingresso para a palestra do dia 17. “Com a compra do livro, o leitor assiste à palestra ao vivo, mas todos os visitantes da Expo Money terão a oportunidade de acesso às informações de Kiyosaki. Vamos transmitir a palestra também em outras salas através de transmissão em telões”, ressalta Dannenberg.

Para as mulheres que desejam dicas de como aumentar seus ganhos, no mesmo dia o evento apresentará palestra com Kim Kiyosaki, esposa do autor de “Pai Rico” e autora de “Mulher Rica – O livro de investimento para mulheres”. Na obra, Kim comenta os temores que enfrentou quando começou a investir, como superou esse medo e como construiu seu próprio império financeiro.

PALESTRA ROBERT KIYOSAKI
Data: 17/9
Horário: 13h30
Sala exclusiva para os convidados (compraram livro edição especial), que será transmitido para salas de palestras simultâneas gratuitamente.

PALESTRA KIM KIYOSAKI
Data: 17/9
Horário: 16h35
Entrada gratuita

Onde:
7ª Expo Money – São Paulo
Local: Centro de Convenções do Transamérica Hotel
Av. Dr. Mario Vilas Boas Rodrigues, 387
Datas e horários:
17 e 18 de setembro: das 13h às 22h
19 de setembro: das 12h às 20h
Informações e inscrições: www.expomoney.com.br

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O mais importante evento da América Latina de educação financeira e investimentos traz personalidade internacional e traz mais 150 palestras sobre finanças pessoais e oportunidades de investimentos disponíveis no mercado financeiro. Essa edição será o fechamento de um ciclo onde o investidor poderá fazer o seu balanço de um ano da crise econômica mundial

A 7ª Expo Money chega a São Paulo entre os dias 17 e 19 de setembro, no Centro de Convenções Transamérica. O evento focado na pessoa física e com acesso gratuito a exposição e palestras é reconhecido por levar informação relevante e conhecimento para quem quer aprender a administrar as suas finanças pessoais e conhecer as diversas opções de investimentos disponíveis no mercado. Neste mesmo período, em 2008, durante o evento, o Brasil e o mundo viviam o auge da crise econômica e investidores de todos os portes buscavam respostas e diretrizes para o que viria. Um ano depois será possível avaliar as previsões e fazer um saldo do movimento das bolsas.

Na edição 2009, a Expo Money está ainda maior, com mais expositores, palestrantes e atrações. A expectativa de público também cresceu. A estimativa é receber aproximadamente 20 mil pessoas, 10% a mais do que em 2008, em virtude da mudança na programação – o evento se estenderá até o sábado, atraindo a presença de visitantes de outras cidades e estados – e, evidentemente, da retomada da economia mundial.

Atualmente o Brasil possui 521.196 investidores individuais na Bolsa (número divulgado em junho/2009 pela BM&FBovespa), que movimentam quase R$ 80 bilhões mensalmente. O Estado de São Paulo continua como líder em números de investidores e volume de negócios, respondendo por 229.212 pessoas físicas e R$ 38 bilhões/mês. Como panorama do setor, vale ressaltar que em 2003, quando aconteceu a primeira edição da Expo Money, o país possuía apenas 85.478 investidores e o volume negociado estava na casa dos R$ 3 bilhões, o que representa um aumento no volume de R$ 77 bilhões e o crescimento de quase 84% no número de investidores individuais nestes seis anos.

“A crise econômica mundial acabou de fazer um ano. Na edição do ano passado estávamos com o evento a pleno vapor, quando a crise estourou. Agora, percebemos que essa edição da Expo Money será o momento de fechamento do ciclo da crise, um momento para os investidores fazerem um grande balanço das suas aplicações e analisarem as possibilidades futuras de mercado. O importante é que os brasileiros busquem a educação financeira sempre, seja nos melhores momentos ou nos mais difíceis”, destaca Robert Dannenberg, presidente da TradeNetwork, organizadora da Expo Money.

A Expo Money é um evento completo, voltado para todos os níveis de conhecimento do público participante. Iniciantes podem adquirir mais conhecimentos sobre as finanças pessoais, aprender sobre planejamento financeiro, dando os primeiros passos rumo à independência financeira. Já os iniciados ou mesmo avançados têm a oportunidade de conversar diretamente com profissionais de relações com investidores das empresas de capital aberto e aprender com especialistas sobre temas como: análise técnica e fundamentalista, macro-economia, opções, renda fixa e variável, home broker e web trading.

Entre os expositores já confirmados de São Paulo estão: BM&FBovespa, empresas de capital aberto como: Petrobras; Banco do Brasil, Vale, Cemig, CPFL, Iguatemi, Gerdau, Souza Cruz e Usiminas; corretoras de valores: Agora, Ativa, BanifInvest, Geração Futuro, ICap, Investbolsa, Link, Planner; Banco Itaú; vendors: Agência Estado, Apligraf, CMA, Enfoque, Majer & Majer; e entidades e associações: Andima , Astro Brasil, CVM, Investeducar e INI.

“Para uma empresa como a Ágora, que tem entre seus objetivos maiores a educação financeira do cliente, a Expo Money representa, por sua visibilidade e perfil de seu público, uma oportunidade única de prospecção de novos investidores e exibição de sua ampla linha de produtos e serviços“, destacou Helio Pio, Gerente Comercial da Ágora Corretora de Valores.

Grandes nomes e temas de discussão também são garantia de público. Serão mais de 150 palestras gratuitas e simultâneas, distribuídas nos três dias de evento em oito salas, com uma capacidade total de dois mil lugares por hora. Os organizadores também reservaram uma surpresa especial para os participantes, que será a um palestrante internacional que fala finanças pessoais.

Coleção Expo Money
A Expo Money lançou uma Coleção de Livros em parceria com a Editora Campus-Elsevier. A série de livros didáticos, que já conta com 19 títulos, tem como foco a Educação Financeira e Investimentos. A Coleção é coordenada pelo escritor e consultor Gustavo Cerbasi (autor de best-sellers sobre o tema) e por Robert Dannenberg, presidente da TradeNetwork, organizadora da Expo Money. No evento os participantes poderão conhecer mais sobre as obras dos autores: Eliana Bussinger – “A Dieta do Bolso”; Maurício “Bastter” Hissa – “Investindo em Opções” e “Sobreviva na Bolsa de Valores”; Ricardo Humberto Rocha e Rodney Vergili – “Como Esticar seu Dinheiro”; Cássia D’Aquino – “Educação Financeira: como educar seu filho”; Hugo Avezedo – “500 perguntas (e respostas) básicas de Finanças e “500 perguntas (e respostas) avançadas de Finanças”; Jurandir Sell Macedo Jr. – “A Árvore do Dinheiro”; Marco Falcone e Regina Tesima – “Como chegar ao seu primeiro milhão”; Márcia Tolotti – “Armadilhas do Consumo”; Raphael Cordeiro – “O Sovina e o Perdulário”; Rita Mundim – “Brasil: 100 Comentários”; Sandra Blanco – “A Bolsa para Mulheres”; Vera Rita Ferreira – “Psicologia Econômica – Estudo do Comportamento Econômico e da Tomada de Decisão; Marcelo Junqueira Ângulo – “Suas Finanças.com”; Aquiles Mosca – “Finanças Comportamentais”, e os mais recentes lançamentos: Gustavo Cerbasi -“Como organizar sua vida financeira”, Fábio Guelfi – “Títulos Públicos Sem Segredos” e José Marcos Treiger – “Relações com Investidores – A arte de se comunicar com o mercado e atrair investidores”

Histórico Evento
A primeira edição do evento aconteceu em 2003, em São Paulo e reuniu 9.182 participantes. Hoje, o evento conta com 11 edições e já percorreu as cidades Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Salvador (BA), Florianópolis (SC), e completando o circuito de eventos pelas cidades de Brasília (DF), São Paulo (SP), Belo Horizonte (BH), Vitória (ES), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ) e Porto Alegre (RS).
Para esse ano a expectativa é que mais de 60 mil pessoas participem diretamente das edições do evento ao longo do ano.

Serviço:
7ª Expo Money – São Paulo
Local: Centro de Convenções Transamérica
Av. Dr. Mario Vilas Boas Rodrigues, 387
Datas e horários:
17 e 18 de setembro: das 13h às 22h
19 de setembro: das 12h às 20h
Informações e inscrições: www.expomoney.com.br

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Por Renato Grinberg
Networking nada mais é que a construção de relacionamentos que atendem a interesses pessoais e profissionais. É estar antenado às novidades e às tendências de mercado para se atualizar ao que acontece e fazer novos contatos. Antes da revolução da internet, os únicos meios de fazer esse relacionamento eram por meio de visitas, almoços, cartas e feiras de negócios, métodos necessários ainda hoje, mas que demandam muito tempo e nem sempre são viáveis.
Os meios de comunicação eletrônicos revolucionaram o modo com que as pessoas se relacionam e constroem suas listas de contatos. Hoje muitos profissionais e executivos aderem às novas redes sociais online graças à facilidade do uso, a rapidez e à instantaneidade. Por esses motivos, ferramentas como o Twitter e o LinkedIn, por exemplo, deram certo e hoje fazem tanto sucesso.

Redes Sociais

Redes Sociais

Para a conquista de uma oportunidade de emprego, nada melhor mesmo que um bom networking. O microblog Twitter é cada vez mais utilizado para este fim. Portais de recrutamento agora o utilizam para divulgação de vagas e os seguidores economizam tempo, pois as recebem em sua página principal em tempo real. Já o LinkedIn é utilizado exclusivamente para fins profissionais e tem a finalidade de permitir a troca de experiências, a atualização dos acontecimentos do mercado e a interação sobre novas práticas de empresas.
Além disso, uma novidade que, pouco a pouco, toma conta do mercado são as redes colaborativas, que conectam o empregador aos candidatos que estão em busca de uma oportunidade de emprego. Há alguns anos as empresas eram acostumadas a receber pilhas de currículos e demoravam muito tempo para filtrá-los. Hoje as ferramentas da internet e do computador fazem isso em segundos. É muita facilidade e possibilidade de integração.
Esses são apenas alguns exemplos das muitas possibilidades de interação. O que mudou com a ascensão da internet foi que ela trouxe uma maneira muito mais rápida, prática e assertiva de realizar contatos. Basicamente, o acesso a informação se tornou muito mais democrático. Mas é importante ressaltar que não podemos esquecer-nos completamente do contato pessoal e que a internet e qualquer outra ferramenta de comunicação deve ser usada como um facilitador para esse tipo de contato e não como um substituto.
Se utilizados corretamente, os meios de comunicação online e as redes sociais podem ser ótimas ferramentas de apoio ao profissional para conquistar espaço no mercado de trabalho, por meio de outras pessoas que já estão lá, além de divulgar o seu potencial e as competências a quem precisa saber da sua existência. Tenha bom senso e aproveite o que a internet oferece ao seu favor.
*Renato Grinberg é diretor Geral da Trabalhando.com.br e especialista em mercado de trabalho.

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Como não agravar o Endividamento

PUBLICADO POR Editor EM 4 julho 2009

Com o agravamento do endividamento do brasileiro a PRO TESTE Associação de Consumidores orienta o consumidor a não se iludir com a oferta facilitada de crédito. É preciso desconfiar das tais baixas taxas de juros e facilidades de parcelamento.

Use o cartão de crédito e o cheque especial apenas em situações específicas, e somente quando tiver recursos para cobrir rapidamente os custos.Os juros são impagáveis caso entre no rotativo ou permaneça usando o limite do cheque especial por período longo.

Evite assumir outros empréstimos, a não ser que obtenha uma taxa de juros menor para cobrir o anterior. O crédito consignado pode ser uma saída mas é preciso cautela na contratação, afinal, ele tem desconto em folha de pagamento, e você pode ficar sem recursos para outras despesas domésticas também essenciais.

Há sempre margem de negociação, principalmente no cartão de crédito. Com juros altíssimos, dá sempre para baixar o valor total da dívida. Procure a administradora do cartão.Caso não consiga um acordo, há a opção de entrar na Justiça contra o banco ou a operadora. Mas cuidado para a despesa com o advogado não virar outra dívida.

O crédito pessoal deve ser usado somente em situações de emergência, por isso é preciso ver se realmente há urgência, ou se a aquisição mediante financiamento pede esperar. Se não tiver jeito , é preciso avaliar se terá condições de pagá-lo no futuro. Os juros em geral são elevados.

Não dá para se iludir com a queda da Selic, que é apenas uma taxa básica, que serve de piso para as demais operações de crédito. A PRO TESTE Associação de Consumidores alerta o consumidor que a redução da taxa básica de juros da economia (Selic) tem pouco efeito nas operações de crédito. Existe uma grande distância entre a Selic e as taxas cobradas ao consumidor.

Os juros cobrados no crediário ou em empréstimos são produtos oferecidos que têm em sua composição outros fatores. Há cinco componentes principais para calcular o acréscimo sobre a Selic: os custos administrativos, o custo do depósito compulsório, os tributos, o risco de inadimplência e o lucro. Os dois últimos itens são os de maior peso nessa equação.

Para cada modalidade de crédito oferecido essa composição é diferente. Por isso que há taxas diversas para financiamentos de veículos, leasing, cheque especial e para empréstimos pessoais, por exemplo.

Fonte: Assessoria Pro-teste

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