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Conclusão é de estudo da GfK sobre o dia-a-dia do consumidor europeu
Nuremberg, 8 de fevereiro de 2010 – um estudo da GfK, com 10.200 consumidores de nove países da Europa, aponta que, tendo a crise financeira mundial como pano de fundo, os europeus alteraram hábitos de consumo em diversas frentes com o objetivo de economizar no orçamento familiar. Mais de quatro em cada dez consumidores da Alemanha, Holanda, Áustria e Itália buscaram comprar produtos alimentares e bebidas a preços mais baixos. Para russos e italianos os cortes prioritários foram com roupas e calçados (49% e 43% respectivamente).
Reduzir as despesas com lazer para economizar dinheiro durante a crise foi uma das maneiras mais utilizadas pelos europeus: diminuir refeições em bares ou restaurantes foi a alternativa encontrada por alemães (48%), franceses (45%), austríacos (41%) e italianos (42%); deixar de ir a cafés ou bares foi a opção de quatro em cada dez respondentes na França e Alemanha; diminuir passeios à cinemas ou shows foi igualmente utilizada por franceses e alemães. Além disso, cerca de um em cada três consumidores da Alemanha, Áustria, França, Holanda e Reino Unido optaram por conter gastos com férias.
Postergar a compra de bens duráveis também foi uma medida importante na avaliação dos europeus. A compra de um carro, móveis ou eletrodomésticos, por exemplo, foi declarada como intenção adiadas especialmente para os russos (45%) e alemães (42%).
Também houve menção para: redução do uso de energia no aquecimento e ar condicionado (pouco menos de 40% dos britânicos e 27% dos holandeses) e busca por ofertas no transporte ferroviário ou aquisição de bilhetes aéreos mais baratos (forma utilizada para mais de um em cada quatro pessoas no Reino Unido, Alemanha e Áustria).
Na contramão
Consumidores da Espanha e Polônia declararam não terem as mesmas preocupações que seus vizinhos europeus. Quase um em cada três respondentes espanhois e poloneses disseram que nada foi modificado em seus hábitos diários de consumo para reduzir o orçamento familiar.
Mulheres são mais cautelosas
Reconhecidas como mais cautelosas, as mulheres europeias apontaram mudança em despesas com a compra de alimentos e bebidas (42% contra 34% entre os homens), roupas e calçados (43% contra 36%) e diminuição na compra de jornais e revistas (24% contra 18%).
Em média as donas-de-casa européias de classe média estão economizando dinheiro principalmente com: compras de alimentos e bebidas (48%); limitando despesas com roupas e calçados (47%); saindo menos a cafés (43%), restaurantes (46%) e cinemas (45%). Já o grupo de consumidoras mais velhas da classe média europeia tem menos necessidade de economizar, diminuindo os gastos somente com alimentos e bebidas (37%) e calçados e roupas (40%).
Os resultados apresentados foram extraídos do “Estudo do Consumidor Europeu 2010″. Como parte deste compilado, a GfK entrevistou cerca de 10.200 consumidores da Alemanha, França, Reino Unido, Itália, Holanda, Áustria, Espanha, Polônia e Rússia, em dezembro de 2009. A pesquisa é representativa da população com faixa etária acima dos 14 anos.

Consumidor europeu altera hábitos de consumo para economizar orçamentoConclusão é de estudo da GfK sobre o dia-a-dia do consumidor europeu Nuremberg, 8 de fevereiro de 2010 – um estudo da GfK, com 10.200 consumidores de nove países da Europa, aponta que, tendo a crise financeira mundial como pano de fundo, os europeus alteraram hábitos de consumo em diversas frentes com o objetivo de economizar no orçamento familiar. Mais de quatro em cada dez consumidores da Alemanha, Holanda, Áustria e Itália buscaram comprar produtos alimentares e bebidas a preços mais baixos. Para russos e italianos os cortes prioritários foram com roupas e calçados (49% e 43% respectivamente). Reduzir as despesas com lazer para economizar dinheiro durante a crise foi uma das maneiras mais utilizadas pelos europeus: diminuir refeições em bares ou restaurantes foi a alternativa encontrada por alemães (48%), franceses (45%), austríacos (41%) e italianos (42%); deixar de ir a cafés ou bares foi a opção de quatro em cada dez respondentes na França e Alemanha; diminuir passeios à cinemas ou shows foi igualmente utilizada por franceses e alemães. Além disso, cerca de um em cada três consumidores da Alemanha, Áustria, França, Holanda e Reino Unido optaram por conter gastos com férias. Postergar a compra de bens duráveis também foi uma medida importante na avaliação dos europeus. A compra de um carro, móveis ou eletrodomésticos, por exemplo, foi declarada como intenção adiadas especialmente para os russos (45%) e alemães (42%). Também houve menção para: redução do uso de energia no aquecimento e ar condicionado (pouco menos de 40% dos britânicos e 27% dos holandeses) e busca por ofertas no transporte ferroviário ou aquisição de bilhetes aéreos mais baratos (forma utilizada para mais de um em cada quatro pessoas no Reino Unido, Alemanha e Áustria). Na contramãoConsumidores da Espanha e Polônia declararam não terem as mesmas preocupações que seus vizinhos europeus. Quase um em cada três respondentes espanhois e poloneses disseram que nada foi modificado em seus hábitos diários de consumo para reduzir o orçamento familiar. Mulheres são mais cautelosasReconhecidas como mais cautelosas, as mulheres europeias apontaram mudança em despesas com a compra de alimentos e bebidas (42% contra 34% entre os homens), roupas e calçados (43% contra 36%) e diminuição na compra de jornais e revistas (24% contra 18%).Em média as donas-de-casa européias de classe média estão economizando dinheiro principalmente com: compras de alimentos e bebidas (48%); limitando despesas com roupas e calçados (47%); saindo menos a cafés (43%), restaurantes (46%) e cinemas (45%). Já o grupo de consumidoras mais velhas da classe média europeia tem menos necessidade de economizar, diminuindo os gastos somente com alimentos e bebidas (37%) e calçados e roupas (40%). Os resultados apresentados foram extraídos do “Estudo do Consumidor Europeu 2010″. Como parte deste compilado, a GfK entrevistou cerca de 10.200 consumidores da Alemanha, França, Reino Unido, Itália, Holanda, Áustria, Espanha, Polônia e Rússia, em dezembro de 2009. A pesquisa é representativa da população com faixa etária acima dos 14 anos.

Fonte: GfK

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